<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528</id><updated>2011-11-27T20:17:53.290-03:00</updated><title type='text'>estadodopantanal</title><subtitle type='html'>ESTADO DO PANTANAL, UMA PROPOSTA

Aqui vamos debater o ESTADO DO PANTANAL. A argumentação a favor da mudança está focada na necessidade de uma identificação própria e apropriada ao nosso Estado, livrando-o do incômodo Mato Grosso.
Por que Estado do Pantanal?
Além de berço de nossa civilização , o Pantanal é uma marca, um grife de aceitação em todo o Planeta. Reserve seu lugar na história.
Participe do movimento. É sobre isso que vamos tratar daqui pra frente. Venha com a gente.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>70</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1374127465450500961</id><published>2009-10-12T11:21:00.002-04:00</published><updated>2009-10-12T11:25:17.774-04:00</updated><title type='text'>11 de outubro na História</title><content type='html'>Movimento completa 10 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1999 – Manifesto pró Estado do Pantanal&lt;/span&gt;. Em caderno especial o jornal Primeira Hora, de Campo Grande divulga o manifesto da Liga Pró-Estado do Pantanal, recém-criada, defendendo a mudança do nome do Estado:&lt;br /&gt;“Com este manifesto criamos a Liga Pró Estado do Pantanal-PN, numa homenagem à luta de nossos líderes divisionistas e objetivando concluir o processo histórico por eles iniciado.&lt;br /&gt;É esse o desafio. Se aos divisionistas de todas as épocas cabe o registro histórico das lutas em favor da criação do novo Estado, a nós, enquanto cidadãos, caberá a satisfação de tentar despertar o orgulho existente dentro de cada um de nós.&lt;br /&gt;Vamos conversar com a população, conscientizar, debater, discutir, e principalmente, informar sobre a importância do nome PANTANAL para o passado, o presente e o futuro. A importância do nome para o nosso desenvolvimento sustentável e para o futuro de milhares de jovens e de um povo que sonha com a melhoria de qualidade de vida e com os empregos que surgirão. Vamos às empresas, escolas e universidades, entidades de classe, clubes de serviço e todos os segmentos sociais pois queremos contar com você.&lt;br /&gt;Não podemos perder a oportunidade histórica que agora temos e que não nos foi dada em 1977.&lt;br /&gt;Que venham os homens e mulheres de fé e de bem, os ricos de espírito, de sonhos e de esperanças. Todos, democraticamente, de forma plural e suprapartidária. Vamos coletar milhares de assinaturas de adesão a serem oferecidas aos nossos legisladores e demais autoridades. Vamos dar uma contribuição efetiva em busca de nossa verdadeira identidade, do resgate de nossas raízes históricas, da abertura de uma porta para o futuro e do legado que possamos deixar para nossos filhos, netos e todas as gerações que virão, com a certeza de um novo milênio alicerçado no respeito à biodiversidade da nossa terra, no desenvolvimento auto-sustentável e com justiça social.”&lt;br /&gt;O texto final do manifesto foi elaborado por Sergio Cruz, Wagner Sávio, Soraia Lígia Salle, Mário Sérgio Sobral, Humberto Espíndola e Francisco Lagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro DATAS E FATOS HISTÓRICOS do Sul de Mato Grosso ao Estado do Pantanal, Edipan, 2001 p 368&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1374127465450500961?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1374127465450500961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1374127465450500961&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1374127465450500961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1374127465450500961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/10/11-de-outubro-na-historia.html' title='11 de outubro na História'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1047103912251417468</id><published>2009-10-03T09:14:00.002-04:00</published><updated>2009-10-03T09:27:08.977-04:00</updated><title type='text'>A vingança do Moura Brasil</title><content type='html'>Por que a gente mata as pessoas que a gente gosta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia em que eu matei o Moura Brasil caiu um dia depois da morte do Ramão Achucarro e um dia antes da morte, também natural, do Antonio Carlos Pastel. Antes eu havia matado o Papa João XXIII. Vítima de um atentado, a 13 de maio de 1981, ao soar o tiro fatal, não tive dúvida, subi à tribuna da Assembléia e compadecido arranquei-lhe o último suspiro. Depois deste incidente o santo padre viveria ainda, mais 24 anos. Alguém, por desinformação ou por maldade, me liga para convidar à missa de 7º dia do Moura Brasil. Eu, mais que depressa, como faria o próprio Moura, antes de aposentar-se, instiguei o instinto de foca, e preparei logo, mesmo tardiamente, um réquiem, abrindo um  espaço nesta página para a última homenagem ao colega. O dia que eu matei o Moura Brasi foi o mais feliz de minha vida, ao ligar o rádio do carro e ouvir do próprio Moura Brasil a notícia de que, aos 72 anos, estava vivo e feliz. Fiquei aliviado por ter cometido a irresponsabilidade e segui minha volta para casa, até parar em frente ao cemitério Santo Amaro, atraído por uma pequena multidão que acompanhava um enterro. Era muita gente, só poderia ser de defunto graúdo. Estacionei o carro, desci e dei de cara com uma anciã, com cara de vivandeira.  - Oi tia, a senhora sabe quem morreu? - Não tenho certeza, meu filho, mas me falaram que foi um tal de Pau na Mula. Falou isso e sem ligar uma coisa a outra, perguntou-me: Você não é o Sergio Cruz? O Papa e o Moura Brasil estavam vingados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TWITTER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VIA MORENA.COM&lt;/span&gt;, a priimeira tv web de Mato Grosso do Sul deu passo decisivo a caminho da imagem em alta definição.Passou a operar com servidor dedicado. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SITUAÇÃO DRAMÁTICA&lt;/span&gt;  a do deputado Diogo Tita. Não quer deixar o PMDB, mas tem medo de ficar no partido e não conseguir votos  para continuar deputado. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SUPLENTES DE VEREADORES&lt;/span&gt; alvorotados com a PEC do vereadores estão atropelando os presidentes das câmaras que não têm a menor pressa de empossá-los. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EDSON GIROTTO&lt;/span&gt; não atende jornalistas em seu gabinete. Esta é a reclamação de muitas coleguinhas. Se não atende hoje que é secretário, imagine se virar deputado. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CARLOS MARUN&lt;/span&gt;, secretário de Habitação é outro que esnoba a imprensa. Sua assessoria marca e não dá retorno. Nada como estar antecipadamente reeleito. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O EX-GOVERNADOR&lt;/span&gt; Zeca do PT pode prejudicar todas as empresas de comunicação caso consiga suspender na justiça a propaganda oficial. Quer fazer o mesmo que fez no governo dele. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LAURO DE DAVI&lt;/span&gt;, presidente da Cassems, será candidato a deputado estadual pelo PSB. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LUIS CARLOS BONELLI&lt;/span&gt;, ex-superintendente do INCRA, também sai para estadual. Os dois deixaram o PT.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1047103912251417468?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1047103912251417468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1047103912251417468&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1047103912251417468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1047103912251417468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/10/vinganca-do-moura-brasil.html' title='A vingança do Moura Brasil'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7895126700901163782</id><published>2009-10-01T19:17:00.001-04:00</published><updated>2009-10-01T19:17:38.216-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>--&gt; PAZ E BEM PRÁ TODOS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DIA 02 DE OUTUBRO DE 2009 ESTÁ CHEGANDO E, MAIS UMA VEZ, UMA NOVA E GIGANTESCA OPORTUNIDADE DE COLOCARMOS NOSSO ESTADO EM EVIDÊNCIA MUNDIAL PEGANDO UMA CARONA NA MÍDIA DOS JOGOS OLÍMPICOS DE 2016.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BREVE REFLEXÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- COPA DO MUNDO - FIFA - participantes: 32 países. Período de realização:um mês. Os jogos são realizados no mesmo horário e a cada três dias de intervalo para cada equipe. Importante salientar que os jogos são eliminatórios e as transmissões vão reduzindo à cada fase da competição. Nos dias de jogos, as transmissões diretas acontecem num período de 03 horas diretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- JOGOS OLÍMPICOS - participantes: 204 países em 2006 - a cada vez o número de países participantes tem aumentado. Periodo de realização: três semanas. Importante salientar que as transmissões ao vivo são por volta de 18 horas diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEM... O MEU OBJETIVO COM ESTES DADOS É DAR A VOCÊS UMA DIMENSÃO DO TAMANHO DE "MÍDIA MUNDIAL" QUE ESTES DOIS EVENTOS GERAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOSTARIA QUE ATENTASSEM PARA O GIGANTISMO DOS JOGOS OLÍMPICOS COM A QUANTIDADE DE HORAS DIÁRIAS DE TRANSMISSÕES AO VIVO. ATENTEM PARA A QUANTIDADE DE PAÍSES PARTICIPANTES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO:- Hoje, 30 segundos de espaço no JORNAL NACIONAL custa R$ 367.000,00 (trezentos e sessenta e sete mil reais). Quanto custaria 18 horas diárias, durante 21 dias? Quantos países estarão recebendo imagens ao vivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OPORTUNIDADE DA MÍDIA DA COPA DO MUNDO DE 2014 AINDA NÃO ESTÁ PERDIDA E, GANHANDO OS JOGOS OLÍMPICOS DE 2016, MAIS UMA VEZ, TEREMOS UM ESPAÇO IMENSO PARA DIVULGARMOS O "ESTADO DO PANTANAL-PN" PARA OS BRASILEIROS E O MUNDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESANIMAR JAMAIS! JUNTOS SOMOS MUITO FORTES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIQUEM COM DEUS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WAGNER SÁVIO S DOS SANTOS&lt;br /&gt;Movimento Empresarial pela Mudança do nome do MS&lt;br /&gt;Coord. Geral da Liga Pró Estado do PANTANAL-PN.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7895126700901163782?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7895126700901163782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7895126700901163782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7895126700901163782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7895126700901163782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/10/paz-e-bem-pra-todos-o-dia-02-de-outubro.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5423287388507437535</id><published>2009-08-17T20:33:00.000-04:00</published><updated>2009-08-17T20:35:35.028-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal”&lt;/span&gt; – Do projeto iconográfico à&lt;br /&gt;construção dos sentidos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anailton de Souza Gama&lt;/span&gt; (UEMS, CPTL-UFMS)1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A vida, essa busca de sentido”&lt;br /&gt;A. J. Greimas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Em relação às teorias do discurso e do texto, cinco têm sido as orientações teóricas&lt;br /&gt;mais praticadas no Brasil: a Análise do Discurso de linha francesa, a Análise do&lt;br /&gt;Discurso de extração anglo-saxã, também chamada de ADC (Análise do Discurso&lt;br /&gt;Crítica), a Lingüística Textual e a Semiótica Narrativa e Discursiva, também de origem&lt;br /&gt;francesa. Não pretendemos aqui estabelecer as diferenças entre as distintas teorias&lt;br /&gt;discursivas e textuais, mas buscar estabelecer, de maneira prática, o percurso de uma&lt;br /&gt;delas: a Semiótica Narrativa e Discursiva, elaborada por Algirdas Julian Greimas,&lt;br /&gt;aplicando-a na análise da iconografia representativa sul-mato-grossense, buscando&lt;br /&gt;estabelecer um significado para os signos implantados no Estado de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;a partir do Governo Popular de Zeca do PT, em 1998, relacionando esses signos ao&lt;br /&gt;processo de construção de identidade sul-mato-grossense. Convém assinalar que o fazer&lt;br /&gt;teórico da semiótica é aspectualizado imperfectivamente, o que significa que não&lt;br /&gt;constitui ela uma teoria pronta e acabada, mas um projeto, um percurso e, por isso, está&lt;br /&gt;a todo momento repensando-se, modificando-se, refazendo-se, corrigindo-se. Dessa&lt;br /&gt;forma, analisamos na iconografia representativa sul-mato-grossense, através de algumas&lt;br /&gt;pistas de análise, possíveis pela levantamento dos campos lexicais e semânticos, da&lt;br /&gt;coerência narrativa e do percurso gerativo de sentido todo o processo&lt;br /&gt;narrativo\discursivo e figurativo da construção dos actantes e suas ações. Verifica-se&lt;br /&gt;que a iconografia representativa nos remete a comportamentos, verdades, realidades,&lt;br /&gt;ideologias, intencionalidades, enfim, aspectos que nos evidenciam modalizações desses&lt;br /&gt;sujeitos de estado no que tange ao ser e fazer, que constituem a complexidade&lt;br /&gt;enunciativa, mesmo parcialmente observada, do objeto em questão.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Semiótica; projeto iconográfico sul-mato-grossense; identidade;&lt;br /&gt;construção de sentido.&lt;br /&gt;Sobre a Semiótica&lt;br /&gt;A Semiótica é uma linha de pesquisa em lingüística que valoriza uma análise&lt;br /&gt;levando em consideração os aspectos internos e externos e o estudo da linguagem como&lt;br /&gt;um conjunto que envolve tanto a organização estrutural, seus procedimentos e&lt;br /&gt;mecanismos, buscando estudar o texto na sua acepção mais abrangente, global, ou seja,&lt;br /&gt;tudo que tem um sentido; sendo seu campo de atuação a significação, procura descrever&lt;br /&gt;o que “o texto diz e como faz para dizer o que diz”. A Semiótica corresponde a uma&lt;br /&gt;1 Mestre em Letras – Estudos Lingüísticos pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campus&lt;br /&gt;de Três Lagoas. Professor da UEMS – Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;teoria de análise lingüística, cujos princípios fundadores da vertente francesa estão em&lt;br /&gt;Greimas, que desenvolveu suas teorias embasadas, primeiramente, em Ferdinand de&lt;br /&gt;Saussure, o qual parte do princípio de que o estudo da língua deve buscar a&lt;br /&gt;cientificidade, as regras, pois o sentido existe porque há o sistema, o que levou o mesmo&lt;br /&gt;a se ater extremamente às regras e seu estudo científico, deixando os usos, não porque&lt;br /&gt;os desconhecia, mas porque cabia a seus interesses estudar o sistema.&lt;br /&gt;O sentido está no texto, em sua ambivalência lingüística, o estudo da linguagem&lt;br /&gt;reconstrói suas regras de funcionamento, seus procedimentos, suas redes de&lt;br /&gt;dependência interna.&lt;br /&gt;A partir de Saussure temos a dicotomia de significante – que corresponde à&lt;br /&gt;imagem acústica - e significado, que corresponde ao conceito, à representação do&lt;br /&gt;objeto, sendo ambos indissociáveis. Para a semiótica, essa dicotomia embasa o fato de&lt;br /&gt;que a linguagem constrói o real e que isso se dá de diversas formas tendo em vista que a&lt;br /&gt;categorização do “real” é recortada, construída conforme a situação. Dessa forma, como&lt;br /&gt;somente existe signo se houver significante e significado, o sentido ou interpretação só&lt;br /&gt;se dá com base na relação estabelecida entre os enunciados.&lt;br /&gt;No que se refere à Semiótica tem-se para cada categoria de base fundamental&lt;br /&gt;várias categorias narrativas, ou seja, várias formas de dizer o que se diz, conforme a&lt;br /&gt;intencionalidade do enunciador, o que vai determinar a ação manipuladora. Essas duas&lt;br /&gt;partes - significante e significado - são inseparáveis, e cada uma vale ou é, tendo em&lt;br /&gt;vista o que o outro não é, ou seja, a noção de valor que se estabelece na relação com as&lt;br /&gt;demais partes do texto ou peças do jogo. Isso se confirma aludindo ao eixo sintagmático&lt;br /&gt;e ao paradigmático da linguagem, outra dicotomia saussuriana.&lt;br /&gt;No âmbito das influências de Saussure para a Semiótica temos de convir,&lt;br /&gt;primeiramente que, quanto ao nível fundamental e ao nível narrativo ambos se&lt;br /&gt;diferenciam, embora o sentido se dê pela relação entre os percursos. Outra influência&lt;br /&gt;relevante se evidencia através da noção de valor elaborada por Ferdinand de Saussure&lt;br /&gt;que preconiza que “vale menos a matéria fônica do que o que há ao seu redor” (1995, p.&lt;br /&gt;198), fator que nos fornece subsídios para entender melhor a valorização por parte da&lt;br /&gt;Semiótica, dada durante algum tempo ao plano de conteúdo, tendo em vista que o&lt;br /&gt;sentido de uma peça conta mais que sua matéria.&lt;br /&gt;Outra contribuição relevante para os estudos greimasianos pode ser encontrada&lt;br /&gt;em Hjelmslev, lingüista dinamarquês, seguidor de Saussure e fundador da&lt;br /&gt;Glossemática. Quanto às contribuições de Hjelmslev nos estudos de Greimas, podemos&lt;br /&gt;mencionar o fato de ter destacado no campo dos estudos da linguagem o que era objeto&lt;br /&gt;de estudo da lingüística, o signo, e o que era objeto de estudo da semiótica, qualquer&lt;br /&gt;sistema de signos (imagens, gestos, vestuários, ritos, etc). Também advém de Hjelmslev&lt;br /&gt;o desenvolvimento dos conceitos de forma e substância da língua e da fala,&lt;br /&gt;mencionando existir uma forma e uma substância para a expressão, bem como uma&lt;br /&gt;forma e uma substância para o conteúdo, o que fornece o pontapé inicial para os&lt;br /&gt;estudos de alguns ramos da lingüística, a exemplo de fonética e fonologia e porque não,&lt;br /&gt;da semiótica, tendo em vista a importância da materialidade lingüística.&lt;br /&gt;Outra influência de Greimas para a teoria semiótica está em Vladimir Propp,&lt;br /&gt;estruturalista russo que estudou os componentes básicos do enredo dos contos. De&lt;br /&gt;Propp, Greimas torna mais operacional o mapeamento estrutural comum a uma&lt;br /&gt;diversidade de textos, bem como o reconhecimento da existência de níveis de&lt;br /&gt;manifestação, princípios fundadores, tanto dos conceitos do nível narrativo, quanto da&lt;br /&gt;existência dos vários níveis textuais, o fundamental, o narrativo e o discursivo na teoria&lt;br /&gt;semiótica francesa.&lt;br /&gt;Por fim, temos a influência de Levi Strauss, antropólogo estruturalista, o qual&lt;br /&gt;destaca a existência de uma analogia entre linguagem e cultura e uma ênfase nos&lt;br /&gt;estudos, levando em consideração a relação entre os termos e as leis gerais do sistema.&lt;br /&gt;Para ele e dele vem a concepção de que a significação está atrelada ao nosso meio e, a&lt;br /&gt;partir disso, os enunciadores buscam impor suas visões da realidade através dos textos&lt;br /&gt;como apreensão do significado.&lt;br /&gt;Segundo Greimas ( 1976, p. 237-9), a semiótica francesa, embora não ignore que&lt;br /&gt;o texto seja um objeto histórico, dá ênfase ao conceito de texto como objeto de&lt;br /&gt;significação de uma forma sincrônica, preocupando-se fundamentalmente em estudar&lt;br /&gt;os mecanismos que engendram o texto, que o constituem como uma totalidade de&lt;br /&gt;sentido. A semiótica preocupa-se em estudar a produção e a interpretação dos textos,&lt;br /&gt;teoria sintagmática, interessando-se por qualquer tipo de texto. Há um conteúdo em&lt;br /&gt;diferentes formas de expressão, uma vez que o mesmo conteúdo pode ser veiculado por&lt;br /&gt;diferentes planos de expressão, uma teoria geral de textos quer visualmente,&lt;br /&gt;verbalmente, por combinações de planos de expressão-sincrético (visual, verbal, etc).&lt;br /&gt;Preocupando-se com os sentidos do texto, em primeiro lugar, procura levantar o&lt;br /&gt;percurso gerativo de sentido, observando os mecanismos e procedimentos do plano de&lt;br /&gt;conteúdo, os quais se dividem, conforme Barros (2003, p. 188) em 03 (três) etapas, as&lt;br /&gt;quais buscamos elencá-las aqui.&lt;br /&gt;Sua primeira parte referente ao plano de conteúdo diz respeito ao nível&lt;br /&gt;fundamental, ou categorias de base, abstrata. Trata-se de categorias semânticas que se&lt;br /&gt;opõem e que a partir dessa relação de oposição, de contrariedade, os sentidos se&lt;br /&gt;estabelecem significativamente, dando sustentabilidade à noção onde:&lt;br /&gt;[...] o mecanismo lingüístico gira em torno de identidades e diferenças, pois&lt;br /&gt;tudo que um elemento discursivo é, ele o é em relação a todos os demais.&lt;br /&gt;Assim, elemento nenhum, numa mensagem, existe sozinho; e elemento&lt;br /&gt;nenhum pode ser definido por sua natureza, isoladamente, mas sempre e só&lt;br /&gt;por referência a outro elemento qualquer da mesma formação constroem uma&lt;br /&gt;relação de sentido. (LOPES, 1997, p. 35)&lt;br /&gt;Ou, na teoria Semiótica:&lt;br /&gt;No nível mais abstrato e simples, o das estruturas fundamentais, os sentidos&lt;br /&gt;do texto são entendidos como uma categoria ou oposição semântica, cujos&lt;br /&gt;termos são determinados pelas relações sensoriais do ser vivo com esses&lt;br /&gt;conteúdos e considerados atraentes ou eufóricos e repulsivos ou disfóricos;&lt;br /&gt;negados ou afirmados por operações de uma sintaxe elementar; representados&lt;br /&gt;e visualizados por meio de um modelo lógico de relações denominado&lt;br /&gt;quadrado semiótico. (BARROS, 2003, p.189).&lt;br /&gt;A identidade se faz pela diferença, ou melhor, o sentido está na relação entre&lt;br /&gt;dois termos que se diferem; sendo assim, a existência de um termo só se faz presente&lt;br /&gt;tendo em vista a existência de um outro elemento no mundo natural que contenha&lt;br /&gt;características não contidas no elemento A e que por isso mesmo pode ser concebido&lt;br /&gt;como B.&lt;br /&gt;No que diz respeito à segunda etapa do percurso gerativo de sentidos, fazendo&lt;br /&gt;uma alusão a Barros (2003), temos a conversão do nível fundamental ao narrativo em&lt;br /&gt;que o enunciador organiza a narrativa do ponto de vista de um sujeito, do nível abstrato&lt;br /&gt;para o concreto, digamos que ele dá uma roupagem à categoria de base por meio de um&lt;br /&gt;sujeito que realiza operações, através de transformações tendo em vista a busca de&lt;br /&gt;objetos que podem transformar o sujeito, através dos valores desses objetos conferidos&lt;br /&gt;ao sujeito. Por outro lado os sujeitos podem se encontrar em uma situação de euforia ou&lt;br /&gt;disforia, ou seja, de busca ou de relaxamento em relação ao objeto pretendido por ele.&lt;br /&gt;Essa busca por valores se dá tendo em vista os cerceamentos de um destinador&lt;br /&gt;manipulador o qual leva o sujeito a agir para obter determinado objeto/valor, a fim de&lt;br /&gt;que esse sujeito seja aceito na sociedade.&lt;br /&gt;O terceiro nível, o discursivo, corresponde a uma série de “escolhas”, de pessoa,&lt;br /&gt;de tempo e de espaço, de concretização do discurso, temática ou figurativamente, que o&lt;br /&gt;sujeito da enunciação faz na e mediante a enunciação a fim de persuadir, manipular o&lt;br /&gt;enunciatário, provocar a ilusão de verdade, de proximidade, distanciamento,&lt;br /&gt;objetividade, subjetividade.&lt;br /&gt;O sujeito da enunciação faz uma série de escolhas de pessoa, tempo, espaço, de&lt;br /&gt;figuras e “conta” ou passa a narrativa, transformando-a em discurso [...] a narrativa&lt;br /&gt;enriquecida por todas essas opções do sujeito da enunciação, que marcam os&lt;br /&gt;diferentes modos pelos quais a enunciado se relaciona com o discurso que enuncia.&lt;br /&gt;( BARROS, 1990, p.53).&lt;br /&gt;Para Barros (idem), o nível discursivo é um modo de manifestação de um sujeito&lt;br /&gt;que constrói seu objeto discursivo, com vista a atingir um certo fim.&lt;br /&gt;No que se refere à terminologia “teoria gerativa dos sentidos”, nível do&lt;br /&gt;conteúdo, segundo Fiorin (2002), essa denominação “gerativa” é atribuída à teoria&lt;br /&gt;semiótica porque concebe o processo de produção de sentido como um processo&lt;br /&gt;gerativo que vai, conforme exposto anteriormente, do mais abstrato, simples: nível ou&lt;br /&gt;estrutura fundamental, passando pelo narrativo (todo texto é narrativo já que contém&lt;br /&gt;uma transformação de um estado inicial a outro, seja ele de disjunção ou de conjunção),&lt;br /&gt;até o mais complexo e concreto de enriquecimento semântico – nível ou estrutura&lt;br /&gt;discursiva.&lt;br /&gt;Embora a Semiótica tenha se desenvolvido valorizando o plano de conteúdo&lt;br /&gt;como o lugar privilegiado, um programa de televisão, rádio, jornal impresso, ao&lt;br /&gt;conceber, selecionar um plano de expressão e não outro acrescenta, tira, atribui aspectos&lt;br /&gt;que vão influir como algo a mais no sentido. Assim, o pesquisador deve buscar saber o&lt;br /&gt;que é esse algo a mais de sentido sem prescindir ao plano de conteúdo.&lt;br /&gt;Essas formações discursivas, manifestação, concretização das formações&lt;br /&gt;ideológicas, são, conforme Foucault (apud Discini, (2005, p. 60) um conjunto de regras&lt;br /&gt;anônimas, históricas, sempre determinadas no tempo e no espaço que definiram em uma&lt;br /&gt;época dada, e para uma área social, econômica, geográfica ou lingüística dada as&lt;br /&gt;condições de exercício da função enunciativa, as quais materializam uma ideologia,&lt;br /&gt;visão de mundo como estratégia de persuasão, que está alicerçada e renovada nos&lt;br /&gt;conflitos de poder entre segmentos sociais, sistema de representações, de normas de&lt;br /&gt;regras e preceitos que explica a realidade e regula o comportamento dos homens,&lt;br /&gt;criados por uma ideologia dominante e sustentados pelos aparelhos repressores do&lt;br /&gt;Estado. Assim, o nível fundamental está para “pontos de vista de uma classe social a&lt;br /&gt;respeito da realidade, as maneiras como uma classe ordena, justifica e explica a ordem&lt;br /&gt;social” (BARROS, 1990, p. 67). Se as formações ideológicas, conforme Discini, (2005)&lt;br /&gt;correspondem à ideologia dominante e, a partir do texto, da palavra, o sujeito se&lt;br /&gt;constrói, a imposição de uma forma de representação identitária outra, pode consistir&lt;br /&gt;em outro sistema de representação e de valores que se contrapõem, pois toda essa&lt;br /&gt;situação de relação entre sujeitos configura-se como uma relação destinadordestinatário,&lt;br /&gt;sendo que o sujeito que doa os valores modais (que modalizam, que&lt;br /&gt;marcam o modo de ser) é o destinador e o sujeito que os recebe é o destinatário, que,&lt;br /&gt;por sua vez, vai colocar-se como sujeito da ação. Em Semiótica, toda comunicação é&lt;br /&gt;uma manipulação. Então, entre o destinador e destinatário, temos um percurso de&lt;br /&gt;manipulação (de ação). O papel do destinador é factivo: fazer-fazer, antes fazer- ser. É&lt;br /&gt;próprio do destinador exercer um fazer persuasivo, assim como é próprio do destinatário&lt;br /&gt;exercer um fazer interpretativo. O fazer persuasivo é a proposição de um contrato, que,&lt;br /&gt;no caso, implica um novo modo de ser&lt;br /&gt;O fazer persuasivo não é construído, no caso em questão, pelo próprio sul-matogrossense,&lt;br /&gt;muito menos para o sul-mato-grossense, mas tem o sul-mato-grossense como&lt;br /&gt;uma construção que visa objetivos decorrentes de uma ideologia, de um sistema de&lt;br /&gt;valores que, a partir da organização da materialidade lingüística gerativa de sentido,&lt;br /&gt;constrói uma realidade que pode não ser compactuada pelo sul-mato-grossense, pois,&lt;br /&gt;alguém fala por ele, ou melhor, alguém constrói sua identidade, conforme os ideais de&lt;br /&gt;uma sociedade e para uma sociedade.&lt;br /&gt;Do ponto de vista da relação entre enunciador e enunciatário, pretende-se&lt;br /&gt;analisar, aqui, nos termos do conceito de “contrato fiduciário” a relação de&lt;br /&gt;confiança\confidência que o enunciador-destinador – o Estado – procura estabelecer&lt;br /&gt;com o enunciatário-destinatário – o povo. Convém mencionar que o texto\enunciado,&lt;br /&gt;nosso objeto de análise foi produzido e implantado no Governo Popular de Zeca do PT.&lt;br /&gt;O sentido é entendido na semiótica greimasiana como advindo da&lt;br /&gt;descontinuidade, da ruptura, da percepção da diferença, ou seja, o mundo natural é visto&lt;br /&gt;como uma continuidade que o mundo humano rompe a fim de criar sentido.&lt;br /&gt;Greimas (1976) afirma que o sujeito da enunciação “produz” um discurso que&lt;br /&gt;manifesta o efeito de sentido de “verdade”. Faz-se presente aqui a manipulação do&lt;br /&gt;enunciatário pelo enunciador: sendo a verdade um efeito de sentido (um parecer&lt;br /&gt;verdadeiro), sua produção advém de uma ação de “fazer parecer verdadeiro”, isto é, do&lt;br /&gt;emprego pelo enunciador de recursos que levem a verossimilhança do discurso a ser&lt;br /&gt;aceita pelo enunciatário como verdadeiro, a partir do acordo tácito, “em confiança”, que&lt;br /&gt;se instaura entre eles no discurso.&lt;br /&gt;Para Pietroforte &amp; Lopes (2003, p. 116-7):&lt;br /&gt;A verdade é sempre uma construção de homens e que por isso é necessário&lt;br /&gt;acolher seu caráter múltiplo, problemático, variável em função dos pontos de&lt;br /&gt;vistas humanos. Alguma garantia de verdade, quando se admita, será&lt;br /&gt;decorrente não uma objetividade invariável e absoluta, mas de uma assunção&lt;br /&gt;intersubjetiva, que é por vocação algo mais cambiante, mais instável e sujeito à&lt;br /&gt;controvérsias. Todo consenso é provisório.&lt;br /&gt;Assim, a Semiótica se preocupa com a significação dos textos vendo a verdade&lt;br /&gt;como uma construção, não se preocupando com o ato de criação “real”, as ‘reais&lt;br /&gt;intenções’, a ‘produção real’. Se atém nos efeitos que essa produção deixa apreender.&lt;br /&gt;Greimas (1997), mostra a paradoxal situação do homem diante do sentido,&lt;br /&gt;condenado ao sentido, ele nunca o alcança em sua totalidade, isto é, a verdade só está ao&lt;br /&gt;seu alcance enquanto simulacro da verdade. A verossimilhança é um “parecer&lt;br /&gt;adequado” ao referente em que o enunciador busca a adesão do enunciatário, que só&lt;br /&gt;ocorre se os sentidos instaurados corresponderem à expectativa deste último, tal como&lt;br /&gt;representa para si mesmo o enunciador e com base no qual ele procura manipulá-lo.&lt;br /&gt;Assim, o simulacro da verdade se constrói, principalmente, a partir da representação que&lt;br /&gt;o enunciador faz do enunciatário. A preocupação da semiótica é mostrar como a idéia&lt;br /&gt;vai se construindo no interior do texto, dando um simulacro metodológico, pois cada&lt;br /&gt;texto constrói sua verdade, e é isso o que deve ser objeto de investigação da semiótica e&lt;br /&gt;não decidir sobre a natureza última do real.&lt;br /&gt;Em relação à manipulação há dois grandes tipos: a que produz uma&lt;br /&gt;“camuflagem subjetivante”, isto é, a que destaca as marcas da enunciação e o&lt;br /&gt;enunciador; e a que produz uma “camuflagem objetivante”: a que oculta as marcas da&lt;br /&gt;enunciação, que nem por isso deixam de estar presentes. No nosso objeto de análise&lt;br /&gt;temos uma “camuflagem objetivante” em que ocultam-se as marcas da enunciação,&lt;br /&gt;apagando os complementos necessários para a literalidade do texto e o sujeito que&lt;br /&gt;enuncia.&lt;br /&gt;Para Greimas (1997, p. 143) “a comunicação da verdade repousa na estrutura de&lt;br /&gt;troca que lhe é subjacente”, isto é, na interação entre os protagonistas do discurso. O&lt;br /&gt;fazer persuasivo do enunciador (que busca a adesão) e o fazer interpretativo do&lt;br /&gt;enunciatário (que pode ou não aderir). Greimas recusa a idéia de transmissão e recepção&lt;br /&gt;de mensagens, propondo o exercício do fazer persuasivo (fazer-crer), no plano do&lt;br /&gt;enunciador e, no plano do enunciatário, o fazer interpretativo (crer ou não) que é a&lt;br /&gt;transformação de um estado de crença em outro. Para Greimas a interpretação envolve&lt;br /&gt;tanto o reconhecimento como a identificação, sendo a “verdade” reconhecida mediante&lt;br /&gt;uma operação de comparação entre o que é “proposto” pelo enunciador e aquilo em que&lt;br /&gt;o enunciatário já acreditava. Assim, no plano enunciativo há o controle da adequação do&lt;br /&gt;novo e desconhecido ao antigo e conhecido, adequação que pode ser aceita ou rejeitada.&lt;br /&gt;O plano enunciativo é caracterizado não como uma simples afirmação, mas&lt;br /&gt;como solicitação de consenso, de contrato, entre enunciador e enunciatário. A&lt;br /&gt;manipulação pode ser realizada de três formas distintas: a) segundo o querer, por&lt;br /&gt;tentação e sedução; b) segundo o poder, por ameaça e provocação e c) segundo o saber,&lt;br /&gt;em que a ‘natureza dos fatos’ é apresentada na forma de argumentações lógicas,&lt;br /&gt;oferecendo-se à interpretação do sujeito como uma proposição da razão: o enunciador&lt;br /&gt;convoca procedimentos de manipulação segundo o saber para convencer o enunciatário,&lt;br /&gt;apelando às “razões” do próprio enunciatário. Trata-se de convencê-lo. O plano&lt;br /&gt;enunciativo ocupa o centro do ato discursivo: o enunciatário tem papel vital no&lt;br /&gt;funcionamento do discurso.&lt;br /&gt;Um ponto primordial da análise narrativa e discursiva é o reconhecimento dos&lt;br /&gt;procedimentos de obtenção de efeitos de sentido, procedimentos que variam entre as&lt;br /&gt;culturas, os grupos e as ideologias. No nível discursivo, o actante parte da sintaxe&lt;br /&gt;definida pelos papéis que engloba, transforma-se, a partir da recepção de investimentos&lt;br /&gt;semânticos, temáticos e\ou figurativos, em ator – termo utilizado na AD para designar&lt;br /&gt;os locutores e interlocultores, externos ao ato de linguagem, que estão implicados na&lt;br /&gt;troca comunicativa.&lt;br /&gt;De posse do dispositivo conceitual aqui esboçado, é tempo de focalizar o&lt;br /&gt;material a ser analisado. Sendo nosso objetivo descrever a construção de sentido,&lt;br /&gt;tomamos a Semiótica como teoria, que é parte de uma ciência maior, a Lingüística, na&lt;br /&gt;busca do significado e das ideologias presentes na iconografia representativa sul-matogrossense.&lt;br /&gt;A imagem evocada em que se lê “Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal”,&lt;br /&gt;com uma moldura verde, traz ao centro, a inscrição em letras brancas, sendo que o nome&lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul aparece em letras maiores do que o termo complementar Estado&lt;br /&gt;do Pantanal. O sentido se constrói, na produção de seu efeito filiado em redes de&lt;br /&gt;memória, ocultando, pelo seu efeito, do sujeito que enuncia; enunciado sem sujeito,&lt;br /&gt;efeito de sentido produzido: aspecto que oculta a questão política. Se na política as&lt;br /&gt;conquistas são efeitos e conseqüências das disputas de interesses, elas são aquilo que se&lt;br /&gt;constituem na própria disputa, ou seja, elas são conseqüências de estratégias bem&lt;br /&gt;sucedidas.&lt;br /&gt;Ao se considerar o enunciado como um todo, há uma demanda de construção de&lt;br /&gt;sentido de transferência de denominação: do nome de Estado de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;para o nome de Estado do Pantanal, fato que pode ser constatado se levarmos em&lt;br /&gt;conta a rede discursiva, filiado em redes de memória em torno da questão: a produção&lt;br /&gt;em série da ‘bicharada de cimento’ espalhada pelos canteiros centrais das cidades sulmato-&lt;br /&gt;grossenses. Soma-se a isso as palavras de Pedro Tierra (2000) em que se lê “como&lt;br /&gt;no Mato Grosso do Sul, que Zeca do PT prefere chamar de estado do Pantanal e abre&lt;br /&gt;agora uma campanha popular com vistas a um plebiscito para mudar o nome”.&lt;br /&gt;O efeito de distanciamento e ocultação do sujeito político promove uma&lt;br /&gt;significação em torno das cores usadas, que correspondem às cores da bandeira do&lt;br /&gt;Estado de Mato Grosso do Sul e ao mesmo tempo remete ao verde do pantanal e seu&lt;br /&gt;céu. Pode-se observar na própria constituição do enunciado, a inscrição na parte&lt;br /&gt;superior Mato Grosso do Sul e na parte inferior Estado do Pantanal como a indicar&lt;br /&gt;um período de transição, ainda se levarmos em conta a rede discursiva vide textos&lt;br /&gt;imagéticos representativos, esta articulação adquire maior construção de sentido, isto é,&lt;br /&gt;representa mais discursivamente. A inscrição Estado do Pantanal representa não&lt;br /&gt;apenas o “novo” gentílico, mas sobretudo a vitória do sujeito que enuncia pela liderança&lt;br /&gt;política que representa. No entanto, a conquista desse “novo” gentílico acaba sendo uma&lt;br /&gt;conquista político-mercadológica se, também, levarmos em conta a rede discursiva de&lt;br /&gt;que se reveste o debate: globalização, neoliberalismo, mídia, nacionalismo, pósmodernismo,&lt;br /&gt;onde estão inscritos outros discursos como: projeção nacional do Estado&lt;br /&gt;do Pantanal, tendo em vista que o nome Pantanal já é marca conhecida mundialmente e&lt;br /&gt;que muito bem traduz a vocação do Estado para o Ecoturismo, “Santuário Ecológico do&lt;br /&gt;mundo”, “Patrimônio Natural da Humanidade”.&lt;br /&gt;O enunciado, tal como evocado, com fundo verde e escritos branco parece&lt;br /&gt;significar a própria amplidão do Pantanal: o vazio verde delineado pelo espaço escrito,&lt;br /&gt;significando a justificativa para esse embate ideológico. A substituição do gentílico&lt;br /&gt;parece se justificar pela amplitude que é o Pantanal e pela sua importância turística que&lt;br /&gt;representa para o mundo: o enunciado, tal como evocado, é uma forma de se firmar,&lt;br /&gt;reivindicar adesão. Também, se a cor verde pode representar o “santuário ecológico”, o&lt;br /&gt;branco pode significar a paz, calma. Assim, o que causa um efeito de sentido na&lt;br /&gt;categoria cromática da placa indicativa é a alusão aos elementos do Pantanal: a&lt;br /&gt;amplitude das planícies, a paz, a calma, etc. criando uma outra filiação nas redes de&lt;br /&gt;memória. O texto é significativo pelo jogo de sentidos, que permite desdobramentos e&lt;br /&gt;possibilidades de serem outros, mas não qualquer outro, pois não há sentido livre de&lt;br /&gt;filiações históricas.&lt;br /&gt;Para Chevalier &amp; Gheerbrant (2000, p. 42) o branco “[...] absoluto[...] é a cor do&lt;br /&gt;candidato, i.e., daquele que vai mudar de condição...” O branco é um valor-limite, assim&lt;br /&gt;como as duas extremidades da linha infinita do horizonte. É uma cor de passagem&lt;br /&gt;produzindo em nossa alma “o mesmo efeito do silêncio” (idem) absoluto. Esse silêncio&lt;br /&gt;não está morto, pois transborda de possibilidades vivas... É um nada, um nada anterior&lt;br /&gt;a todo nascimento, anterior a todo começo. Aplicado ao nosso objeto de análise&lt;br /&gt;percebe-se que a seleção dos recursos para a produção dos discursos não é aleatória,&lt;br /&gt;mas sustentada numa construção de sentido que justifica a escolha desse tipo de recurso&lt;br /&gt;e não outro, no caso a cor branca com que é grafado o enunciado “Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;– Estado do Pantanal”. Ainda para Chevalier &amp; Gheerbrant (idem) (no branco) “ali&lt;br /&gt;está o interdito, suspenso na brancura côncava e passiva”. O branco é símbolo da&lt;br /&gt;afirmação, de responsabilidades assumidas, de poderes tomados e reconhecidos, de&lt;br /&gt;renascimento realizado; enfim, “é a cor da pureza a manifestar que alguma coisa acaba&lt;br /&gt;de ser assumida” . É uma cor neutra, passiva, mostrando que nada foi realizado ainda.&lt;br /&gt;Em relação ao verde, ainda de acordo com Chevalier &amp; Gheerbrant (2000, p.&lt;br /&gt;939), a sua “profundidade dá uma impressão de repouso terreno e de contentamento&lt;br /&gt;consigo mesmo [...] é uma cor tranqüilizadora, refrescante, humana [...] a cor verde leva&lt;br /&gt;ao Complexo de Édipo, ao culto do refúgio materno: o homem volta para a mãe como&lt;br /&gt;para um oásis, é o porto da paz”. Não é de se estranhar que o sujeito do discurso tenha&lt;br /&gt;optado por esta cor na produção discursiva como forma de assinalar o desejo do&lt;br /&gt;homem no retorno ao Éden, ao lugar onírico, à casa, ao refúgio materno, tendo o&lt;br /&gt;Pantanal como metáfora deste lugar, devendo o mesmo ser entrevisto como uma&lt;br /&gt;representação além do tempo e do espaço, onde o leitor desse texto imagético identifica&lt;br /&gt;o seu próprio universo, encontrando a sua própria imagem especular, ou arquétipos que&lt;br /&gt;sustentam a sua identificação com o enunciado. Assim, o Pantanal torna-se espelho&lt;br /&gt;para o cidadão sul-mato-grossense e para o outro (o de fora, incluindo aí o matogrossense)&lt;br /&gt;englobando-os, tornando o nenhum-lugar capaz de desvelar o conhecimento&lt;br /&gt;sobre o todo-lugar.&lt;br /&gt;Importa observar também quais eram as formas de representação identitárias do\&lt;br /&gt;no Mato Grosso do Sul, seja na música, nos costumes, na alimentação, na indumentária,&lt;br /&gt;etc. passando por várias configurações e rupturas de sentido, marcadas pela tensão dos&lt;br /&gt;sentidos até a configuração desse enunciado “Mato Grosso do Sul – Estado do&lt;br /&gt;Pantanal”. Importa observar que é um processo de constituição tenso, onde algumas&lt;br /&gt;formas de representação identitária do\no Mato Grosso do Sul são anuladas, deslocadas,&lt;br /&gt;silenciadas, outras se transformam e\ou são apagadas. Todo sentido está em relação&lt;br /&gt;com outros sentidos e, todo sentido do\no enunciado é, em algum aspecto, sentido de&lt;br /&gt;um discurso.&lt;br /&gt;Assim, o enunciado, tal como evocado, possui uma estética que é, ao mesmo&lt;br /&gt;tempo, política e mercadológica: política por estar imbuído de uma ideologia – tornar&lt;br /&gt;conhecida uma marca, mercadológica porque preocupada em “vender um gentílico” e&lt;br /&gt;de pretender enunciar para o outro, o de fora. O enunciado Mato Grosso do Sul e a&lt;br /&gt;incorporação da expressão Estado do Pantanal representa a explicitação da filiação em&lt;br /&gt;redes de memória de um projeto mais amplo, político e ideológico.&lt;br /&gt;Importante se faz, também, lembrar, que o ano de 1998 constitui-se a grande&lt;br /&gt;virada da esquerda no Mato Grosso do Sul e em outros estados da federação. Na arena&lt;br /&gt;dos embates políticos-ideológicos, pode-se considerar que não é qualquer enunciado&lt;br /&gt;que se constitui em acontecimento, ou, dito de outra forma, não é qualquer enunciado&lt;br /&gt;que consegue se inscrever com tamanha força, o que constitui um fato positivo.&lt;br /&gt;Também é oportuno assinalar que os textos imagéticos, a ‘bicharada de&lt;br /&gt;cimento’ ocupando os canteiros centrais das cidades do estado de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;constituem num embelezamento estético indiscutível. O que antes era uma paisagem&lt;br /&gt;nua, agora é enfeitada com requintes de arte, além das transformações dos&lt;br /&gt;convencionais orelhões telefônicos em objeto de arte que embebesse o olhar tanto nosso&lt;br /&gt;como do outro.&lt;br /&gt;Assim, pode-se resumir a história a partir dos seguintes fatos, de acordo com o&lt;br /&gt;Jornal virtual Campo Grande On-line, na sessão Polêmica: a) a proposta de mudar o&lt;br /&gt;nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal surge com Zeca do PT, tendo em&lt;br /&gt;vista que nos 20 anos o nome Mato Grosso do Sul não se firmou, o que constitui a razão&lt;br /&gt;das inúmeras confusões ainda feitas por personalidades, políticos e jornalistas sobre os&lt;br /&gt;dois territórios federais: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Importante assinalar que&lt;br /&gt;ninguém confunde Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, nem o Estado do&lt;br /&gt;Tocantins com Goiás, estados desmembrados mais recentemente. A proposta foi&lt;br /&gt;encampada enfaticamente pelo governador Zeca do PT logo após a sua posse. Em&lt;br /&gt;pouco tempo se percebeu que quanto mais à idéia era colocada como proposta de&lt;br /&gt;governo, ou como briga pessoal do governador, mais aumentava a sua rejeição, assim&lt;br /&gt;foi criada a Liga Pró Estado do Pantanal, que se propõe organizar a mobilização da&lt;br /&gt;sociedade civil em favor da mudança. b) Os defensores da idéia entendem-na justa a&lt;br /&gt;reivindicação de alteração do gentílico, já que dois terços do Pantanal estão em Mato&lt;br /&gt;Grosso do Sul; e boa parte dessa confusão poderia ter sido evitada se, na época do&lt;br /&gt;desmembramento, o velho Mato Grosso tivesse concordado em se chamar Mato Grosso&lt;br /&gt;do Norte, c) Há quem considere absurdo abrir mão do nome Mato Grosso, que ‘nos dá&lt;br /&gt;identidade’, mesmo sendo o apêndice: do Sul. Para esses, um bom trabalho de&lt;br /&gt;publicidade pode superar as confusões a nível nacional, e que não é justo impor a todo o&lt;br /&gt;Estado o nome de Pantanal, culturalmente restrito a uma região específica e, d) outros&lt;br /&gt;entendem que a idéia pode até ter cabimento, mas que foi colocada em hora errada ou&lt;br /&gt;de forma equivocada. Consideram autoritária a atitude do governo, de adotar o slogan&lt;br /&gt;“Estado do Pantanal” na publicidade oficial antes de uma ampla e democrática consulta&lt;br /&gt;à população. Há quem veja nisso uma auto-promoção do governo.&lt;br /&gt;Assim, o enunciador – Estado - cumpre o papel de destinador-manipulador, a&lt;br /&gt;quem cabe a responsabilidade pelos valores do discurso e que é capaz de levar o&lt;br /&gt;enunciatário – povo - a crer e a fazer. Esse fazer persuasivo é o que leva, no discurso e&lt;br /&gt;pelo discurso, à realização do fazer manipulador - Estado. O modelo greimasiano&lt;br /&gt;permite uma apreensão aprofundada da maneira como a relação proposta pelo&lt;br /&gt;enunciador-destinador ao enunciatário-destinatário serve de espinha dorsal à construção&lt;br /&gt;dos sentidos nos discursos.&lt;br /&gt;Nível Fundamental&lt;br /&gt;Como oposição de base temos campo versus cidade, ou conforme o quadrado&lt;br /&gt;greimasiano:&lt;br /&gt;Campo------------------------------------------------------Cidade&lt;br /&gt;euforia disforia&lt;br /&gt;relaxamento tensão&lt;br /&gt;não cidade--------------------------------------------------não campo&lt;br /&gt;Não-disforia não-euforia&lt;br /&gt;Distensão retensão&lt;br /&gt;Os termos Campo e Cidade são termos contrários, opositivos, cujos sentidos se&lt;br /&gt;estabelecem passando de situação de relaxamento para uma situação de tensão, num&lt;br /&gt;processo que vai para uma atitude de retensão e euforia. A partir daí, há uma atitude de&lt;br /&gt;tensão, ou de disforia em relação à cidade, que se configura para o destinatário como&lt;br /&gt;um aspecto negativo, o que provoca uma atitude de não disforia, em busca de&lt;br /&gt;argumentos que levem à recuperação do status de cultura inferior, partindo para a&lt;br /&gt;cultura não inferior.&lt;br /&gt;Nível Narrativo&lt;br /&gt;Para o texto iconográfico acima temos, no plano narrativo, a presença de um&lt;br /&gt;sujeito manipulador que procura manipular os enunciatários a crer no fato de que o&lt;br /&gt;nome Estado do Pantanal é o que melhor representa este território, tendo em vista que&lt;br /&gt;tal gentílico, além de diferenciar do outro, o Estado de Mato Grosso, ainda nos&lt;br /&gt;representa culturalmente. Dessa forma, numa oposição que estabelece o sentido, adquire&lt;br /&gt;os valores de ecológico, natural ou rural. Estratégia adotada a partir do momento em&lt;br /&gt;que se utilizam de expressões do tipo: “Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal”.&lt;br /&gt;Ou melhor, temos aqui a presença de um sujeito-manipulador – Estado - que busca um&lt;br /&gt;interlocutor - o povo sul-mato-grossense - como uma voz oculta que se institui a fim de&lt;br /&gt;tornar o enunciado mais objetivo, mostrando que há um sujeito destinador manipulador&lt;br /&gt;responsável pelas ações, o qual nos manipula em relação ao pré-construído. Temos um&lt;br /&gt;Sujeito politizado que busca um objeto – a adesão do povo à sua causa, a fim de&lt;br /&gt;adquirir um valor – reconhecimento como ser superior, reconhecimento de liderança&lt;br /&gt;política, capaz de convencer o povo.&lt;br /&gt;Um sujeito – o povo - que está em disjunção com o objeto natureza e que, por&lt;br /&gt;esse motivo, é submetido a uma avalanche de signos e símbolos eivados de significado&lt;br /&gt;e ideologia. Esses signos e símbolos representam um ideário instaurado pelo destinadormanipulador.&lt;br /&gt;Em um segundo percurso narrativo tem um sujeito – o Estado - numa situação&lt;br /&gt;de tensão, que busca poder-fazer e crê-saber- fazer através da insistência de sínteses&lt;br /&gt;imagéticas narrativas e culturais reivindicar uma identidade para o jovem Estado de&lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul. Sujeito – Estado - busca no objeto – esculturas ecológicas -&lt;br /&gt;valores para a representação da identidade, sufocada por fatores&lt;br /&gt;políticos\geográficos\sociais. Esses objetos – via “bicharada no cimento”, placas&lt;br /&gt;indicativas podem ser considerados como um objeto de combate à falta de identidade&lt;br /&gt;tida pelo sujeito destinador. Um enunciador que tenta convencer o enunciatário, através&lt;br /&gt;da iconografia representativa, por meio da imposição de uma cultura estilizada que não&lt;br /&gt;dá conta de representar-nos em todos os aspectos. Assim, podemos dizer que o percurso&lt;br /&gt;narrativo se configura da seguinte forma:&lt;br /&gt;PN1. [ S1 ® O1 – POVO ® Troca de Denominação]&lt;br /&gt;em que se lê: Plano Narrativo 1 = [Sujeito 1 – Estado, busca através do Objeto (O1) a&lt;br /&gt;adesão do POVO para a Troca de denominação].&lt;br /&gt;Um sujeito – Estado - que busca o objeto através da iconografia representativa – a&lt;br /&gt;adesão do povo - e através de um insistente retorno dessas sínteses narrativas procura&lt;br /&gt;alcançar o valor – a troca do gentílico.&lt;br /&gt;Em outras palavras há uma narrativa (percurso narrativo) que se constrói sob a&lt;br /&gt;ótica do Estado com o intuito de depreciar as formas de representação identitária do&lt;br /&gt;povo sul-mato-grossense, a fim de provar, através da sua voz instaurada na narrativa por&lt;br /&gt;meio de um sujeito não identificado, uma estratégia interdiscursiva, a incorporação do&lt;br /&gt;discurso figurativo ou temático do discurso do “pantanal”, presente nos textos em&lt;br /&gt;análise. O enunciador instaura um narrador e um narratário não identificados e que pode&lt;br /&gt;ser qualquer um, a fim de manipular o interlocutor através da provocação e da&lt;br /&gt;persuasão, numa disforia do povo para alcançar a euforia do “pantanal” e dar uma&lt;br /&gt;identidade a este povo, ou seja, a procura do valor “pantanal” se dá através da negação&lt;br /&gt;no outro em relação aos aspectos identitários, uma identidade que se constrói pela&lt;br /&gt;diferença, conforme Lopes (1997).&lt;br /&gt;Quanto ao plano narrativo 2, temos:&lt;br /&gt;PN2. [S1® O1 – sem identidade (povo) ® S2.® V ( Identidade)&lt;br /&gt;Um sujeito – povo - que busca um objeto - uma identidade - presente nas&lt;br /&gt;manifestações culturais\sociais\artísticas\folclóricas, a fim de atingir, pôr o sujeito&lt;br /&gt;Estado numa situação de disforia e adquirir a identidade, ou melhor, um resgate da&lt;br /&gt;identidade, através das vozes que se fazem ouvir categoricamente, que falam por ele.&lt;br /&gt;Nesse percurso provoca-se uma crítica implícita quando, por meio de uma&lt;br /&gt;intencionalidade marcada pela expressão “Mato Grosso do Sul – Estado do&lt;br /&gt;Pantanal”, a qual provoca o sentido contrário, aquele que quer se identificar como sulmato-&lt;br /&gt;grossense não tem o poder para o ser. Não é. Há implícita uma negação de Estado&lt;br /&gt;do Pantanal através do plano narrativo 2 ( PN2) e uma afirmação da transformação do&lt;br /&gt;Estado de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal ao mencionar tal enunciado que&lt;br /&gt;o sujeito Estado acredita ter o poder fazer, através do objeto – iconografia&lt;br /&gt;representativa, a fim de alcançar os valores – uma forma de representação identitária.&lt;br /&gt;Nível Discursivo (Categoria de Pessoa)&lt;br /&gt;No que se refere à última etapa do percurso gerativo do sentido em que à&lt;br /&gt;narrativa são dados um ou vários sujeitos, um tempo, um espaço, objetos, destinadores,&lt;br /&gt;investimentos semânticos, o enunciador instaura a voz, mas a instaura de modo que o&lt;br /&gt;enunciatário é qualquer um, aquele que repete o enunciado numa heterogeneidade&lt;br /&gt;implícita remetendo ao discurso do “santuário ecológico do mundo”, numa perspectiva&lt;br /&gt;de adesão. Faz uso da heterogeneidade constituída, ao não mencionar o sujeito, que&lt;br /&gt;pode ser qualquer um ou todos e apagar os complementos tornando o texto não literal, o&lt;br /&gt;que marca mais objetivamente o enunciado, a voz que não tem dono como uma forma&lt;br /&gt;de elevar à categoria de “verdade” de todos os que o enunciam,.&lt;br /&gt;Há a presença da voz do enunciador – que a partir da leitura do enunciado&lt;br /&gt;pode ser qualquer um ou todos -, o qual atua como um mediador entre as partes,&lt;br /&gt;deixando claro o peso das representações identitárias, oscilando entre Mato Grosso do&lt;br /&gt;Sul e Estado do Pantanal, alguns, inclusive até reivindicam sua identidade sufocada, ou&lt;br /&gt;que permanece sufocada, até mesmo pelo fato de ao povo não ser dada a palavra. Há&lt;br /&gt;quem fale por ele, defenda suas causas, mas não é dada a voz a ele a fim de que fale, o&lt;br /&gt;que se percebe é uma construção que embora em prol de um ideal, marca uma certa&lt;br /&gt;tensão, um tom de generalidade, de que em qualquer lugar deste Estado será pantanal;&lt;br /&gt;do enunciador em relação à adesão da sua causa na defesa de sua valorização e resgate&lt;br /&gt;da identidade. Embora o enunciador busque o narrador para apresentar o discurso&lt;br /&gt;daqueles que se dizem sul-mato-grossenses, e busque também a voz dos que lutam&lt;br /&gt;pelas causas identitárias, enquanto a primeira se apresenta, embora de forma&lt;br /&gt;silenciosa, de modo a reproduzir as manifestações culturais e identitárias, a última se&lt;br /&gt;apresenta através de outras vozes que não são as legitimas e que também não&lt;br /&gt;apresentam nenhuma pista acerca dessas representações, além de estar na contramão&lt;br /&gt;desse discurso, até reivindicam sua identidade como sul-mato-grossense, numa&lt;br /&gt;indefinição, o que pode criar um simulacro da ausência de argumentos acerca das&lt;br /&gt;ofensivas realizadas.&lt;br /&gt;Categoria de Tempo&lt;br /&gt;Quanto ao aspecto temporalização, podemos dizer que nos textos imagéticos é&lt;br /&gt;marcante a presença do presente histórico, a fim de marcar uma verdade incontestável&lt;br /&gt;para os acontecimentos, uma proximidade com a enunciação, o que vem reafirmado&lt;br /&gt;com a relação sincrética dos textos com as fotos de animais e aves do pantanal em&lt;br /&gt;requintes de arte estilizadas,&lt;br /&gt;Categoria de Espaço&lt;br /&gt;No que se refere ao aspecto espacialização, temos os canteiros centrais das&lt;br /&gt;cidades e entradas das principais cidades do Estado de Mato Grosso do Sul, local de&lt;br /&gt;maior importância ou máxima valorização espacial, sem contar com o fato de que as&lt;br /&gt;imagens se fazem presentes também nos ônibus que saem\partem\cruzam o Estado de&lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul, na mídia televisiva, nos canteiros em residências, nos cartazes de&lt;br /&gt;divulgação do Estado, etc.&lt;br /&gt;Tematização e Figurativização&lt;br /&gt;Quanto às formas, temos as categorias semânticas que são disseminadas, de&lt;br /&gt;modo abstrato em tematização e de modo concreto, figurativização; podemos dizer que&lt;br /&gt;o texto imagético faz uso de estruturas temáticas e figurativas. Temáticas na medida em&lt;br /&gt;que menciona abertamente a posição do Estado em relação às formas de representação&lt;br /&gt;identitárias. Figurativo na medida em que faz uso das imagens, da apresentação do&lt;br /&gt;discurso imagético acerca das formas de representação e da atitude de resistência e\ou&lt;br /&gt;apoio dos adeptos das causas identitárias, no que se refere a esta forma de&lt;br /&gt;representação.&lt;br /&gt;Por meio dessa observação, percebe-se que o texto faz uso mais do nível&lt;br /&gt;figurativo que do temático, o que nos leva a crer numa tentativa de nos remeter ao&lt;br /&gt;mundo perceptível, pois os textos figurativos servem para que o enunciador faça crer&lt;br /&gt;que um pedaço da realidade que ele recortou é a própria realidade criando um efeito de&lt;br /&gt;objetividade. O que nos permite, então, dizer que o enunciador busca a adesão do&lt;br /&gt;enunciatário para o embate de aspectos identitários e culturais e a manipulação sofrida&lt;br /&gt;pelo povo em razão do embate ideológico que se trava nesse campo.&lt;br /&gt;Plano de Expressão&lt;br /&gt;Partindo para o plano de expressão, as várias formas, suporte ou o semisimbolismo,&lt;br /&gt;cuja mudança muda o sentido ou o plano do conteúdo, podemos começar&lt;br /&gt;pela tipografia do título do enunciado, as quais são negritadas, o que denota um tom de&lt;br /&gt;peso, sugestivo; ou pela posição, ou aspecto topológico, aquela que diz respeito a&lt;br /&gt;posição que ocupa o enunciado aludindo-nos a uma noção de mais ou menos valor.&lt;br /&gt;Dessa forma, embora esse enunciado esteja nas principais rodovias de entradas das&lt;br /&gt;principais cidades do Mato Grosso do Sul e a ‘bicharada de cimento’ esteja nos&lt;br /&gt;canteiros principais das cidades sul-mato-grosssenses, encontra-se, ainda, nos principais&lt;br /&gt;eventos do Estado patrocinados pelo mesmo, como se a cultura estivesse numa relação&lt;br /&gt;de mercado, no jogo entre o que vale menos e o que vale mais na cultura ocidental, ou&lt;br /&gt;como se a identidade estivesse perdendo seu valor, o que fica evidente com a expressão&lt;br /&gt;“Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal”: em letras grossas, marcando a “nova”&lt;br /&gt;identidade, estratégias estas dignas de reconhecimento, cuja intencionalidade é&lt;br /&gt;promover a tensão e chamar a atenção. Arrebatamento e sustentação.&lt;br /&gt;A análise se concentra na compreensão do enunciado que resume, de certo&lt;br /&gt;modo, a iconografia representativa sul-mato-grossense: “Mato Grosso do Sul – Estado&lt;br /&gt;do Pantanal”. Formulado a partir do Governo Popular de Zeca do PT, esse enunciado&lt;br /&gt;trás outras formulações, entre as quais, o “vender um gentílico”. Assim, objetiva-se a&lt;br /&gt;compreensão do processo de significação instaurado por esse enunciado. É importante&lt;br /&gt;observar sua historicidade, ou seus diferentes modos de formulações nos diferentes&lt;br /&gt;textos para apreender sua discursividade. Vale lembrar que esse enunciado se inscreve&lt;br /&gt;na ordem do discurso com a ascensão de Zeca do PT ao governo do estado, instaurando&lt;br /&gt;o Governo Popular de Mato Grosso do Sul, fazendo parte, assim, das relações de forças&lt;br /&gt;e de sentidos que a partir dele se delineiam.&lt;br /&gt;Com a particularidade do seu gênero – placas gigantes sobre as rodovias – ele se&lt;br /&gt;mantém visível, disponível para leitura dos sul-mato-grossenses e do outro, o de fora&lt;br /&gt;que aqui chega. Sua leitura se constitui já em uma “obrigação” aos cidadãos deste ou de&lt;br /&gt;outro lugar. A leitura do enunciado já produz, em si, esse lugar do cidadão sul-matogrossense&lt;br /&gt;– Estado do Pantanal – não de qualquer modo, mas ritualizado e, ao mesmo&lt;br /&gt;tempo, devido às condições de produção, ao seu modo particular de significar.&lt;br /&gt;Assim, o enunciado, tomado como discurso, ligado à tematização iconográfica,&lt;br /&gt;degenera em efeitos ideológicos dos mais variados matizes. Os efeitos ideológicos&lt;br /&gt;desencadeados nessa leitura é constituído discursivamente como transposição de formas&lt;br /&gt;materiais em outras, ou seja, como simulação em que os sentidos são projetados em&lt;br /&gt;outros. Esses efeitos ideológicos são interpretados através de aspectos históricos,&lt;br /&gt;apagando-se a materialidade das condições de produção dos sentidos. Os efeitos&lt;br /&gt;ideológicos surgem, pois, do encontro simbólico com o imaginário uma vez que a&lt;br /&gt;ideologia não é, mas o mecanismo de produzir aquilo que é.&lt;br /&gt;Os sentidos chegam e se deslocam, tomam formas na história de suas&lt;br /&gt;formulações até chegarem ao efeito desejado. No enunciado em questão, podemos&lt;br /&gt;apreciar o trajeto pelo qual o sentido se instala, precisamente, migrando para a&lt;br /&gt;consensualidade da população sul-mato-grossense, tornando-se senso-comum.&lt;br /&gt;O enunciado “Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal” aparece&lt;br /&gt;materializado num hexagrama, constituído no Yin-Yang, emergindo esse enunciado&lt;br /&gt;num efeito de sentido. Segundo Chevalier &amp; Gheerbrant (2000, p. 968) “o Yin e o&lt;br /&gt;Yang, embora representam dois contrários, jamais se opõem de modo absoluto, pois&lt;br /&gt;entre eles há um período de rotação que permite uma continuidade”, o que permite-nos&lt;br /&gt;atribuir uma construção de sentido que, em relação ao discurso veiculado pelo&lt;br /&gt;enunciado e, levando em conta o que já foi dito sobre o mesmo Mato Grosso do Sul e&lt;br /&gt;Estado do Pantanal não se opõem, mas pressupõe uma continuidade, tudo tem a ver com&lt;br /&gt;os dois simultaneamente. Ainda para os autores: “a unidade se polariza” (idem)&lt;br /&gt;evocando respectivamente a unidade e a dualidade.&lt;br /&gt;Sendo o Yin e Yang expresso através de um círculo dividido em duas metades&lt;br /&gt;iguais por uma linha sinuosa, é possível observar que o comprimento da separação&lt;br /&gt;mediana é igual à da semi-circunferência exterior; que o encontro de cada metade Yin e&lt;br /&gt;Yang é, portanto, igual ao perímetro total da figura. A metade Yin contém um ponto&lt;br /&gt;Yang e a metade de Yang um ponto Yin, sinal de interdependência das duas&lt;br /&gt;determinações – Mato Grosso do Sul no Pantanal e vice-versa. Assim, Yin e Yang são a&lt;br /&gt;análise e a imagem das representações espaço-temporais. Para Chevalier &amp; Gheerbrant&lt;br /&gt;“trata-se, originalmente, da encosta sombria e da encosta ensolarada de um vale [...]&lt;br /&gt;designam o aspecto obscuro e o aspecto luminoso de todas as coisas.&lt;br /&gt;As cores originais do Yin e Yang são preto e branco. Observa-se uma alteração&lt;br /&gt;na cor utilizada pelo sujeito do discurso ao utilizar-se do verde-branco e o azul. Ao&lt;br /&gt;utilizar-se da cor azul, temos aí, também, um efeito de construção de sentido, pois para&lt;br /&gt;Chavalier &amp; Gheerbrant (idem, p. 107) “o azul é a mais profunda das cores: nele, o&lt;br /&gt;olhar mergulha sem encontrar qualquer obstáculo, perdendo-se até o infinito [...] a cor&lt;br /&gt;azul suaviza as formas, abrindo-as e desfazendo-as”. Estrategicamente reelaborado, o&lt;br /&gt;texto imagético em análise sugestiona, com todos os efeitos que dele depreendem, “o&lt;br /&gt;inacessível, embora tão próximo” (idem). O pensamento consciente, nesse momento,&lt;br /&gt;vai pouco a pouco cedendo lugar ao inconsciente. Parafraseando Chevalier e&lt;br /&gt;Gheerbrant, o azul é o útero e “pode até mesmo significar o cúmulo da passividade e da&lt;br /&gt;renúncia” (idem, p. 108).&lt;br /&gt;A linguagem, às vezes, vive situações diversas: tensas, dilacerantes, misteriosas,&lt;br /&gt;mágicas, reveladoras. É como se nada pudesse dar conta do desconhecido, do&lt;br /&gt;inesperado. Os silêncios povoam e o mistério da palavra esconde-se tanto no autor&lt;br /&gt;quanto no leitor, da mesma forma que no texto e na história, permitindo muitos jogos de&lt;br /&gt;linguagens, desdobrando-se em signos, ícones, símbolos - simulacros. Às vezes&lt;br /&gt;aparecem sem sentidos, vazias, em metáforas, conceitos e figuras, mas sempre&lt;br /&gt;precisando de um referente. Elas não existem em si, como se fossem auto-suficientes,&lt;br /&gt;mas se constituem na trama das relações sociais, às vezes explícitas, outras vezes&lt;br /&gt;transparentes ou implícitas. Está lá, no contraponto das relações, sob todas as formas,&lt;br /&gt;nas formas de sociedade e nos jogos das forças sociais e por estar aí, nessa relação, elas&lt;br /&gt;são histórico-sociais: trabalho e cultura e adquirem um nome, um sujeito, um sentido,&lt;br /&gt;um movimento, um significado. Podemos observar na análise empreendida que a mera&lt;br /&gt;estrutura lingüística “Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal” representa essa&lt;br /&gt;dimensão discursivo-narrativa, saindo dos estritos limites da frase para adquirir um&lt;br /&gt;status histórico-social, um sujeito, um sentido, um movimento e um significado.&lt;br /&gt;Os sentidos de um ‘gesto de leitura’ são sempre reatualizados pelos leitoresautores&lt;br /&gt;históricos, por isso as considerações finais não chegam a concluir, fechar a&lt;br /&gt;análise, nem se esgotar, tendo em vista que nossa análise se produziu por discursos&lt;br /&gt;fragmentados de um todo que nunca se pode mostrar completamente, porque a&lt;br /&gt;identidade não é, mas está sendo.&lt;br /&gt;Verificamos, nos discursos, as estratégias discursivas utilizadas para a (re)&lt;br /&gt;inscrição de tantos sentido, cruzando acontecimento com estrutura, deslocamento, (re)&lt;br /&gt;configuração, observamos como o Estado se utiliza dos Aparelhos Ideológicos, a mídia&lt;br /&gt;em especial, e se firma enquanto sujeito que pode enunciar, em face de sua posição de&lt;br /&gt;vanguarda, ocupando uma posição institucional, produzindo discursos eivados de&lt;br /&gt;ideologia, que, ao se inscreverem no “fio do discurso”, estabelece, estrategicamente,&lt;br /&gt;uma relação discursiva com o enunciado “Mato Grosso do Sul – Estado do&lt;br /&gt;Pantanal”, o que qualifica o discurso como positivo, geográfico e ecologicamente&lt;br /&gt;correto, dando-lhe sustentação e justificativa para legitimar a prática do próprio Estado.&lt;br /&gt;Essa produção de sentidos pode ser lida a partir da própria instalação do&lt;br /&gt;Governo Popular de Mato Grosso do Sul, instituído por Zeca do PT – José Orcírio dos&lt;br /&gt;Santos-, a partir de 1998, cuja proposta de “modernização do Estado” se inicia por&lt;br /&gt;romper com a tradição oligárquica na política estadual seguida da implantação de “um&lt;br /&gt;novo tempo pra Mato Grosso do Sul”. Essa proposta de “modernização” conjuga em&lt;br /&gt;seu projeto determinações políticas e históricas que, para torná-la visível, é preciso&lt;br /&gt;observá-lo, indiretamente, por métodos discursivos: históricos, críticos, desconstrutivos.&lt;br /&gt;Assim, a implantação de placas indicativas gigantes instaladas nas&lt;br /&gt;rodovias estaduais, congregando em seu designe a inscrição “Mato Grosso do Sul –&lt;br /&gt;Estado do Pantanal” e os discursos que lhes sustentam, re-significados em “bichos do&lt;br /&gt;Pantanal” inseridos nos canteiros centrais das cidades sul-mato-grossenses, somando-se&lt;br /&gt;a isso os discursos pró Estado do Pantanal ou o contra-discurso dessa mesma&lt;br /&gt;discursividade presente na mídia, permite-nos produzir efeitos de sentido pelos muitos&lt;br /&gt;modos de construção da significação que a própria discursividade conduz-nos ao&lt;br /&gt;trabalharmos com os entremeios, os reflexos indiretos, os efeitos e construção de&lt;br /&gt;sentidos.&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São&lt;br /&gt;Paulo. Atual. 2003.&lt;br /&gt;_______ . Teoria Semiótica do Texto. São Paulo. Ática. 1990.&lt;br /&gt;CAMPO GRANDE NEWS&lt;br /&gt;CHEVALIER, J. &amp; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 15 ed. José Olympio&lt;br /&gt;Editora. Rio de Janeiro. 2000.&lt;br /&gt;DISCINI, Norma. O estilo nos textos. São Paulo. Contexto. 2003.&lt;br /&gt;GREIMAS, A. J. Dicionário de semiótica. São Paulo. Cultrix. 1976.&lt;br /&gt;LOPES, Edward. Saussure e Greimas. In: OLIVEIRA, A.C. &amp; LANDOWSKI, E. (eds).&lt;br /&gt;Do inteligível ao sensível. Em torno da obra de Algirdas Julien Greimas. São Paulo.&lt;br /&gt;EDUC. 1995.&lt;br /&gt;FIORIN, José Luiz. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo.&lt;br /&gt;São Paulo. Ática. 2002.&lt;br /&gt;PIETROFORTE, Antonio Vicente. A língua como objeto da lingüística. In: Introdução&lt;br /&gt;à SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. Cultrix. São Paulo. 1995.&lt;br /&gt;TIERRA, Pedro. Pantanal: a emergência do novo (artigo). Revista Teoria e debate n.&lt;br /&gt;43. jan. e março/2000, de 31/03/2000, disponível em ≤http:/ /www2.fpa.org.br/portal≥&lt;br /&gt;acesso em 10.05.2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5423287388507437535?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5423287388507437535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5423287388507437535&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5423287388507437535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5423287388507437535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/08/mato-grosso-do-sul-estado-do-pantanal.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3556006200150479297</id><published>2009-08-17T19:22:00.001-04:00</published><updated>2009-08-17T19:25:47.740-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estado do Pantanal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Alex Furtado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado de Bonito? Estado de Campo Grande?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente a Campanha para a importante mudança de nome do Estado do Mato Grosso "do Sul" (nome que nunca teve sucesso) para o nome estratégico de "Estado do Pantanal" está sendo corrompida mais uma vez por pessoas sem conhecimento ou então que devem, no mínimo, torcer pelo sucesso de outros estados e não do nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obvio que a mudança do nome de nosso estado para "Estado do Pantanal" será a maior ação de marketing estratégico já feito por um estado. O nome Pantanal vale trilhões de dólares e a possibilidade de termos este nome no nosso estado é grande, mas a possibilidade de nossos governantes pensarem desta forma não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi conversas absurdas dentro de círculos de deputados, de prefeitos e etc. Fundamento estratégico parece não existir na cabeça política partidária. O fato é que uma mudança destas acarretaria em mais verbas para o estado e mais dinheiro para todos – inclusive para a classe político partidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordem e rápido, pois, com a velocidade de tartaruga e com estratégias mal definidas já perdemos muito. Sejamos agora ágeis como onças. Atenham-se a quem é contra a mudança e por quê. Atenham-se aos que tentam inventar outros nomes para estar no palanque e dissolver o que está nascendo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestem atenção no momento e não hesitem ao chegarem para você dono do "Refrigeréco Mirinda Limão" e proporem te darem o nome de "Coca-Cola" com autorização da marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes Coca-Cola e Google valem milhões, assim como o nome Pantanal vale, a única diferença é que o nome Coca Cola e Google tem dono. Mas o nome Pantanal podemos nos dar de presente. Ainda estamos em dúvida se aceitamos ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado, pois, a maioria dos que não aceitam o nome "Estado do Pantanal" são mato grossenses, alguns nascidos no sul, mas, ainda com a alma do norte - os verdadeiros sul mato grossenses que nasceram após a divisão do estado querem mudança, são jovens e pensam no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores abram a cabeça, desçam do palanque, sejam jovens e tenham maior percepção. Com a mudança de nome não ganharemos somente identidade, ganharemos mais dinheiro, muito mais dinheiro, o que gera empregos, o que gera educação, o que gera cultura e até o que gera mais palanques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindos ao "Estado do Pantanal", pois, o Mato Grosso do Sul para o resto do mundo nada mais é do que aquele pedacinho mal batizado que nos impuseram o nome para ser o "vice-Mato Grosso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos acordar e enxergar, pois, disso depende o destino deste estado rico e fantástico que, ao mudar de nome, valerá o quanto pesa e deixará de ser o vice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alex Furtado&lt;/span&gt; é diretor-presidente da Agência Ar, presidente do Comtur de Miranda, e presidente do Fórum Estadual de Turismo do Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.sistemaodia.com/blogs/estado-do-pantanal-em-lugar-de-mato-grosso-do-sul-47333.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3556006200150479297?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3556006200150479297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3556006200150479297&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3556006200150479297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3556006200150479297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/08/estado-do-pantanal-por-alex-furtado.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3164480951527615939</id><published>2009-07-18T18:35:00.002-04:00</published><updated>2009-07-18T18:40:50.452-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cuiabá quer a marca PANTANAL. Nós vamos dar de mão-beijada?&lt;/strong&gt; O artigo abaixo foi publicado antes de se conhecer oficialmente as sub-sedes da Copa de 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COPA 2014&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Copa do Pantanal é de Mato Grosso &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;BLAIRO MAGGI &lt;br /&gt;Governador do Estado de Mato Grosso&lt;br /&gt;(http://www.seder.mt.gov.br/html/ind_modelo.php?CX=noticia_miolo&amp;codigoNoticia=2042&amp;f_assunto=0&amp;f_data=0)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo às 14h30m a Fifa vai anunciar oficialmente as sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Tudo indica favoravelmente que Cuiabá será anunciada como uma das sedes. Nesse caso, a escolha não terá sido por acaso. Terá sido fruto de um longo trabalho iniciado ainda em 2006. Se, eventualmente, a escolha não for decidida em favor de Cuiabá, não nos sentiremos culpados, porque lutamos e fizemos todo o dever de casa que podíamos ter feito. Como Deus ajuda a quem madruga, a nossa fé é que Cuiabá será escolhida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de lembrar que em 2006 recebemos o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para inspecionar o estádio Verdão, em Cuiabá. Em seguida, entregamos à CBF a nossa proposta e projetos de obras em estádios, em infraestrutura geral e turística para disputarmos a escolha de Cuiabá como sede. Em 2007 defendemos no Rio de Janeiro a candidatura de Cuiabá junto ao Comitê Executivo da Fifa e reafirmamos a nossa disposição em readequar e remodelar o estádio Verdão, nos propondo a reconstruí-lo. Por fim, em outubro de 2007, estivemos em Zurique, na Suíça, quando a Fifa oficializou o Brasil como país-sede da Copa do Mundo de 2014. Pessoalmente, defendi na presença do presidente Lula, que o Pantanal Mato-grossense tivesse uma das 12 sedes da Copa de 2014. Embora o Pantanal seja comum a Mato Grosso e a Mato Grosso do Sul, obviamente, minha defesa era inteiramente direcionada para Cuiabá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora essas ações junto à CBF e à Fifa, tomamos uma série de outras medidas importantes que impressionaram muito bem a direção da CBF e da Fifa. Por exemplo, imediatamente contratamos uma empresa especializada em grandes eventos de futebol para começar a planejar tudo o que pudesse ser necessário para o caso de Cuiabá ser a cidade do Pantanal escolhida. Preparamos 26 projetos de infra-estrutura que vão da remodelação do estádio Verdão, até projetos de infra-estrutura de tráfego, hospitalares, de preparação de recursos humanos, de visão completa sobre o turismo, e uma série imensa de outras ações que já foram ou que serão divulgadas a partir de segunda-feira próxima. Nesse intervalo, mantivemos entendimentos muito próximos com as nossas bancadas parlamentares estadual e federal, no sentido de mobilizar articulação e comprometimento com projetos e com alocação de recursos financeiros necessários às obras. Criamos um fundo que já acumula recursos disponíveis para as primeiras atitudes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mato Grosso se preparou com cuidado, com organização, com planejamento e sem agressividade pensando em todo o potencial econômico, turístico, ambiental e, especialmente, o capital humano de Cuiabá e de todos os habitantes do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a absoluta convicção de que fizemos tudo que estava ao nosso alcance para convencer a CBF primeiro, e depois a Fifa, de que Cuiabá deve ser a sede da Copa do Pantanal. Embora a sede seja em Cuiabá, a Copa é de Mato Grosso, porque a escolha terá sido baseada em todos os potenciais de nosso Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui para a frente, depois de segunda-feira, começaremos um intenso ritmo de ações para ganharmos tempo e transformarmos Cuiabá numa das mais festivas e eficientes sedes da Copa do Mundo de 2014 na capital e nas cidades do seu entorno. Teremos como ganho ao final da Copa, uma série de equipamentos sociais como um grande complexo esportivo e de eventos no lugar do atual Verdão, capaz de atrair investimentos esportivos e de negócios futuros de todo o país e do mundo. Teremos uma grande reordenação viária e urbanística de Cuiabá, de Várzea Grande e dos municípios vizinhos. &lt;strong&gt;Teremos, também, conquistado definitivamente o título de Estado do Pantanal. Aliás, o Pantanal é a terceira marca turística mais lembrada no mundo. Isso representa a possibilidade infinita de eventos futuros debaixo da marca Pantanal.&lt;/strong&gt; Teremos, seguramente, um aeroporto completamente readequado e modernizado, através da Infraero, e o governo federal deverá anunciar o PAC do Copa do Mundo, que contemplará as sedes dos jogos com programas de investimentos capazes de mudar. Da parte do Governo de Mato Grosso faremos todo o possível para que o Brasil e o mundo não se decepcionem conosco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguramente, o turismo será um dos mais beneficiados durante e depois da Copa, com melhor infra-estrutura hoteleira, de acessos rodoviários, de novos pontos atrativos de turistas e com uma oferta de recursos humanos bem preparados para o turismo que, de outro modo, levaria muito tempo para ser alcançada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, será o Dia D. Escolhidos, todos devemos ir para as ruas festejar a nossa vitória. Certamente, o futuro de Cuiabá e de Mato Grosso serão profundamente transformados positivamente para o futuro. Vamos festejar, rir, cantar, comemorar e nos preparar para a festa da Copa. Aliás, a alma mato-grossense sempre foi festeira. Agora, mais do que nunca, com um motivo como esse que acontece no máximo uma vez em cada século! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* BLAIRO MAGGI é governador de Mato Grosso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3164480951527615939?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3164480951527615939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3164480951527615939&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3164480951527615939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3164480951527615939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/cuiaba-quer-marca-pantanal.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2755926482189701278</id><published>2009-07-14T21:56:00.000-04:00</published><updated>2009-07-14T21:57:07.098-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Farias disse...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro amigo ñ adianta mudar o nome do Estado, qdo oq deve ser mudado é consciência das pessoas...pois já é sabído q é uma velha batalha, o individualismoo do povo sul-matogrossense, as vastas tentativas de se fazer ser enxergado,e do outro lado o descaso de nossos governantes emñ nos querer enxergar......&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2755926482189701278?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2755926482189701278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2755926482189701278&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2755926482189701278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2755926482189701278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/farias-disse.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-6219089407782205146</id><published>2009-07-14T21:36:00.002-04:00</published><updated>2009-07-14T21:50:20.487-04:00</updated><title type='text'>Pantanal, em resposta ao comentário</title><content type='html'>Meu caro Farias, muito obrigado por participar deste debate. Em verdade o que se quer não é mudar o nome e sim ter um nome, pois o que temos é emprestado de Cuiabá. A batalha é realmente muito grande, mas gostamos dos desafios. Foi assim na divisão do Estado e não será diferente com o Estado do Pantanal. Os governantes não são culpados porque nos chamam de Mato Grosso. O problema é que não há nome (de estado, cidade ou gente) com mais de três palavras, que não seja abreviado. Rio Grande do Sul é Rio Grande e Mato Grosso do Sul será sempre chamado de Mato Grosso. Se você não se importa de ser matogrossense e não se estressa quando alguém se dirige a Mato Grosso do Sul apenas por Mato Grosso, então não há porque torcer pelo Estado do Pantanal. Agora, se como eu, você se preocupa com este lance de identificação, então está na hora de fazer parte deste movimento. Ou aceitamos o Mato Grosso numa boa ou adotamos o Estado do Pantanal, para nunca mais sermos confundidos com o Estado vizinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-6219089407782205146?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/6219089407782205146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=6219089407782205146&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6219089407782205146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6219089407782205146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/pantanal-em-resposta-ao-comentario.html' title='Pantanal, em resposta ao comentário'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3792336813470989001</id><published>2009-07-12T21:37:00.002-04:00</published><updated>2009-07-12T21:42:35.088-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Senadora admite dificuldade em emplacar Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trecho de discurso da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) em defesa da Copa em Campo Grande. Fevereiro de 2009 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira 18 02015&lt;br /&gt;(http://www.senado.gov.br/sf/publicacoes/diarios/pdf/sf/2009/02/17022009/02015.pdf)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Paraguai é muito importante para nós&lt;br /&gt;na luta que estamos para fazer a fim de que o nosso&lt;br /&gt;Estado tome uma outra dimensão. E dizer então ao&lt;br /&gt;povo brasileiro por que estamos lutando tanto pela&lt;br /&gt;Copa. Só por isso? Não; mais do que isso. Chegou o&lt;br /&gt;momento, depois da divisão do Estado de Mato Grosso,&lt;br /&gt;criando o Mato Grosso do Sul, que nós sentimos&lt;br /&gt;que não tínhamos tanta identidade, a dificuldade de&lt;br /&gt;nos firmarmos como Estado, com uma identidade que&lt;br /&gt;não era aquela que nós queríamos, o povo brasileiro&lt;br /&gt;não vendo ainda Mato Grosso do Sul, tendo mesmo&lt;br /&gt;dificuldade de dizer até o nome. Qualquer um nos&lt;br /&gt;chamava de Mato Grosso. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;As pessoas têm dificuldade&lt;br /&gt;em lembrar que existe um Estado chamado Mato&lt;br /&gt;Grosso do Sul, e as pessoas falam Mato Grosso. Hoje&lt;br /&gt;mesmo, nesta tribuna, um Senador falou Mato Grosso&lt;br /&gt;e nós corrigimos: Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;Até, Senador Mão Santa, pensou-se em trocar&lt;br /&gt;o nome do Estado; substituir o nosso Mato Grosso do&lt;br /&gt;Sul pelo Estado do Pantanal, pela dificuldade das pessoas&lt;br /&gt;em lembrar qual era o nosso nome.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Por isto nós&lt;br /&gt;queremos também a Copa: para garantir que o nome&lt;br /&gt;do nosso Estado seja um nome falado não só em Mato&lt;br /&gt;Grosso do Sul mas no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(o grifo é nosso)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3792336813470989001?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3792336813470989001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3792336813470989001&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3792336813470989001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3792336813470989001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/senadora-admite-dificuldade-em-emplacar.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-8975594620241463273</id><published>2009-07-12T21:20:00.001-04:00</published><updated>2009-07-12T21:21:52.761-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Leitor se indigna com a escolha de Cuiabá e defende troca de nome do Estado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;in Copa 2014 on Quinta-feira, 4 de Junho de 2009&lt;br /&gt;(http://www.megadebate.com.br/2009/06/leitor-se-indigna-com-escolha-de-cuiaba.html)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de nome é um sonho antigo dos sul-matogrossenses. Ninguém gosta do nome atrelado ao antigo Mato Grosso, por conta de desavenças históricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira tentativa de separação ocorreu na década de 1930, quando o sul se separou do antigo Mato Grosso e passou a se chamar de Estado de Maracaju (nome de uma serra que cruza todo o cenro do estado, de norte a sul, e divide as bacias do Pantanal e do rio Paraná). A divisão acabou com o fim da revolução de 1932.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, veio a divisão ofical do final de decada de 1970, com o infeliz nome de Mato Grosso do Sul (não existe um Mato Grosso do Norte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a mudança que se avizinha será a terceira, definitiva e completa emancipação da porção sul do antigo estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a importância desta mundaça agora, no rastro de escolha de Cuiabá como sede da Copa no Pantanal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prejuízo que mais conta não é a perda dos investimentos em infra-estrura e os 4 jogos da Copa, que irão para Cuiabá. O Prejuízo gigantesco virá dos 5 longos anos martelando mundo afora, e também no Brasil, os nomes de Cuiabá e de Mato Grosso associados à palavra Pantanal. O resultado será uma efetiva fixação de Cuiabá como o destino natural para quem queira visitar o Pantanal. Isso configura um prejuízo gigantesco para o turismo no Mato Grosso do Sul, e também uma apropriação indevida do nome Pantanal pela FIFA, pela CBF e por Cuiabá, especialmente quando se leva em consideração que 65% do Pantanal está no Mato Grosso do Sul. É injusto, até porque a FIFA e a CBF são entidades privadas! E elas visam auferir lucros astronômicos com a Copa, obviamente. Assim, o estado do Mato Grosso do Sul é absurdamente prejudicado neste contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única forma de se balancear este problema é mudando o nome do estado do Mato Grosso do Sul, para Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se também em ações judiciais para coibir o uso do nome Pantanal pelas entidades promotoras da Copa, ou ressarcimento ao MS na mesma proporção da área que corresponde ao Pantanal em seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa fica ainda mais complicada quando se leva em conta que a FIFA e CBF exigem de forma acintosa investimentos dos governos (leia-se dinheiro público) nas cidades sede da Copa. Quem são estas pessoas que mandam e desmandam aqui nesta terra? quais poderem têm para influenciar destinos de cidades, estados e populações, ao bel prazer dos ventos para eles favoráveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prejuízo para o MS é ainda maior, neste caso. POrtanto é legítima a mudança de nome, na mesma medida em que é ilegítima a escolha de Cuiabá para representar a região na Copa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campo Grande é muito melhor preparada para este tipo de evento. É moderna, ampla, limpa, sem favelas, com planejamento eficiente e planos sendo neste momento implantados que a transformarão mais ainda em uma cidade de alta qualidade de vida. Portanto,a escolha de Cuiabá foi feita em outras bases que não os tão falados "critérios técnicos da FIFA".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Campo Grande, as 200 mil pessoas que foram às ruas recepcionar o avaliadores da FIFA, recebidos como se fossem reis, sentem-se usadas e enganadas. De boa fé, foram às ruas sem saber que a decisão já havia sido tomada há muito tempo. Isso é hoje óbvio! Denuncias pipocaram sobre a influencia do Ministro Gilmar Mendes junto à FIFA, a ação de deputados de MS na CPI da Bola (os do MT foram majoritariamente contra investigações que envolvem a CBF), e muitas outras coisas suspeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, VIVA O ESTADO DO PANATANAL!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a coisa mais importante conseguida pela FIFA com suas decisões distorcidas, e muita coisa ainda vai acontecer, porque não somos um povo submisso, atrasado ou sem sentimento de orgulho e autoconfiança. Caso contrário, ainda estaríamos sendo espoliados por Cuiabá, fazendo parte do antigo Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____&lt;br /&gt;Ocelote Said é leitor do site Mega Debate&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-8975594620241463273?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/8975594620241463273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=8975594620241463273&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8975594620241463273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8975594620241463273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/leitor-se-indigna-com-escolha-de-cuiaba.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-273676293920085355</id><published>2009-07-12T20:47:00.001-04:00</published><updated>2009-07-12T20:49:11.521-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>01/11/2003 20h36min  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul, Sul de onde?&lt;br /&gt;(www.radialistasms.org.br/ver_art.php?id=6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lizoel Costa &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasci numa capital onde as ruas correm largas e sossegadas. Sou de uma cidade que nem sempre ostentou esse título nobre, esse porto de referência de um estado. Sou de Campo Grande, pólis nascida ao sul de um dividido estado, território de muitas culturas e guerras, o Mato Grosso uno que forjou homens nobres e bandidos, que engoliu através de guerras injustas, um bom pedaço do território paraguaio. Enfim, sou sul-mato-grossense que já ostentou em outros tempos, nos documentos de cidadão um MT que ficou para trás na divisão do estado em 11 de outubro de 1977. No entanto, continuo me sentindo um cidadão sem identidade cultural. Solenemente o país inteiro continua a ignorar a existência no cenário geopolítico brasileiro de dois "Mato-Grossos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já perdi a conta de quantas vezes li e ouvi trocarem o nome do meu estado querido. Enfio meu cérebro numa competentissima paciência, desembainho maliciosamente mais uma mentira diplomática e aguardo a lucidez companheira me salvar de me tornar um cidadão antipático, mas é difícil! E essa história, para nós, já deu frutos perversos. Quantos cidadãos incautos são mandados pelas companhias aéreas, para Cuiabá por conta da ignorância brasileira em relação ao nome do estado? 64 % do Pantanal fica em Mato Grosso do Sul, e os pacotes de viagens internacionais embarcam turistas em peso para Cuiabá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evito cair no ranço regionalista de criticar por essa situação ímpar, nossos irmãos cuiabanos (até porque sou neto de um), pois o problema não é deles. Quando um autoritário regime militar dividiu o estado sem consultar todos os interessados (como é de praxe nas ditaduras), os cuiabanos foram mais espertos e ficaram com o antigo nome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois eu digo que sou de um estado que quase não existe no imaginário brasileiro: Mato Grosso do Sul... Sul de onde? Para existir um Sul tem que haver um Norte obviamente. Esse mesmo Norte que deveria ficar registrado no nome do estado irmão e por contingências, conchavos e autoritarismos foi suprimido na calada dos gabinetes de Brasília, nos estertores dos anos de chumbo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1999, por conta da chegada do PT ao governo, através da vitória de José Orcírio Miranda, o assunto da mudança do nome do estado ganhou uma certa discussão em várias esferas sociais. Muitos compraram a idéia de se mudar o nome para Estado do Pantanal. Criou-se por aqui, uma Liga Pró-Estado do Pantanal, formado por artistas, empresários, jornalistas e até com a aquiescência do grande poeta Manoel de Barros, nascido em Cuiabá, mas Sul-mato-grossense de criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns tantos torceram o nariz para a mudança do nome, talvez eivados pelo preconceito de serem chamados de “Pantaneiros”. Outros, apesar de históricos apoiadores da divisão, não concordaram com a brigada da mudança: Não queriam deixar de ser “mato-grossenses”. Um amigo, o médico e jornalista campo-grandense José Palhano, definiu bem essa última situação: “Quando se brigou pela divisão, nós do Sul do Mato Grosso já deveríamos estar preparados para romper com tudo. Mudanças tem que ser radicais, ou então anula-se o papel da divisão e voltamos à situação antiga”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... Complementando a idéia do primeiro parágrafo, digo que nasci num estado à procura de identidade, assim como os seis personagens de Pirandello procuram por um autor. Noites e dias pelas ruas e estradas do estado, vivemos a mocidade, maturidade e a grande experiência da velhice, procurando não fazer parte de canções esquecidas, brigando contra os parasitas da saudade, tecendo o nosso tempo e procurando não cair na vala comum das bolas em escanteio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos sul-mato-grossenses, somos brasileiros e orgulhosos de nossa origem como qualquer outro compatriota. Não somos uma metáfora escancarada de uma divisão, que, apesar de necessária, feita na meia-luz dos gabinetes do círculo de amigos de El-Rei. Somos um estado exuberante, onde a flora e a fauna estão entre as mais ricas do planeta. Temos tudo a oferecer aos irmãos brasileiros e estrangeiros. Só queremos ter um nome próprio, e deixar de ser eternos confundidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lizoel Costa &lt;/strong&gt;– Jornalista, músico ex-integrante da banda paulistana Língua de Trapo e sul-mato-grossense convicto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-273676293920085355?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/273676293920085355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=273676293920085355&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/273676293920085355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/273676293920085355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/01112003-20h36min-mato-grosso-do-sul.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5614228982149747086</id><published>2009-07-10T22:40:00.001-04:00</published><updated>2009-07-10T22:42:31.658-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MS 30 Anos: do orgulho ao nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Sergio Cruz, membro da Liga do Estado do Pantanal responde a artigo publicado na edição de hoje do Correio do Estado, como título acima  assinado pela a professora Marisa Bittar, de São Carlos, Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - É no mínimo lamentável que ao completar as suas três primeiras décadas de história, Mato Grosso do Sul seja brindado com a extravagante controvérsia sobre o seu nome. Pobre Estado, que apesar do seu potencial, não consegue se projetar para o futuro porque, mais uma vez, as suas elites mostram despreparo para exercer a função de dirigentes, tarefa que exige autoridade moral e intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - Se existe controvérsia, por mais extravagante que possa ser à articulista, é porque existe uma significativa parcela da sociedade que não aceita o Mato Grosso e quer ter um nome próprio para seu Estado. Quanto à falta de projeção, esta não deve ser atribuída somente à elite dirigente. Aliás, o dirigente é o reflexo de seus dirigidos. Mato Grosso do Sul é vítima de um conservadorismo retrógrado e conformista, que estamos tentando superar. São Paulo sempre nos submeteu política e economicamente. Nós nunca reagimos à altura. Quem podia reagir colocou-se em posição de humilhante subserviência. Exemplo: estão em Mato Grosso do Sul as maiores hidrelétricas do Sudeste brasileiro e a energia de Mato Grosso do Sul é a mais cara do Brasil. Na divisão de Mato Grosso, os recursos que viriam para o Estado nascente foram desviados para o remanescente. O próprio topônimo nos foi imposto. Estes dirigentes sempre aceitaram as fórmulas e soluções das elites, das quais não se pode reclamar autoridade moral e intelectual. Faltou-lhes a ousadia para os grandes desafios. Mas isto está mudando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - Desde 2007, quando se completaram três décadas da divisão de Mato Grosso e, agora, em 2009, quando deveríamos estar refletindo sobre os trinta anos de Mato Grosso do Sul, é surpreendente que nenhum dos nossos poderes constituídos, seja o Executivo, Legislativo ou Judiciário, tenha proposto à sociedade reflexão sobre o que fomos nesse período e o que queremos ser no futuro e que tenham, por omissão, deixado de exercer a função de dirigir, isto é, de projetar iniciativas que objetivem o desenvolvimento econômico, social, político e cultural para todos. Esse vazio, por si só revelador, encontra agora um par perfeito: a volta da falsa polêmica sobre o nome de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - Não vivemos nenhum vazio, nenhum caos. Vivemos uma vida política intensa e, graças a nossa capacidade de reflexão produtiva, estamos superando todos os entraves ao nosso desenvolvimento, rompendo, principalmente, as barreiras aparentemente intransponíveis do derrotismo daqueles que, de longe ou de perto, torcem para dar certo suas previsões infelizes. A polêmica sobre o Estado do Pantanal não é falsa. É tão legítima quanto a campanha divisionista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - Dessa vez a “inquietante” questão ressurge por conta da Fifa, que, supostamente, por confundir Mato Grosso do Sul com Mato Grosso e por desconhecer que “o Pantanal é aqui”, escolheu Cuiabá como uma das subsedes da Copa de 2014. Divulgada decisão, os defensores do turismo, da visão pragmática e utilitária da vida, para os quais a complexa vida econômica, social, histórica e cultural do Estado está reduzida a uma projeção de marketing, logo encontraram o culpado pela desgraça. E quem poderia sê-lo senão o nosso próprio nome¿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - A causa do Estado do Pantanal transcende a episódio da Copa do Mundo. Há mais de dez anos estamos defendendo a idéia que não está reduzida à projeção de marketing. A discussão é ampla e abrangente, com alcance econômico, social, histórico, geográfico e cultural. A partir das razões econômicas apontadas, não se exclui esta questão do marketing. Afinal, uma mudança deste tamanho tem que considerar todos os aspectos da atividade humana. A mudança de Terra de Santa Cruz para Brasil não teria sido uma imposição mercadológica¿ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - No entanto, nenhum dos que se converteram em magistrados para julgar a identidade de Mato Grosso do Sul como um “apêndice” de Mato Grosso se deu ao prosaico trabalho de verificar o mapa da federação brasileira, pois, se o tivessem feito, constatariam a evidência de que a decisão da Fifa decorreu em um imperativo geográfico: caso fosse escolhida Campo Grande, os jogos estariam concentrados na região centro-sul do País. Sediados em Cuiabá, melhor representarão, geograficamente, a Federação. Mas isso os defensores da “mudança” não podem admitir porque desde o início deram à propaganda o tom lamentável de disputa antiga e litigiosa que caracterizou a divisão de Mato Grosso. Ficou patente e foi explicitado pelos dirigentes do futebol brasileiro que o tom dado à campanha publicitária era totalmente impróprio e descabido. Entretanto, a seqüência de desatinos não parou aí, pois após o insucesso, o marketing frustrado resolveu aliar a sua mal pensada estratégia a um vilão, que, naturalmente, tinha de ser o indefeso nome de Mato Grosso do Sul. De quem mais poderia ser, afinal¿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - A conclusão da professora para a escolha de Cuiabá para subsede da Copa de 2014, não resiste à mínima confrontação do mapa do evento no Brasil. Pela lógica de sua estapafúrdia geografia, Natal (no Nordeste) não teria a menor chance de ser incluída, e Goiânia não teria como ficar fora. O termo “indefeso” utilizado para indicar o nome atual do Estado, não tem nada a ver. O Mato Grosso do Sul é um nome forte e aparentemente imutável, sem contar com o vigor da eterna vigilância de conservadores renitentes o obtusos, que querem transformá-lo em dogma. A idéia da mudança é o de completar o processo emancipacionista, com uma denominação apropriada, do ponto de vista histórico e geográfico, e que evite a confusão provocada pela semelhança com o outro Mato Grosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - E assim, depois de trinta anos, na ausência de projetos políticos que justifiquem a existência de Mato Grosso do Sul ou que pelo menos deem um significado justo à divisão de 1977, encontramos finalmente, uma forma de comemorar o seu aniversário, engajemo-nos todos na importante missão de lhe dar um novo nome! Deixemos de nos preocupar com a crescente tensão fundiária, com o nível de educação pública, com a forma pela qual o poder e a política são exercidos no Estado, com questões enfim que dizem respeito à sua infraestrutura e às políticas públicas. Por que nos preocupar com assuntos tão espinhosos se existe um que pode resolver todos eles de uma só vez¿ Por que empregar nosso tempo em demoradas ações de longo alcance se temos a sorte de contar com setores do marketing, da mídia e das elites políticas, que estão nos mostrando o verdadeiro caminho, a mágica capaz de solucionar todos os problemas e redimir Mato Grosso do Sul da insignificância de ser um “apêndice” e, elevá-lo, finalmente, ao patamar da grandeza que serviu de bandeira para a sua criação¿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - Mato Grosso do Sul é um Estado plenamente justificável. Somente quem o vê de longe não consegue enxergar seu significado, despreza os avanços, sobretudo na distensão fundiária, na formulação de políticas de incremento à educação pública e à infraestrutura urbana e de transportes. Nosso Estado não é o melhor do Brasil, mas não está entre os piores. O nome é apenas um detalhe importante. Em nenhum momento o Estado do Pantanal foi apresentado como panacéia. No máximo, um topônimo histórica e geograficamente compatível. No mínimo, um nome inconfundível. Tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA BITTAR - Ao chegarmos aos trinta anos pelo menos não poderemos dizer que as elites políticas sul-mato-grossenses não mudaram. Superada a fase daquela que defendeu o regime militar e criou a falácia do “estado modelo”, do suposto exemplo que Mato Grosso do Sul seria ao se apartar do norte, chegamos à era do nada, do vazio de direção, da constatação de que vamos à deriva, e de que, por isso, ficamos à mercê de fatos episódicos. É frustrante reconhecer que, depois de trinta anos, a capacidade de semear ilusões, de subverter a ordem de importância das coisas, de colocar no centro o que é periférico, substituindo os grandes temas que deveriam compor a agenda política do Estado é o sinal da incompetência para compreender as razões que permearam a criação de Mato Grosso do Sul e enfrentar o desafio de um projeto para o seu futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERGIO CRUZ - Desconhecemos o Estado a que se refere a autora. A falácia do “estado modelo” não teve origem local e, mesmo diante dos percalços de trinta anos de crises políticas e econômicas, Mato Grosso do Sul atingiu índice satisfatório de desenvolvimento. Aqui os grandes temas fazem parte de nossa agenda política e a solução de nossos problemas mais cruciais dependem muito mais de recurso financeiro que de projetos. O Estado do Pantanal não é uma questão periférica, nem a sua discussão subverte a importância das coisas. Se fosse um fato episódico, certamente não estaria tomando o precioso tempo da nobilíssima articulista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5614228982149747086?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5614228982149747086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5614228982149747086&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5614228982149747086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5614228982149747086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/ms-30-anos-do-orgulho-ao-nada-o.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3280474926531106150</id><published>2009-07-09T00:04:00.000-04:00</published><updated>2009-07-09T00:06:59.596-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quinta-feira, 9 de Julho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guavirá Potí II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando entrar novembro&lt;br /&gt;Encilharei meu pantaneiro tobiano&lt;br /&gt;E junto com minha amada&lt;br /&gt;Iremos faceiros catar guaviras.&lt;br /&gt;Sentir os sabores perdidos da infância&lt;br /&gt;Quando levantávamos antes do sol&lt;br /&gt;Com matula de charque pilado já pronta&lt;br /&gt;Cambuchís, corotes com água fria&lt;br /&gt;Latas de querosene, cestos, baldes , bacias.&lt;br /&gt;A gurizada, os primos, vizinhos, amigos&lt;br /&gt;Em uma enorme e colorida romaria&lt;br /&gt;Saindo dos bairros, vilas, da periferia&lt;br /&gt;Deixando quase vazias as cidades&lt;br /&gt;Ricos, pobres, índios, brancos, soldados&lt;br /&gt;Gente de todo naipe e idade&lt;br /&gt;Rumo as invernadas,&lt;br /&gt;Por boiadeiras estradas...&lt;br /&gt;A pé, á cavalo, de charrete, camionete&lt;br /&gt;Carro de boi, caminhão , lombo de burro, bicicleta&lt;br /&gt;Vai marchando a procissão humana, sem igual&lt;br /&gt;Espalhando-se pelos campos, potreiros,&lt;br /&gt;Em busca de um guaviral...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da planta parideira de mel,&lt;br /&gt;Prima famosa do araçá,&lt;br /&gt;Da jaboticaba, pitanga, goiaba&lt;br /&gt;Com suas moitas repletas de frutas&lt;br /&gt;Verde-amarelo-azuladas&lt;br /&gt;Doçura em infrutescência encapsulada.&lt;br /&gt;Prenhada pelas mamangavas&lt;br /&gt;Por cuícas e guaíquicas semeada&lt;br /&gt;Alimento de veado, lobo, raposa, boreví&lt;br /&gt;Gado alçado, cabrito, mão pelada, nhandú&lt;br /&gt;Periquito, morcego, angujá, rato do mato, tatu ...&lt;br /&gt;E atrás deles a jibóia , a jararaca e mboí chini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruta sagrado dos guarani , mbayá e kaiowá&lt;br /&gt;Que buscam em seus arbustos, suas folhagens&lt;br /&gt;O casulo da borboleta branca, “panambí”&lt;br /&gt;Para enfeitar seu instrumento de reza,o maracá .&lt;br /&gt;Planta criada pelos filhos de Riú Riapú Guaçu&lt;br /&gt;O Grande Pai Celestial&lt;br /&gt;Para vingarem-se do tormento&lt;br /&gt;De terem os jaguaretè –avá servido como alimento&lt;br /&gt;Rachã Ruçú , a Grande Mãe,&lt;br /&gt;Dos infantes guarani, Jacy e koararí.&lt;br /&gt;Pelo povo-onça abatida, carneada, comida&lt;br /&gt;As duas crianças então fizeram a guavira&lt;br /&gt;E para os guavirais levaram os homens-onças&lt;br /&gt;Fazendo passar por uma longa pinguela&lt;br /&gt;Sobre um rio enorme, imenso&lt;br /&gt;E deram-lhes a morte por afogamento&lt;br /&gt;Para reparar tamanho sofrimento.&lt;br /&gt;Dando assim início a era do Avá-etê&lt;br /&gt;O Homem Puro, Verdadeiro, sem mácula&lt;br /&gt;Em substituição aos homens-jaguaretê&lt;br /&gt;Ficando apenas o último jaguaretê–avá da fila&lt;br /&gt;Que pulando para trás se salvou da vingança&lt;br /&gt;Sendo hoje o antepassado de todas as onças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guavira, planta dos amantes e dos apaixonados&lt;br /&gt;Que chamam a amada de “ Flor de Guavira “&lt;br /&gt;A menina nova de “ Guavira em Flor “&lt;br /&gt;Se for na fronteira é “Guavirá Potí”&lt;br /&gt;Que é flor de guavira em guarani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guavira remédio para muitos males&lt;br /&gt;Há muito conhecida e mui usada&lt;br /&gt;Por parteiras e benzedeiras&lt;br /&gt;Por seu poder curativo, adstringente&lt;br /&gt;Com o chá de suas folhas&lt;br /&gt;Cura a dor de barriga de toda gente...&lt;br /&gt;E se busca um revigorante&lt;br /&gt;Para um corpo cansado da lida&lt;br /&gt;Para expulsar a fraqueza&lt;br /&gt;O desânimo que o corpo abate&lt;br /&gt;Basta colocar uns ramos da planta&lt;br /&gt;Misturado á erva cancheada&lt;br /&gt;Na hora de se tomar o mate...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas casas grã-finas ela é licor&lt;br /&gt;Servido em pequenos cálices de cristal&lt;br /&gt;Nos ranchos humildes sua casca dá sabor&lt;br /&gt;Á canha , á pinga,á cachaça, a aguardente.&lt;br /&gt;È o uísque escocês da pantaneira gente.&lt;br /&gt;E na cidade com suas delícias&lt;br /&gt;Graças ao conforto da eletricidade&lt;br /&gt;O fruto sagrado transforma-se em picolé e sorvete&lt;br /&gt;Tem até quem faça mouse com chocolate!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guavira, guaviroba, guavirova, guabirá&lt;br /&gt;Não importa o nome que se dá&lt;br /&gt;Na fronteira virou verbo mui usado&lt;br /&gt;Se a alcunha de paraguaio é mandioqueiro&lt;br /&gt;De sul mato-grossense é guavireiro&lt;br /&gt;E quem anda pelos matos, campos,&lt;br /&gt;Estradas de fazenda, namorando,&lt;br /&gt;Dizem que está é guavirando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infalível para marcar a gestação&lt;br /&gt;Das crianças docemente concebidas&lt;br /&gt;Em meio as dulcíssimas frutas&lt;br /&gt;No afã de um abraço, um beijo, uma mordida&lt;br /&gt;Os corpos se enleiam como cobras&lt;br /&gt;Impossível resistir á atração.&lt;br /&gt;Os guavirais estimulam os “ demônios”&lt;br /&gt;Os “demônios” estimulam os hormônios&lt;br /&gt;Os hormônios estimulam casamentos&lt;br /&gt;Para a aflição de pais e mães ciumentos.&lt;br /&gt;E daí a nove meses...&lt;br /&gt;há uma farta parição&lt;br /&gt;Nos meses de julho e agosto&lt;br /&gt;Dos “ filhos da guavira”&lt;br /&gt;Mantendo sempre viva a tradição&lt;br /&gt;De que chupar guavira junto&lt;br /&gt;Reforça a amizade, cria cumplicidade&lt;br /&gt;e une o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da grande família das mirtáceas&lt;br /&gt;Que habitam o Brasil Central&lt;br /&gt;È a que tem do povo a devoção&lt;br /&gt;E se não fosse Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;Conhecido como o Estado do Pantanal&lt;br /&gt;Com certeza eu diria&lt;br /&gt;Que um novo nome apropriado seria&lt;br /&gt;O “Estado do Guaviral “.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcus Antônio Karaí Mbaretê Ruiz&lt;br /&gt;(www.oabms.org.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3280474926531106150?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3280474926531106150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3280474926531106150&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3280474926531106150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3280474926531106150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/quinta-feira-9-de-julho-de-2009-guavira.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5929300631302199266</id><published>2009-07-08T12:26:00.001-04:00</published><updated>2009-07-08T12:28:35.445-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Terça-feira, 16 de Junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nome aos bois&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De Luca Maribondo&lt;br /&gt;(http://casadomaribondo.blogspot.com)&lt;br /&gt;&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Quando, em 1977, o general Ernesto Geisel, presidente de plantão do País, assinou o primeiro documento que dividia o antigo Estado de Mato Grosso em dois, a porção do sul foi denominada Estado de Campo Grande. Mas um grupo de notáveis mato-grossenses do sul não gostou e foi até o presidente pedir que a nova unidade da Federação se chamasse Mato Grosso do Sul. Numa atitude pouco comum, Geisel cedeu e tascou lá Mato Grosso do Sul. Foi um erro. Desde então o novo Estado e seu povo vêm procurando essa tal identidade, mesmo porque até hoje, passadas mais de três décadas da divisão do Estado, ainda tem gente que chama isto aqui de Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se a nossa identidade estivesse apenas no nome do Estado. É óbvio que não está, mas volta e meia aparece alguém insistindo em mudar o nome de Mato Grosso do Sul. A última onda foi encabeçada pelo ex-governador José Orcírio, dito Zeca do PT, que queria porque queria o nome de Estado do Pantanal. Deu em nada. Agora é o deputado estadual Antonio Carlos Arroyo (PR) que mentoreia a coisa. Nesta terça-feira (16/jun.) mesmo houve uma reunião sobre a mudança do nome do Estado, realizada na Presidência da Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o sítio de notícias Midiamax, "o encontro não resultou em qualquer encaminhamento prático sobre o assunto, mas segundo o deputado estadual Antonio Carlos Arroyo (PR), que encabeçou os debates, o principal resultado da reunião foi a manifestação de 13 parlamentares como favoráveis à realização de um plebiscito sobre a mudança (sic)." Diz ainda o Midiamax que "Arroyo acredita que o número chegue a 18."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os que defendem a realização do plebiscito, no entanto, são favoráveis à mudança de Mato Grosso do Sul para Pantanal. Muita gente é contra, creio que até porque Pantanal é um nome danado de feio. Além disso, pantanal não significa coisa lá muito limpa: é uma grande extensão de pântano, que por sua vez significa região ribeirinha coberta por águas paradas ou planície inundada. Essa gente toda acredita que essa coisa de identidade não está propriamente na denominação do Estado, mas em questões mais profundas, tais como cultura, política, sociedade, economia e comunicação (raramente se fez uma comunicação realmente séria neste Estado), entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mato Grosso e Mato Grosso do Sul não são nomes também muito cristãos. Grosso, no caso, tem o significado de grande. E toda vez que alguém fala em Mato Grosso do Sul ou Mato Grosso peno logo num enorme tora de peroba ou de angico, ou numa borduna ou alguma outra coisa pesada para dar bordoadas. Além disso, grosso é um adjetivo com muitos significados, digamos, não muito decentes, tais como volumoso, corpulento, que não passou por processo de refinamento, gordo, corpulento, objeto cuja superfície, no contato, apresenta desagradável irregularidade; áspero; malfeito, mal acabado, grosseiro, provido de eqüinos, bovinos e muares (diz-se de gado); que é grosseiro, incivil, impolido, abundante, anafado, beberrão, cerrado, espesso e vultoso, cafona, embriagado e malcriado. Não basta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que ninguém pensa em outro nome. E como este blog tem a divisa de "metendo o bedelho em tudo", resolvi dar pitaco também. Assim, sugiro alguns nomes para este malfadado Estado de Mato Grosso do Sul. Aí vai um rolzinho, com algumas explicações, quando necessárias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;▪ Caiman – e pros jacarés, nada?&lt;br /&gt;▪ Estado de Campo Grande.&lt;br /&gt;▪ Estado do Caá – um dos nomes da erva-mate, planta de fundamental importância para a economia da região. Este tem a vantagem de ser bem curtinho. Já imaginou você respondendo a pergunta "de onde é você?" Sou lá do Caá... Que charme.&lt;br /&gt;▪ Guaicurúndia – em homenagem aos índios guaicurus, que habitaram a região.&lt;br /&gt;▪ Neloria – claro, né? Afinal, aqui tem dez vezes mais nelores do que humanos.&lt;br /&gt;▪ Pedrossiania – em homenagem ao ex-governador Pedro Pedrossian, que é vaidoso o suficiente para colocar o próprio nome em obras que ele mesmo realizou, como é o caso do Estádio "Pedro Pedrossian".&lt;br /&gt;▪ Teressilvania – homenagem aos terenas (outros índios que habitaram a região), com um neologismo criado a partir de acrônimo com a junção de partes das palavras terena e silvania (palavra derivada de silva, sinônimo de selva, floresta). E de lambuja a gente ainda reverencia o Nosso Guia Lula da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bem da verdade, o nome até que não importa muito. O importante é que nossos políticos resolveram perguntar ao povo se quer mudar o nome do Estado. Nada mais saudável que a participação da sociedade em algo crucial como este. Sempre é bom lembrar que na hora de criar o Estado, ninguém perguntou pro tal de povo se queria ou não dividir o Mato Grande, ou melhor, o Mato Grosso. Além disso, nós quase não temos problemas, é ou não é? Assim, vamos logo tratar de resolver esse problemão do nome do Estado. Até porque ser sul-mato-grosssense me deixa muito subdesenvolvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5929300631302199266?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5929300631302199266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5929300631302199266&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5929300631302199266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5929300631302199266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/terca-feira-16-de-junho-de-2009-nome.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4836329768851265011</id><published>2009-07-06T12:34:00.001-04:00</published><updated>2009-07-06T12:36:23.085-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Confusão ataca na saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ministério corrige dado e aponta 4 casos de gripe em MS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domingo, 05 de Julho de 2009 15:28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aline dos Santos&lt;br /&gt;(midiamax.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde informou, por meio de boletim divulgado neste domingo, que Mato Grosso do Sul tem quatro e não cinco casos de gripe A (H1N1), a gripe suína, confirmados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em uma errata, o ministério explica que inverteu os dados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso no último boletim.&lt;/span&gt; Portanto, o Estado vizinho é que já contabiliza cinco casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Mato Grosso do Sul, foram confimados dois casos em Campo Grande e dois em Dourados. O governo estadual anunciou a compra de filtros de ar para preparar também o Hospital Regional para receber os doentes. Agora, os pacientes serão encaminhados ao HR (Hospital Regional) Rosa Pedrossian e ao Hospital Universitário, que já era referência nesse tipo de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, são 885 casos de gripe suína confirmados, sendo uma morte no Rio Grande do Sul. Ao todo, 1.441 casos suspeitos são acompanhados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4836329768851265011?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4836329768851265011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4836329768851265011&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4836329768851265011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4836329768851265011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/confusao-ataca-na-saude-ministerio.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7752244703307372556</id><published>2009-07-04T15:42:00.000-04:00</published><updated>2009-07-04T15:43:59.734-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Regional - 04/07/2009 - 13:28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Enquete aponta rejeição à mundaça do nome do Estado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maioria dos internautas que responderam enquente da Câmara da Capital optaram por não trocar Mato Grosso do Sul por Pantanal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua apoio forte de diversas entidades sul-mato-grossenses às iniciativas que visam a mudança do nome do Estado para Pantanal. Além da simpatia decisiva da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e da Fiems (Federaçãod as Indústrias de Mato Grosso do Sul), até o arcebispo da Capital, dom Vitório Pavanello, já se mostrou favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado estadual Arroyo (PR) apresentou na semana passada projeto de Lei que regulamenta a implementação de plebiscitos, um primeiro passo para saber, de fato, qual a opinião da sociedade aqui do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enquete promovida pela Câmara de Vereadores da Capital (município que possui mais de um terço da população do Estado) coloca um novo empasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos visitantes que acessaram o expaço para consluta que existe no site da instituição responderam negativamente à pergunta: “Você concorda com a mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema não demonstra o real número de internautas que responderam à questão, todavia, até o início da tarde de sábado, 4 de julho, os índices apresentados são de 43% a favor da mundaça e de 57% contrários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A votação ainda continua, no site da Câmara (http://www.camara.ms.gov.br/).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plebiscito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente, o projeto proposto por Arroyo não seja votado em menos de dois meses, pois, não irá tramitar em regime de urgência e a Assembleia entra em recesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso aprovado, enfim, a população poderá mostra o que realmente pensa dessa história e, de uma ves por todas, as especulações terminem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Marcelo Eduardo - Redação Capital News (www.capitalnews.com.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7752244703307372556?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7752244703307372556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7752244703307372556&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7752244703307372556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7752244703307372556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/regional-04072009-1328-enquete-aponta.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3287912207064929534</id><published>2009-07-03T18:01:00.000-04:00</published><updated>2009-07-03T18:02:41.177-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>03/07/2009 16:45&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em MS, Serra erra o nome do Estado e diz Mato Grosso&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fernanda Brigatti&lt;br /&gt;(midiamax.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da tarde de hoje, o governador do Estado de São Paulo, José Serra (PSDB) entrou para o rol dos notáveis que chamaram Mato Grosso do Sul pelo nome do vizinho Mato Grosso. O erro foi cometido quando Serra saudava o parlamentar sul-mato-grossense Waldemir Moka (PMDB). “O deputado federal de Mato Grosso, Moka”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serra esteve hoje em Campo Grande, onde participou do I Encontro da Frente Parlamentar de Defesa do Agronegócio e Cooperativismo, realizado no plenário principal da Assembléia Legislativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3287912207064929534?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3287912207064929534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3287912207064929534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3287912207064929534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3287912207064929534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/03072009-1645-em-ms-serra-erra-o-nome.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-6347261337545964848</id><published>2009-07-02T13:12:00.001-04:00</published><updated>2009-07-02T13:12:30.916-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Assomasul defende plebiscito sobre escolha de nome do Estado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Gazeta do Pantanal, Miranda-MS, 28 de junho de 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campo Grande – Reunida na sede da entidade, em Campo Grande, a diretoria da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) defendeu a realização de um plebiscito para a escolha do nome do Estado. Na visão dos prefeitos é mais que justo que a população decida sobre o tema. O assunto, alvo de debates no meio político e social, voltou  a ganhar repercussão depois que Campo Grande perdeu para Cuiabá o direito de sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. Na Assembléia Legislativa, por exemplo, tramita um projeto de lei, de autoria do deputado Antonio Carlos Arroyo (PR), que prevê a regulamentação de um plebiscito, junto com as eleições de 2010, com esse objetivo. O presidente da Assomasul, prefeito de Terenos, Beto Pereira (PMDB), explicou que a entidade decidiu se manifestar em torno desse tema, tendo em vista o debate que permeia por vários seguimentos da sociedade, quanto à mudança do nome do Estado de Mato Grosso do Sul. “Nós como representantes do povo, não poderíamos de maneira nenhuma fugir ao debate, no momento em que vários segmentos já se mobilizam em torno desse tema polêmico, mas que realmente merece atenção do poder público de uma maneira geral,” comentou Beto Pereira, observando que a Assomasul como instituição tem a obrigação de atender aquilo que os representantes da sociedade cobram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-6347261337545964848?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/6347261337545964848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=6347261337545964848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6347261337545964848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6347261337545964848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/07/assomasul-defende-plebiscito-sobre.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4809038073223432662</id><published>2009-06-30T18:09:00.001-04:00</published><updated>2009-06-30T18:13:24.974-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;DE “MS” A “PN”: Aspectos Locais e Jurídicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(trabalho apresentado na primeira fase do movimento)&lt;br /&gt;Aroldo José de Lima*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela segunda vez, em menos de cinco anos, abre-se o debate sobre a mudança do&lt;br /&gt;nome de Mato Grosso do Sul, agora sob a batuta do Primeiro Mandatário Estadual, em&lt;br /&gt;manifesta vontade política de corrigir, por este norte, os rumos do Estado legado pelas&lt;br /&gt;gerações anteriores.&lt;br /&gt;Etimologicamente, nome é o atributo das pessoas que a diferencia das demais,&lt;br /&gt;segundo ensina o velho e bom dicionário Caudas Aulete: “Termo ou termos com que se&lt;br /&gt;designa e distingue qualquer pessoa ou coisa” (3ª ed., pág. 2515).&lt;br /&gt;Logo, sem maiores delongas, definitiva e primeiramente vislumbra-se que MS não&lt;br /&gt;se distingue de MT, motivo pelo qual se faz a confusão generalizada fora deste território,&lt;br /&gt;quando é preciso identificar geograficamente a origem ou destinação da mensagem, em se&lt;br /&gt;tratando de MS. Os casos de gafes são inúmeros e corriqueiros, que mal cabem nestas&lt;br /&gt;poucas e rápidas palavras.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, na época da divisão, somente não se chamou Estado de Campo&lt;br /&gt;Grande, porque a região sul, por alimentar esperanças de ver Dourados como capital, opôsse,&lt;br /&gt;com razão, à denominação escolhida pelo então Presidente Geisel, aliás gaúcho, da boa&lt;br /&gt;estirpe que povou estes rincões.&lt;br /&gt;Terceiro: a ecologia era assunto fora de pauta dos governantes, tanto é que havia o&lt;br /&gt;Pró-cerrado, Pró-várzeas e outros “pró” do milagre econômico que deu no que deu, pois,&lt;br /&gt;por pouco, muito pouco mesmo, o pantanal escapou de ser drenado, se não fosse a projeção&lt;br /&gt;mundial que assumiu a questão ecológica, concomitante ao crescente apelo de&lt;br /&gt;preservação/conservação ambiental, diga-se iniciado, efetivamente, poucos anos antes, em&lt;br /&gt;Estocolmo (Suécia) – 1972 – com a primeira ECO – Conferência Mundial do Meio&lt;br /&gt;Ambiente. Sorte, portanto, teve essa região, e, para ir um pouco mais longe, Corumbá,&lt;br /&gt;Aquidauana, Miranda e Bonito, pólos turísticos regionais, principalmente este último&lt;br /&gt;município, que conhece o atual desenvolvimento graças à compatibilidade do progresso&lt;br /&gt;com a conservação dos recursos naturais e à vocação turística nascida na hora certa, face&lt;br /&gt;ao compromisso das lideranças locais sob os auspícios da indústria do terceiro milênio, que&lt;br /&gt;é o lazer.&lt;br /&gt;A Amazônia, para exemplificar, então uma vasto tapete verde, acima do paralelo&lt;br /&gt;treze, foi sendo paulatinamente povoada, mas, com projetos que não vingaram&lt;br /&gt;(transamazônica, assentamentos do INCRA, Projeto JARI etc), talvez por causa do novo&lt;br /&gt;rumo desejado pela humanidade, o que refletiu sobremaneira para a conservação de&lt;br /&gt;consideráveis espaços naturais, objeto de peregrinação da maioria do turista alienígena,&lt;br /&gt;bastando, para conferir esta alegação, embarcar na ponte-área Brasília-Manaus, para&lt;br /&gt;certificar-se do punhado de “gringos” que vão visitar a imensidão verde do Rio Negro. O&lt;br /&gt;nome, aliás, do Estado (Amazônia) não deixa o turista (investimento) embarcar para Belém&lt;br /&gt;– PA.&lt;br /&gt;Por outro lado, a história política dos vários Estados da civilização brasileira&lt;br /&gt;registra, além do exemplo da Amazônia, os inconfundíveis nomes de Tocantins, em&lt;br /&gt;homenagem ao caudaloso rio homônimo; Paraná, pelo mesmo motivo; Rio de Janeiro,&lt;br /&gt;porque inicialmente confundiu-se a baía da Guanabara com um rio manso e pacífico;&lt;br /&gt;Goiás, devido aos índios goiazes; Minas Gerais, face às minas de ouro que sustentou a&lt;br /&gt;coroa, por várias gerações. E assim, por diante. Até mesmo no exterior, os nomes são&lt;br /&gt;ligados a acidentes e caprichos da natureza, como é o caso de Mississippi e Missouri&lt;br /&gt;(EUA), nomes estes relacionados aos respectivos rios.&lt;br /&gt;Como se vê, o nome está ligado a um traço significativo da natureza. Aqui, porém,&lt;br /&gt;o mato existe, mas, pouco, por isso é fino; sul, pode ser até xenofobia, sentimento este&lt;br /&gt;que se prestou em outras eras, não hoje, no mundo globalizado da internet. O que é ainda&lt;br /&gt;mais espantoso é que enquanto muitos Estados mantém o bem ambiental íntegro que lhe&lt;br /&gt;originou o nome, MS tende a ficar sem mato, quando muito, com apenas algumas reservas&lt;br /&gt;ou matas ciliares, não justificando, portanto, a recusa ao nome Pantanal, símbolo maior&lt;br /&gt;dessa região, que insiste restar conservado, como que dizendo ao homem que este pôde&lt;br /&gt;dominar os campos de vacaria, os ervais da Mate Laranjeira ou os campos do sertão dos&lt;br /&gt;Garcia, mas, ali não, pois, este privilégio é somente das comunidades locais, radicadas há&lt;br /&gt;anos na imensidão verde do antigo Mar de Xaraés, conforme registro da cartografia&lt;br /&gt;francesa de 1731.&lt;br /&gt;Este, por sinal, pode ser a redenção do santuário ecológico, motivo a mais para&lt;br /&gt;conservá-lo às gerações vindouras, situando-se como uma medida acertada os esforços do&lt;br /&gt;atual governador, de quem pululam fagulhas de coragem para enfrentar este mito, de&lt;br /&gt;manter-se ligado umbilicalmente ao antigo MT, em práticas políticas e no nome próprio,&lt;br /&gt;separados apenas pelo sufixo “Sul”, quando, na verdade, a auto estima de um povo e o&lt;br /&gt;amor próprio ao seu tórrão natal devem estar associados a um verdadeiro nome,&lt;br /&gt;inconfundível, que somente pode ser Pantanal, pois, se a divisão fosse hoje, com certeza,&lt;br /&gt;outro não seria o nome. Poderia até ser Paraguai, porém, a nação guarani já se apropriou&lt;br /&gt;deste; ou Taquari, mas, Coxim iria causar muito ciúme. Poderia, enfim, ser Maracajú,&lt;br /&gt;Xaraés, Campo Grande, Amanbaí, Santana, Rio Verde, Rio Formoso, Rio Perdido, Tereré&lt;br /&gt;Dourados etc, mas, nenhum une mais do que o nome “Pantanal”.&lt;br /&gt;Quanto ao patronímico cabem duas considerações. Primeiramente haverá uma&lt;br /&gt;transição, restando assegurado a quem aqui nasceu o direito de ser chamado&lt;br /&gt;orgulhosamente de sul-mato-grossensse, como se possuísse este direito adquirido, não&lt;br /&gt;podendo ser compelido a mudar o patronímico, por ser parte integrante de seu patrimônio&lt;br /&gt;moral, personalíssimo por sinal. Outro aspecto, é quanto ao patronímico dos novos, se irão&lt;br /&gt;autoproclamarem “guaicurús”, “pantaneiro”, “pantalano”, “pantanensse”, ou o que o valha,&lt;br /&gt;é questão reservada às gerações futuras, que, com certeza, hão de encontrar o patronímico&lt;br /&gt;adequado, cabendo à mídia relevante papel neste sentido, além do braço cultural do&lt;br /&gt;governo, de modo a trepudiar qualquer menosprezo ou galhofa sobre um ou outro, já que&lt;br /&gt;“brejeiro”, “sapeiro” ou outras depreciações do mesmo gênero nunca ofuscarão o orgulho&lt;br /&gt;de ser um ou outro nome mais sério, capaz de resgatar a bravura e pioneirismo da gente&lt;br /&gt;sulista, que lutou, por quase um século, para a separação do Estado-mãe.&lt;br /&gt;Outro aspecto jurídico relevante é quanto a competência para mudar o nome do&lt;br /&gt;Estado. A Constituição Federal ao tratar da organização político-administrativa da União,&lt;br /&gt;disciplina somente a fusão, o desmembramento e a criação de Estados, remetendo-se em&lt;br /&gt;qualquer hipótese, a consulta da respectiva população interessada pelo Tribunal Regional&lt;br /&gt;Eleitoral, via plebiscito e posterior aprovação por lei complementar de alçada do&lt;br /&gt;Congresso Nacional (art. 18, § 3º), omitindo-se, todavia, quanto a alteração de nome. Mas,&lt;br /&gt;diante dos princípios do federalismo e da indissociabilidade, que, em rápidas palavras,&lt;br /&gt;significam “uma só população” e “um único território” (cf. José Afonso da Silva. Curso&lt;br /&gt;de Direito Constitucional Positivo, RT, SP, 7ª ed., pág. 89), denota-se a razoabilidade da&lt;br /&gt;tese de que a retificação de nome deve passar pelo crivo da União Federal, aplicando-selhe&lt;br /&gt;o procedimento delineado naquele dispositivo legal, pois, o nome novo equivaleria a&lt;br /&gt;uma nova pessoa política, no caso, o Estado do Pantanal, com capital em Campo Grande –&lt;br /&gt;PN.&lt;br /&gt;Enfim, em boa hora a discussão volta à tona, pois “MS” possui um momento ímpar&lt;br /&gt;de decidir definitivamente sobre a questão, pois, além da vontade política manifestada pelo&lt;br /&gt;Executivo, pode-se dizer, sem sombra de dúvida que “MS” acabou de renascer, no entanto,&lt;br /&gt;com uma pequena, mas significativa ironia do destino, se atentar-se a um fato curioso que&lt;br /&gt;passou desapercebido por todos: o vice-governador atual é natural do pioneiro Rio Grande&lt;br /&gt;do Sul, como que resgatando os ideais do povo revolucionário que buscou abrigo no então&lt;br /&gt;sul de Mato Grosso. Por outro lado, o chefe do Executivo, sendo natural de Porto&lt;br /&gt;Murtinho, justamente a cidade-porto que homenageia a então famosa e poderosa família&lt;br /&gt;Murtinho, diga-se de passagem, originária de Pernambuco (que fundou a ex-Companhia&lt;br /&gt;Mate Laranjeira), representa a vitória de uma família voltada pelo desenvolvimento e&lt;br /&gt;pacificação da região sul do antigo “MT”, outrora entregue a bandoleiros como Selvino&lt;br /&gt;Jacques, que tombou ante à intrepidez do “grupo ‘dos Santos’, encabeçado por Orcírio&lt;br /&gt;dos Santos e seu irmão Horácio dos Santos” (cf. Brígido Ibanhes. Selvino Jacques, o&lt;br /&gt;Último dos Bandoleiros, s/edit., pág. 89), num distante dia 19 de maio de 1.939, na região&lt;br /&gt;do Curê, na fronteiriça Bela Vista/MS.&lt;br /&gt;Neste instante, para arrematar, na tela da TV, no jornal do almoço, a&lt;br /&gt;metereologista, sem maiores cerimônias, apontado o braço sobre “MS” disse textualmente:&lt;br /&gt;hoje, “chuvas e trovoadas no Pantanal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Promotor de Justiça, Professor&lt;br /&gt;UNIGRAN e Mestrando em&lt;br /&gt;Desenvolvimento Local/ UCDB.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4809038073223432662?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4809038073223432662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4809038073223432662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4809038073223432662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4809038073223432662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/de-ms-pn-aspectos-locais-e-juridicos.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2309979874016849593</id><published>2009-06-30T14:04:00.002-04:00</published><updated>2009-06-30T14:28:10.886-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cuiabá, nossa propaganda gratuita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GESIEL ROCHA, jornalista&lt;br /&gt;(O EstadoMS, 30-06-200 - p.4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me perfeitamente da sensação que tive durante os jogosda Copa da Alemanha em 2006 ao ver, pela televisão, a imagem domajestoso Portão de Brandemburgo que se ilumina todas as noites como o mais significante símbolode Berlim. Lembro-me o quanto desejei visitá-lo e não sosseguei enquanto não toquei suas colunas e entendi que ele não separava a Berlim Ocidental da Oriental durante o período da divisão. Conto a experiência apenas para ilustrar profundo e incontestável poder que tem uma Copa do Mundo de atrair as pessoas para suas sedes antes,durante e depois dos jogos.&lt;br /&gt;E qual a relação entre Berlim e Cuiabá? À primeira vista, muito pequena. Afinal, quando as TVs de mais de 190 países começarem a mostrar para mais de quatro bilhões de pessoas os símbolos do Brasil, antes e durante os jogos da Copa de 2014 certamente a Baía da Guanabara vista do Cristo e as dunas de Natal, por exemplo, serão as grandes estrelas. Mas não serão as únicas. Quem já teria ouvido falar, salvo exceções,em uma cidade do meio oeste da mesma Alemanha chamada Leipzig, não fosse o advento da Copa e de seleções como Espanha, França e Argentina terem disputado jogos por lá? &lt;br /&gt;Creio que ninguém duvida do poder e do alcance da divulgação proporcionada pelos jogos de uma Copa do Mundo. Da mesma forma, não deve ser difícil acreditar que, mesmo entre Copacabana, Avenida Paulista, Lagoa da Pampulha, Pelourinho e todo o litoral nordestino, sobrará espaço para o Pantanal percorrer todos os continentes.&lt;br /&gt;É evidente que imagens de nossos jacarés, onças, vitórias-régias e camalotes também vão fascinar telespectadores por todo o planeta que, cedo ou tarde, poderão desembarcar no Aeroporto de Guarulhos com destino a um certo Pantanal.&lt;br /&gt;Mais do que isso, nossas garças e tuiuiús vão despertar o interesse de investidores atentos a oportunidades de negócios e com a visão de que os santuários ecológicos&lt;br /&gt;constituem a grande “marca” no mercado do futuro. Vão chamar a atenção de membros de&lt;br /&gt;organizações de alcance mundial convencidos de que tais lugares devem permanecer como estão. E se pensarmos domesticamente, há também os turistas, investidores e&lt;br /&gt;organizações no próprio Brasil. E Cuiabá estará exatamente cumprindo esse papel: levando as imagens e o significado do Pantanal a todo o País e ao mundo.&lt;br /&gt;E nós, aqui, de Mato Grosso do Sul, vamos assistir a tudo acontecer e ver Mato Grosso sufocar a nossa já mirrada condição de existir enquanto Estado “do Sul” e a&lt;br /&gt;debilitada capacidade de mostrar que detemos 65% do Pantanal? Ou&lt;br /&gt;vamos aproveitar o contexto exatamente a nosso favor? Não tenho dúvidas de que nos encontramos em um momento crucial e decisivo para o futuro do Estado entre ser o que muitos chamam de “apêndice de Mato Grosso” e um Estado com marca e identidade próprias. Nesse sentido, acredito termos dois caminhos. Primeiro: aceitamos de uma vez o nome Mato Grosso do Sul – cujo “do Sul” praticamente só nós mesmos, sul-mato-grossenses, sabemos que existe – e deixamos o Estado do norte sepultar nossa chance de aparecer para o mundo. Segundo: mudamos de nome, assumimos o Estado do Pantanal definitivamente e transformamos Cuiabá em nosso maior “garoto-propaganda” em âmbitos nacional e internacional, de forma inteiramente gratuita.&lt;br /&gt;Concordo que a lógica inicial pode parecer ao mesmo tempo simplista e pretensiosa, como se bastasse mudar o nome para Pantanal e todos os frutos advindos da Copa caíssem “gratuitamente” na horta da população sul-mato-grossense. Não é tão simples, como dizem quase todos os estudiosos que se posicionam a favor ou contra a mudança: de nada adianta mudar o nome se não investirmos pesadamente para marcar presença nos&lt;br /&gt;cenários regional e estadual, ou seja, para desenvolver de fato.&lt;br /&gt;Mas é possível deduzir que, ao correr o mundo levando o nome do Pantanal, Cuiabá poderá prestar um incalculável serviço de divulgação a nosso favor, caso tenhamos a coragem de superar o conservadorismo e adotar o Estado do Pantanal. Vamos imaginar&lt;br /&gt;que o turista em Berlin, o investidor em Hong Kong ou os membros de uma instituição sediada em Oxford sejam fascinados por nossos camalotes e, ao aprofundar as pesquisas para o desembarque em Guarulhos, descubram que Cuiabá fica lá, em Mato Grosso, e que existe o Estado do Pantanal, no qual está de fato o Pantanal.&lt;br /&gt;Dedução e imaginação são muito pouco para se empreender um projeto como mudar o nome&lt;br /&gt;de um Estado, pensando em mudar o seu destino. Mas certamente podem fazer muito mais do que o conservadorismo e o medo da mudança. E não haverá melhor oportunidade do que já.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2309979874016849593?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2309979874016849593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2309979874016849593&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2309979874016849593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2309979874016849593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/cuiaba-nossa-propaganda-gratuita-gesiel.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1724456102274539595</id><published>2009-06-29T21:30:00.001-04:00</published><updated>2009-06-29T21:42:33.870-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Jornal de Domingo (CG) - Edição 808&lt;br /&gt;Noticia de: 06 de Junho de 2009 - 15:48&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mudança de nome para Pantanal volta em cena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Apesar da polêmica, o nome Mato Grosso do Sul entra em discussão novamente&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A identidade de uma região não se mede simplesmente pela sua existência, mas também pelo reconhecimento que se tem dela, por essa falta de reconhecimento e identidade é que acontece na próxima quarta-feira (11), às 9h, no Plenarinho da Assembléia Legislativa, a primeira reunião para discutir a organização do movimento que poderá iniciar a mudança do nome do Estado de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da Liga Pró Estado do Pantanal, da qual fazem parte artistas como Manoel de Barros e Geraldo Espíndola - foram chamados o Fórum Estadual de Cultura, a Fundação de Cultura, o Trade Turístico de MS, a OAB/MS, o Sebrae, Fiems e também universidades, sindicatos, secretarias de Estado como a de Educação; e de Produção, além de órgãos de imprensa e outras entidades representativas da sociedade. Na seqüência de eventos que deverão criar espaço para que a população do Estado manifeste sua opinião, deverão ocorrer: Audiência Pública com ampla participação da sociedade, debates, palestras, consulta popular e campanha de divulgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos aspectos legais da mudança do nome de MS pode-se dizer que é um fato inédito, sem antecedentes na história do Brasil, uma pesquisa jurídica tem sido feita para conferir a capacidade para uma ação deste porte para saber de quem é a competência, se da Assembléia Legislativa de MS ou do Legislativo Federal. Mas segundo o coordenador da Liga Pró Estado do Pantanal, Wagner Sávio, "há diversos exemplos de mudança de nomes de países e cidades, como, por exemplo, a Abissínia que foi o nome da Etiópia até o início do século 20, o Paquistão Oriental foi província do Paquistão no período de 1947-1971, depois disso tornou-se Bangladesh. Estes são exemplos relevantes divulgados pela grande imprensa. O caso de MS terá também especial relevância, tendo em vista a polêmica envolvida e o próprio bioma pantaneiro, considerado um patrimônio natural da humanidade, do qual seremos os "guardiões", de fato e de direito, incorporando em nossa identidade e em tudo que produzirmos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico pediatra e jornalista José Antonio Palhano se empenhou para que a mudança acontecesse, mas hoje está desanimado devido aos desaforos que sofreu "eu não pretendo participar de nenhum movimento, porque sou médico, profissional liberal, sou cidadão campo-grandense, mas a luta tem que ser pelas idéias e não baixar o nível como aconteceu, fomos massacrados por causa disso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócio da empresa de marketing e propaganda Remat, Eduardo Crivellente Neto é natural da cidade de São Paulo, mas há 30 anos mora em Campo Grande, e em se tratando da polêmica em relação à possível mudança de nome do Estado, Eduardo diz que a discussão foge da real necessidade do que realmente deveria ser feito. "Primeiro é preciso um trabalho para direcionar e esclarecer a nível nacional os 26 estado. Temos problemas em ser reconhecidos lá fora e não aqui dentro. Nunca se fez um trabalho de esclarecimento ou talvez uma campanha no Jornal Nacional mostrando onde realmente estamos e quem somos". O empresário também explica que o MS nunca se apresentou, tecnicamente, fora das fronteiras e que "a questão não é mudar ou deixar de mudar e sim promover uma campanha em cima do nome que se tem ou que vier a ter", finaliza Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sócio-diretor da Slogan publicidade, Henrique Alberto de Medeiros é contra a mudança do nome do Estado, "acho que está muito tarde para trocar, tinha que ter sido bem pensado na época, o problema de identidade é grande e a mudança não ajudaria e em relação a possível escolha da FIFA por Campo Grande, se o Estado tivesse o nome Pantanal, "acho que isso não tem a ver com a realidade, pois os fatores que definiram a Copa foram políticos". Henrique é jornalista e está na direção da Slogan desde 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prejuízos para a indústria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão industrial, o Estado sofre prejuízos, pois "não temos sobrenome", afirma o presidente da Federação das Indústrias (FIEMS), Sergio Longen que ressalta os danos causados frente ao nome e ao horário, "em termos de desenvolvimento é considerável o prejuízo, porque perdemos financeiramente e moralmente, chega de atraso! Nome certo e hora certa, esse é o slogan da nossa campanha, precisamos ter identidade. É necessário utilizar o nome Pantanal para agregar valores aos nossos produtos e sem contar com a questão do turismo, o nome Pantanal é uma grande ferramenta de desenvolvimento", finaliza o presidente da FIEMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputado é contra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu amo Mato Grosso do Sul", foi assim que o deputado estadual (MS) Marquinhos Trad deu início ao seu artigo enviado ao Jornal de Domingo. "Não há legitimidade para justificar o assassinato de Mato Grosso do Sul, se não fosse a Copa, ninguém discutiria esse assunto", indaga o Deputado que defende a não mudança do nome do Estado ressaltando que a idéia da mudança é "uma febre de consumo dos que reduzem um estado a um produto de supermercado: se não está vendendo, muda a embalagem para enganar o trouxa do consumidor." Marquinhos Trad afirma que o sul-mato-grossense já possui uma identidade com hábitos, costumes e uma história em cima do nome MS. "É precedente perigoso, uma vez que nada garante que o nome Pantanal venha a colar", justifica o Deputado em relação ao risco que ele considera se o Estado mudar de nome. Outra questão abordada pelo Deputado é em relação ao tamanho do Pantanal, "Mato Grosso do Sul é bem maior que o Pantanal, pois o Pantanal é parte do MS e não o contrário. Como será possível dizer, geograficamente, que uma pessoa está no Pantanal se ela não está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futebol apóia troca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco Tavares, vice-presidente da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) afirma ser a favor da mudança do nome do Estado "sou partidário da mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Pantanal. Sempre fui e continuarei sendo. Agregar ao nome do Estado a verdadeira relação com esse continente de águas e vida maravilhosa que é o pantanal somente nos trará benefícios. Nesse momento não devemos abrir uma caça as bruxas para descobrir culpados. Devemos continuar acreditando em nosso potencial. Eu não desisto nunca. Sou pantaneiro. Não&lt;br /&gt;teremos a Copa, mas temos nossos filhos e nossos netos e talvez a eles caiba a tarefa de organizar uma outra Copa. Quem sabe?". Marco também ressalta as vantagens que o Estado terá mesmo sem sediar a Copa, "Acho que a grandeza da Copa no Brasil, não deixará de trilhar esse chão pantaneiro, onde os turistas virão para conhecer o verdadeiro Pantanal (Corumbá, Miranda, Passo da Lontra, Rio Negro e outros), além das águas fantásticas de Bonito", finaliza o vice-presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão nas ruas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal de Domingo foi às ruas de Campo Grande para saber a opinião da população em relação à possível mudança do nome do Estado do Mato Grosso do Sul. A enquete demonstra a diversidade de pensamentos e a falta de esclarecimento sobre o porquê da mudança e o que isso implicaria realmente pra a população. Um dos entrevistados, Márcio Guerrieri, vendedor de marketing, diz ser a favor da mudança, "acredito que vai divulgar mais, tanto interno como no exterior, vai enaltecer o nosso Estado, pois hoje quando você viaja para fora do Estado até nós mesmo dizemos que somos do Mato Grosso, o próprio sul-mato-grossense fala que é do Mato Grosso". Já o representante comercial José Carlos Nunzio diz ser contra, "pois vai envolver um gasto muito grande para trocar emplacamento de veículos e documentação, um gasto desnecessário. Eu morei no MT e pude observar a diferença, eles se vendem melhor do que nós, e lá fora, no exterior todos sabemos que Pantanal é no MT, porque isso é histórico, era um Estado só, então naquela época era bom ter colocado outro nome, agora é tarde". Em contrapartida o publicitário Luiz Eduardo Leão, 29, que também já morou no Mato Grosso, diz ser a favor da mudança desde o início, "A colonização nessa parte do País se deu por conta das minas de Cuiabá. Portanto, o nome "Mato Grosso" está ligado a eles. Por muito tempo (se é que ainda não o somos, ambos) fomos uma região predominantemente caracterizada por commodities, ou seja, sem industrialização relevante. Desculpe-me, mas pergunto: há alguma região no mundo com alta relevância econômica sendo exclusivamente produtora de alimentos? E como sermos lembrados sem alta relevância econômica?" O publicitário defende a questão de que é necessário uma identidade exclusiva, " mas todo "Junior" é lembrado por ser filho de alguém. Adotamos há mais ou menos 30 anos, erroneamente, um nome com forte ligação com o pai e não queremos ser confundidos com ele. Se pelo menos tivéssemos alta relevância econômica", finaliza Luiz Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Ernesto Luís Piancó Morato Filho, 25 Anos, Técnico de Informática do Ministério da Saúde – DATASUS afirma achar muito apelativo o nome do Estado ter Pantanal, "sou a favor da mudança, até porque cria uma imagem mais separada do outro Mato Grosso, deixando um pouco de associar-se com o outro Estado. Mas este nome impondo como dono do Pantanal, acho apelativo, o Pantanal é um bem de todos (pelo menos na teoria). Poderia ser: Pantanal, Pantanal do Sul, algum nome de origem indígena, algum nome que tem na região do Pantanal", explica o técnico que continua sua indagação afirmando que Cuiabá foi mais esperta ao apresentar suas qualidades à FIFA", quando a comissão da FIFA veio à Campo Grande, foi levada pela cidade inteira. Lá o governador de MT quando chegou a comissão, nem deixou descer a comissão do avião, colocaram no Helicóptero e levaram para o Pantanal direto. Souberam vender melhor a imagem. Temos que assumir que souberam trabalhar melhor a imagem e tiveram mais influência e dinheiro para escolha lá, pois ter 30% do Pantanal, é ter 30% do Pantanal, pode ser menor, mas é Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa briga para dizer que temos a maior parte é sem lógica, pois não estamos falando de uma pequena parte, estamos falando de 30% do Pantanal, algo muito considerável, devemos levar em consideração quem passou a melhor imagem do Pantanal, e MT soube passar melhor, mesmo tendo a menor parte. Não podemos esquecer que nosso Pantanal anda meio esquecido, os deles vivem dando dinheiro para eles. "Ter o maior e não saber usar, não adianta de nada", finaliza o técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CDL é uma das parceiras da Liga Pró Estado do Pantanal e na última sexta-feira aconteceu uma reunião para discutir a questão da mudança do nome e reforçar as opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado sofre crise de identidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que Mato Grosso do Sul dei-xou de ser sub-sede da Copa do Mundo de 2014, a mudança no nome do Estado voltou a ser discutida, principalmente no legislativo estadual. Os deputados se reuniram a sala da presidência na última quarta-feira, 03, e notou-se uma situação, mesmo entre os que são contra a mudança, a necessidade de um plebiscito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado estadual Paulo Corrêa (PR) relembra que essa discussão já fez parte várias vezes do cenário político e social de MS, mas que depois da derrota de Campo Grande por Cuiabá, o momento se torna propício para a discussão. "Está na hora do mundo saber direito que o Pantanal é aqui, deixamos diariamente de receber negócios, turistas e investimentos pela confusão com o (estado) vizinho, nós temos a maior parte do Pantanal, e somos sempre confundidos com Mato Grosso", declarou o deputado, dizendo ainda, que é a favor do plebiscito, que há anos defende a ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Corrêa aproveitou a reunião com os parlamentares e lembrou que é autor da Lei de 2002 que autoriza o Estado a usa o Nome fantasia "Estado do Pantanal", mas que até hoje, ninguém se interessou em usá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresários, principalmente do trade turístico, também defendem a mudança, porque o Estado estaria perdendo muitos recursos para o Mato Grosso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1724456102274539595?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1724456102274539595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1724456102274539595&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1724456102274539595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1724456102274539595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/jornal-de-domingo-cg-edicao-808-noticia.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2107465323199281067</id><published>2009-06-26T16:44:00.002-04:00</published><updated>2009-06-26T16:57:53.358-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;COMO VAI MATO GROSSO... “DO SUL” ? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: MSnoticias &lt;br /&gt;Data: 03/06/2004 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empresário e publicitário Roberto Duailibe, que nasceu em Campo Grande em 1934, na época em que, segundo ele, a 14 de Julho praticamente a única rua, defendeu no Palácio Popular da Cultura, a mudança do nome do Estado para "Pantanal", marca que, na sua avaliação, "já vale alguns bilhões de dólares", sozinho, sem ter substituído "Mato Grosso do Sul". &lt;br /&gt;Pantanal, lembra ele, é pronunciável em qualquer língua, em qualquer lugar do mundo. Duailibe compara a força do nome "Pantanal" a marcas como Coca-Cola, Microsoft, Chevrollet, que também vale bilhões de dólares. "Está enraizado. Está no nível de conhecimento. No comércio, nas corporações. Nome é de grande valor", afirmou.&lt;br /&gt;O nome "Mato Grosso do Sul" para a divisão, na opinião de Duailibe, foi muito importante. "Mas já causou muitos prejuízos. Está na hora de a população criar coragem para mudar o nome", defendeu. Observa que há marcas, rótulos que "não pegam", embora reconheça que nunca houve um esforço do Estado para divulgar o atual nome, providência que foi assumida mais pelo setor da carne. Lembra que sempre que Mato Grosso tem governador forte, como foi Dante de Oliveira, Mato Grosso do sul desaparece da mídia no cenário nacional. &lt;br /&gt;Para ele, a população do Estado já está madura para aceitar a mudança do nome para Pantanal. Trata-se, segundo ele, de um "nome que está crescendo espontaneamente" e "está vindo como grande criação histórica da atual geração". Considera que com a mudança o Estado passaria a ter identificação clara. "Não seria Mato Grosso de baixo", disse, lembrando chegou-se, à época da divisão, a falar em São Paulo do Oeste, que também seria um desastre, na sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecologia - Um dos pontos que Duailibe destaca ao defender a mudança do nome do Estado para "Pantanal" é o fato de haver aqui um importante santuário ecológico mundial. Argumenta o publicitário que hoje é dado um valor muito grande à temática ecológica.&lt;br /&gt;Argumenta que hoje as duas grandes causas dos Estados Unidos são a reeducação do Islã, que é controversa, e o entendimento de que água doce é bem da humanidade, entendendo que não existiria soberania nacional sobre as águas. "Isso mexe conosco muito de perto, já que temos a Amazônia, Pantanal, o Rio São Francisco", apontou. &lt;br /&gt;Trata-se, na opinião de Duilibe, de um problema planetário. "Nós temos a graça de ter muita água. E não tiramos proveito disso", afirmou. "E marca Pantanal, gravada na mente de milhões, propicia oportunidades. Vão lembrar da água, do pôr do sol, das estrelas, das pessoas. Tudo isso pode ser transformado num tema, em memória, e em Comunicação a capacidade de deixar na memória é fundamental", emendou, avaliando que só existe atributos positivos.&lt;br /&gt;Duailibe disse que trouxe filmes de divulgação de vários países e de outros estados do Brasil, como Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul, para mostrar a importância de dar efetividade à marca. "A coisa da marca não se dá espontaneamente", disse. &lt;br /&gt;Indagado sobre o fato de pessoas que moram em regiões que não estão no Pantanal, como moradores de Três Lagoas, não se sentirem à vontade com o nome do Estado sendo "Pantanal", Duailibe disse que "essa questão da distância é falsa". "Quem mora nas proximidades do Monte Everest, tem orgulho de estar próximo. Nos Andes é a mesma coisa", comparou. "É mais questão de boa vontade", declarou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2107465323199281067?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2107465323199281067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2107465323199281067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2107465323199281067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2107465323199281067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/como-vai-mato-grosso.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4801347066838902199</id><published>2009-06-26T16:39:00.001-04:00</published><updated>2009-06-26T16:41:16.352-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Polêmica sobre nome de MS divide políticos de Dourados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 04 de Junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henrique de Matos&lt;br /&gt;(diarioms.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retomada das discussões sobre a proposta de mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal ou para outro nome, tem gerado discussões entre a classe política do Estado. &lt;br /&gt;A ideia, amplamente discutido durante os dois mandatos do ex-governador Zeca do PT, voltou à tona nesta semana após a Assembleia Legislativa defender a realização de um plebiscito para avaliar a mudança do nome. &lt;br /&gt;Para os deputados, o ‘estopim’ foi a decisão da Fifa em escolher Cuiabá (MT) e não Campo Grande como a sede da região do Pantanal para receber os jogos da Copa de 2014. &lt;br /&gt;A proposta também divide a opinião das principais lideranças políticas da região da Grande Dourados. &lt;br /&gt;O prefeito de Dourados, Ari Artuzi (PDT), se posicionou de forma contrária à mudança no nome do Estado de MS para Pantanal. Segundo ele, a mudança não traria benefícios práticos para o Estado, como instalação de indústrias, geração de emprego e aumento na arrecadação. &lt;br /&gt;“Todo mundo já conhece como Mato Grosso do Sul. Acho uma besteira essa questão de troca de nome. Só vou rever minha opinião se houver garantias de que a mudança para Estado do Pantanal vai garantir mais recursos federais e empregos para o Estado”, disse ao Diário MS, ontem à tarde. &lt;br /&gt;Já o vice-governador Murilo Zaiuth (DEM) se coloca de forma favorável à mudança, caso a alteração tenha a aprovação popular em um possível plebiscito “Sou a favor da realização do plebiscito para ouvir a população. Se os habitantes do Estado forem a favor da mudança, não há motivo para a classe política se colocar de forma contrária. No entanto, acho difícil essa proposta passar em uma consulta popular, já que 80% da população de MS vive na região de planalto e tem pouca identificação com o Pantanal”, disse. &lt;br /&gt;O presidente da Câmara de Vereadores de Dourados, Sidlei Alves (DEM), também se declara a favor da mudança do nome de MS para Estado do Pantanal. Para o vereador, além de reforçar a identidade pantaneira da população do Estado, a alteração poderia estimular o setor turístico de MS, desenvolvendo a economia de vários municípios do Estado. “Poderia ser uma boa para o nosso Estado. Os turistas identificariam MS como o Estado do Pantanal. Isso traria um número bem maior de visitantes’, afirmou à reportagem. &lt;br /&gt;Já o deputado estadual José Teixeira (DEM) também é contrário à mudança do nome de MS. Segundo ele, a alteração geraria transtornos e gastos a toda a população. &lt;br /&gt;“Não vejo necessidade de mudar o nome. Isso geraria gastos exorbitantes à população, que teria que alterar toda a documentação de carros, imóveis para se enquadrar a legislação. Não acredito que a questão do nome tenha influenciado na escolha de Cuiabá como a sede da Copa. O Estado tem outras prioridades e não deve gastar dinheiro com isso”, afirmou. &lt;br /&gt;A Senadora Marisa Serrano (PMDB) afirmou que a mudança do nome do Estado de Mato Grosso do Sul para Pantanal não vai alterar a vida da população. “O que muda a vida da população é mais investimento, mais escolas, mais empresas, mais produção. Isso é que vai interferir para melhorar ou piorar o dia a dia da comunidade, não será a simples mudança de nome”, afirmou. &lt;br /&gt;Marisa acha que pode ser “boa” a troca de nome, mas sugere que a decisão seja tomada após consulta à população por meio de plebiscito. “Pode ser interessante para que o Brasil não confunda mais o Mato Grosso com o Mato Grosso do Sul, mas acho que a população tem que ser consultada”. &lt;br /&gt;Marisa também discorda da opinião dos deputados estaduais que afirmam que Campo Grande perdeu a disputa com Cuiabá pela subsede da Copa do Mundo de 2014 por causa do nome do Estado. “Foi uma série de outros fatores levados em consideração para a decisão da FIFA. Não acho que um nome influenciaria na escolha”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4801347066838902199?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4801347066838902199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4801347066838902199&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4801347066838902199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4801347066838902199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/polemica-sobre-nome-de-ms-divide.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-6959814512237656534</id><published>2009-06-26T16:22:00.001-04:00</published><updated>2009-06-26T16:25:26.403-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Três Lagoas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MS ou Pantanal?: Prefeita e vereadores defendem plebiscito&lt;/strong&gt;Assunto sobre a mudança de nome do estado voltou à tona depois que Campo Grande perdeu para Cuiabá o direito de ser sub-sede da Copa 2104&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Maria Vicente&lt;br /&gt;(hojems.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone e Milan não concordam com Estado do PantanalAs discussões sobre a mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Pantanal continuam aquecendo os debates em todo o Estado e já chegaram a Três Lagoas, onde a maioria dos vereadores e a prefeita Simone Tebet (PMDB) acreditam que o mais prudente no momento seria a consulta da população por meio de plebiscito. Nenhum dos parlamentares concorda com a sugestão de Estado do Pantanal, mas entendem que MS perde muito para o estado vizinho, que ficou com o nome original.  Fernando Milan (PMDB), presidente da Câmara, por exemplo, disse que MS é um nome paliativo que acaba diminuindo o Estado em relação a MT, “de quem ficamos sendo meros apêndices”. Mesmo assim, não acha adequada a denominação de Estado do Pantanal. “Afinal, não moramos no pântano!”, enfatizou, declarando que apóia o que a população escolher em plebiscito.&lt;br /&gt;Questionada sobre o assunto, a prefeita Simone Tebet (PMDB) foi categórica: “quem tem que ser ouvida é a população”. Assim, para evitar gastos, sugere que a consulta popular seja feita no ano que vem, aproveitando a estrutura das eleições gerais, com opção na urna eletrônica sobre a mudança ou não do nome de MS.&lt;br /&gt;Numa coisa, porém, ela concorda com Milan: não há a menor possibilidade de o MS passar a se chamar Pantanal. Por fim, a prefeita disse que atualmente existem outros problemas muitos mais sérios para serem revolvidos.&lt;br /&gt;O vereador Celso Yamaguti (DEM) também acredita que a melhor saída é transferir o problema para a população. Ele cita, por exemplo, os muitos impactos que toda a sociedade deverá sofrer, sobretudo, os setores produtivos (indústria e comércio), que será atingido mais diretamente.&lt;br /&gt;Ângelo Guerreiro (PDT) e Marisa Rocha (PSB) são absolutamente contra. O pedetista, pela tradição. “Seria o mesmo que mudar o nome de Três Lagoas”, opina, reforçando que “não há a menor necessidade disso”. &lt;br /&gt;Levando-se em conta os muitos prejuízos que poderá acarretar, Marisa considera que a mudança de nome deveria ter ocorrido quando da divisão. “Sou sul-mato-grossense e quero morrer assim”, frisou.&lt;br /&gt;Pelas freqüentes confusões com os nomes, que acabam tornando os sul-mato-grossenses sem identidade, o vereador Tonhão (PPD) considera a discussão válida, mas disse que ainda não tem uma opinião totalmente formada sobre o tema. “Acho que é a população que tem de definir se fica MS ou se muda para Pantanal”. Embora não tenha a pretensão de defender essa bandeira, o vereador pretende levar a discussão para o Legislativo, provocando reunião com os vereadores e abordando o assunto na tribuna.&lt;br /&gt;O petista Idevaldo Claudino também não tem opinião formada e passa a bola para o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ASSUNTO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A discussão sobre a mudança do nome do Estado voltou à tona depois que a Fifa escolheu Cuiabá, em vez de Campo Grande para ser sub-sede da Copa de 2014. Os deputados estaduais defendem a realização de plebiscito sobre a proposta de mudar o nome do Estado de Mato Grosso do Sul para Pantanal. Pareceres jurídicos e o encaminhamento para debater o assunto com a sociedade serão discutidos em nova reunião, na terça-feira (16 de junho), às 11h30min na sala de reuniões da presidência da Assembléia Legislativa. &lt;br /&gt;O governador André Puccinelli (PMDB) que se recusava a falar no assunto, na sexta-feira admitiu ser contrário à modificação, mas que pretende esperar o plebiscito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-6959814512237656534?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/6959814512237656534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=6959814512237656534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6959814512237656534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6959814512237656534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/tres-lagoas-ms-ou-pantanal-prefeita-e.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-396328367190158301</id><published>2009-06-26T16:09:00.001-04:00</published><updated>2009-06-26T16:12:31.921-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Estado do Pantanal.&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Estado de Bonito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado de Campo Grande?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(www.agenciaarbonito.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente a Campanha para a importante mudança de nome do Estado do Mato Grosso “do Sul” (nome que nunca teve sucesso) para o nome estratégico de “Estado do Pantanal” esta sendo corrompida mais uma vez, por pessoas sem conhecimento ou então que devem no mínimo torcer pelo sucesso de outros Estados e não o nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obvio que a mudança do nome de nosso Estado para “Estado do Pantanal” será a maior ação de marketing estratégico já feito por um Estado. O nome Pantanal vale trilhões de dólares e a possibilidade de termos este nome no nosso Estado é grande, mas a possibilidade de nossos governantes pensarem desta forma não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi conversas absurdas dentro de círculos de deputados, de prefeitos e etc. Fundamento estratégico parece não existir na cabeça política partidária, mas, o fato é que uma mudança destas acarretaria em mais verba para o Estado e mais dinheiro para todos – inclusive para a classe político partidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordem e rápido, pois, com a velocidade de tartaruga e de estratégias mal definidas já perdemos muito. Sejamos agora ágeis como onças - Atenha-se a quem é contra a mudança e por quê? Atenham-se aos que tentam inventar outros nomes para estar no palanque e dissolver o que esta nascendo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestem atenção no momento e não hesitem ao chegarem para você dono do “ Refrigeréco Mirinda Limão” e proporem te darem o nome de “coca-cola” com autorização da marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes Coca-Cola e Google valem milhões, assim como o nome Pantanal vale, a única diferença é que o nome Coca Cola e Google tem dono. Mas o nome Pantanal podemos nos dar de presente. Ainda estamos em duvida se aceitamos ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado, pois, a maioria dos que não aceitam o nome “Estado do Pantanal” são Mato-Grossenses, alguns nascidos no sul, mas, ainda com a alma do norte - os verdadeiros sul-mato-grossenses que nasceram após a divisão do Estado querem mudança, são jovens e pensam no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores abram à cabeça, desçam do palanque, sejam jovens e tenham maior percepção. Com a mudança de nome não ganharemos somente identidade, ganharemos mais dinheiro, muito mais dinheiro, o que gera empregos, o que gera educação, o que gera cultura e até o que gera mais palanques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem vindos ao “Estado do Pantanal”, pois, o Mato Grosso do Sul para o resto do mundo nada mais é do que aquele pedacinho mal batizado que nos impuseram o nome para ser o vice-Mato grosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos acordar e enxergar, pois, disso depende o destino deste Estado rico e fantástico que ao mudar de nome valerá o quanto pesa e deixara de ser o vice.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-396328367190158301?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/396328367190158301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=396328367190158301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/396328367190158301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/396328367190158301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/estado-do-pantanal_26.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7067225223759262246</id><published>2009-06-24T20:49:00.000-04:00</published><updated>2009-06-24T20:50:21.823-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Opinião “Estado do Pantanal” por Clesio Ribeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(gazetanews.com.br) de Amambai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terça-feira, 16 de junho de 2009 - 15h18m&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desclassificação de Campo Grande para sediar uma fase da Copa do Mundo de 2014 reacendeu a discussão sobre a mudança de nome do Estado. Até que ponto o nome Mato Grosso do Sul faz confundir o nosso Estado com o Mato Grosso? O ex-governador, Zeca do PT, tentou durante seu mandato mudar o nome, mas não vingou. O nome sugerido seria Pantanal, numa referência ao principal ponto turístico do nosso Estado. A ideia é desligar de vez o cordão umbilical com o Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre o assunto na Assembleia Legislativa ganha força. O deputado Antonio Carlos Arroyo (PR) apresentou em requerimento a ideia da mudança novamente no mês passado, logo após o anúncio de que Cuiabá sediaria jogos da Copa do Mundo de 2014, que será no Brasil, e Campo Grande ficou de fora. Na interpretação do parlamentar, se a intenção da Fifa (Federação Internacional de Futebol) é prestigiar esse patrimônio ecológico da natureza, que é o Pantanal, Mato Grosso do Sul deveria ser o estado escolhido, já que agrega dois terços do território do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz sentido também a preocupação imposta pelo deputado Amarildo Cruz (PT). Segundo ele, a mudança de nome teria que ocorrer antes de 2014, quando o Brasil sediará a Copa do Mundo e estará no foco da mídia internacional. O deputado teme que Cuiabá fique conhecida mundialmente como a Capital do Pantanal, o que seria um prejuízo turístico para o Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A disputa pela sede da Copa reacendeu a discussão da mudança de nome do Estado sob o aspecto turístico. No entanto, a confusão que se faz entre o nosso Estado e o Mato Grosso é evidente. Vemos constantemente a mídia se confundindo, políticos e personalidades se referindo ao nosso Estado apenas como “Mato Grosso”. Uma herança que carregamos desde 1979, quando o Mato Grosso foi dividido, criando então o Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto é muito polêmico, e por isso mesmo a população deve ficar atenta a ele. Uma coisa é certa: o Mato Grosso do Sul precisa ter mais visibilidade nacional e mundial sob o aspecto turístico, industrial, econômico, cultural, esportivo e político. Mudar o nome do Estado é uma estratégia para se ter uma referência maior nesses contextos citados. Talvez seja uma boa ideia mesmo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7067225223759262246?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7067225223759262246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7067225223759262246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7067225223759262246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7067225223759262246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/opiniao-estado-do-pantanal-por-clesio.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-8691088357023274560</id><published>2009-06-22T17:42:00.002-04:00</published><updated>2009-06-22T17:45:12.445-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SUL MATO GROSSENSE SIM, &lt;strong&gt;MAS ACIMA DE TUDO PANTANEIRO COM MUITA HONRA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanta discussão, quanta polêmica com o nome do nosso estado -“ Mato Grosso do Sul”. Revendo os fatos e a nossa história, percebemos que tudo começou com os primeiros divisionistas - Vespasiano Martins, Demósthenes Martins e tantos outros que acompanharam essa carruagem, e que tanto lutaram  e conseguiram a  sonhada Divisão do uno estado de Mato Grosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou campo grandense com orgulho, mas na minha modesta opinião, faltou na ocasião da Divisão conhecimento, vivência... na linguagem popular, faltou “manha”. Por vaidade, egoísmo e falta de união, nós deixamos “esse cavalo arreado” passar, permitindo que os vizinhos do norte aproveitassem melhor essa oportunidade. Nós ficamos, por incompetência nossa, com o nome de um estado confuso entre as comunidades que nos visitam, havendo a necessidade de correção continua por todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de reconhecer que não estávamos preparados para semelhante fato.  Após a Divisão do Estado, quem foi o primeiro governador? Dr. Harry Amorim Costa, um gaúcho de tradição que soube tão bem dar os primeiros passos. Foi seguido por um mineiro, Dr Marcelo Miranda e depois pelo mirandense  Dr Pedro Pedrossian .Três governadores num único mandato, graças às brigas políticas e interesses pessoais que nortearam o início do nosso Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, só resta dizer como o Francisco Maia ( Correio do Estado, 20 de junho), “as gerações subseqüentes não têm honrado a idoneidade, a energia e a fibra dos pioneiros divisionistas. Como são tão somente políticos, movimentam-se com exclusiva finalidade de se manterem no poder”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com copa ou sem copa de 2014, precisamos fazer uma reflexão para saber onde estamos errando. Uma coisa é certa: para se trazerem grandes eventos para nosso Estado, é necessário, primeiramente, cuidar de nossa tradição, de nossa cultura – molas mestras de qualquer nação, riqueza de nossa terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico preocupado não só por perdermos a oportunidade de ser uma das subsedes da copa de 2014, mas porque estamos perdendo nossas origens e identidade de sul mato grossenses. Onde estão as grandes festas e eventos populares que havia no passado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O que vemos atualmente são eventos oriundos de outros estados. Os clubes de tradições gaúchas, catarinenses, paranaenses, baianas  para todos os lados, alavancam suas tradições e festas em nosso meio, e o sul mato grossense assiste a tudo como um tuiuiú de bico aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamamé pantaneiro é uma expressão musical derivada da polca correntina.   Adquiriu, com criatividade dos acordeonistas sul mato grossenses, acordes sentimentais com alma e coração pantaneiros... e os bailarinos se embalam com emoção no  seus ritmos e compassos : eles rodam, sonham, encantam e dançam. Mas necessitam hoje de uma colônia paraguaia para expressar seus desejos, espetáculos e sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordem... ação, minha gente!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Possuímos um pantanal maravilhoso, mas que poucos conhecem, e que continua adormecido. Nossos representantes só se lembram dele quando necessitam de marketing para o nosso estado...  Campo Grande está distante do Pantanal, e não possuímos um acesso digno. Quem dera... uma estrada! Luz, só se for de lamparina, ou motores a óleo diesel, que poluem o meio ambiente. Quem quiser o beneficio da luz elétrica precisa desembolsar uma boa grana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo contrário à pesquisa de opinião pública quanto ao plebiscito da mudança do nome do estado, acho que devemos respeitar as manifestações daqueles que desejam essa mudança. É uma ação democrática que resolverá, de uma vez por todas, o desejo dos que amam a sua terra. Se o resultado for “Sim”, mãos a obra! Vamos trabalhar, gastar e mudar. Se for “Não”, encerremos o assunto e enterremos definitivamente essa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, dessa forma, vamos parar de culpar os outros... é hora de refletir: mea culpa, mea culpa, mea culpa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns cuiabanos, que através da sua ousadia, coragem e união, souberam, brilhantemente, conquistar essa vitória como subsede da Copa de 2014. Que suas “mangas” enviadas sirvam de adubo para o nosso pessoal entender que é preciso empenho, competência, gestão e trabalho árduo, durante anos, em infra-estrutura, em estradas, em apoio ao turismo para que um dia a gente possa “tchupar nossos coquinhos” e tomar  água do coco num pantanal desenvolvido, protegido e amado pelas nossas autoridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. João Julio Dittmar&lt;br /&gt;(jdittmar@terra.com.br) &lt;br /&gt;Médico /Pecuarista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-8691088357023274560?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/8691088357023274560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=8691088357023274560&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8691088357023274560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8691088357023274560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/sul-mato-grossense-sim-mas-acima-de.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1248282341804908647</id><published>2009-06-21T03:59:00.002-04:00</published><updated>2009-06-21T04:03:56.871-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mudar ou não o nome do estado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;20/06/2009&lt;br /&gt;(midiamax.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angelo Arruda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquiteto e Urbanista, professor da UFMS e Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas – FNA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há uns anos atrás fiz parte de uma articulação que discutia e defendia a mudança do nome do Estado de Mato Grosso do Sul e fui um fervoroso apoiador. Participava de reuniões toda segunda-feira pela manhã e cheguei a viajar pelo interior debatendo a mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;Naqueles anos 1998 governava o Estado o bancário Zeca do PT e, o seu governo, resolveu fazer uma aposta: apoiar a discussão da mudança do nome e apoiar a Escola de Samba Salgueiro, com 1 milhão de reais e o samba enredo deveria falar do Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;Se tínhamos alguma perspectiva de sucesso na empreitada, pois o momento era favorável, foi naquele momento que nosso movimento começou a fazer água, pois aquilo que era uma movimentação empresarial, do turismo, meio ambiente, cultura, etc. se transformou em  uma discussão política e grande parte da sociedade logo pensou: o nome Estado do Pantanal, vai gerar a sigla do novo Estado “PT” e o gentílico normal seria pantanense, confundindo com o tradicional Pantaneiro. Essa associação foi o pomo da discórdia. &lt;br /&gt;Logo fomos taxados de adesistas ao governo Zeca por discutirmos uma vontade do governador. O movimento ficava mais se explicando do que discutindo as propostas. E para piorar, quando veio o samba enredo, a letra não se encaixava muito bem e ai foi pedrada vindo de todos os lados e logo alguém apareceu dizendo que o dinheiro teria sido gasto à toa. Nesse contexto, um grande evento foi montado pela TV Morena, no Palácio Popular da Cultura, algo muito sério, pois foram convidados os defensores da mudança e os defensores da manutenção do nome. &lt;br /&gt;O publicitário Duailibi foi escalado para defender a mudança e a Prof.ª Marisa Bittar uma das que defendiam a manutenção do nome Mato Grosso do Sul. O que não sabíamos é que, havia uma pesquisa feita, encomendada pela televisão e que foi anunciada ao final do evento, com transmissão ao vivo e tudo o mais e naquele momento, um balde de água fria foi jogado, pois, segundo a pesquisa mais de dois terços da população queria manter o nome como estava e sugeria investimentos em publicidade para que o povo brasileiro para de achar que moramos no Mato Grosso. Naquele momento, senti o quanto as coisas no nosso Estado são às vezes, muito difíceis de serem encaminhadas. &lt;br /&gt;Naqueles anos de 1998, em pleno governo FHC, o Estado estava em processo de recuperação econômica, mas não havia investimentos para o futuro e tudo que se queria era colocar em discussão a possibilidade de reverter um quadro danoso de pouca prosperidade e perda de valores culturais e sociais do povo. Até a recuperação da NOB foi, por nós, lembrada. Bem, esse era o quadro na época. A proposta da mudança de nome foi logo enterrada e nunca mais se precisou discutí-la. Passados mais de 10 anos, o assunto voltou à tona e em qual momento? Quando perdemos a disputa para Cuiabá de uma vaga para a Copa 2014 e a nossa auto-estima estava no chão. &lt;br /&gt;Relembro a história antiga para tentar fazer um link entre o passado recente e o presente e o que vejo é a mesma coisa. Quando perdemos nossa auto-estima e nossa capacidade de sermos fortes e mais nacionais, pensamos na mudança. Extremamente salutar, mas qual o momento em que vivemos? O ano de 2020 se avizinha e com ele novos paradigmas anunciados pela imprensa nacional. &lt;br /&gt;Em matéria recente da Revista Época, comemorando 11 anos de existência ela somou mais 11 anos aos 2009 e chegou em 2020 e chamou diversas matérias para anunciar coisas do futuro, novas profissões, novos problemas e um monte de suposições que cabe-nos acreditar ou não. Assim caro leitor. Coloco em discussão a discussão de mudar em nome em face da discussão do nosso futuro. Ou seja, quais os planos para o futuro de Mato Grosso do Sul? Sermos Estado do Pantanal é uma vantagem enorme?&lt;br /&gt;Fiquei muito contente com os dados publicados essa semana que dão conta do Pantanal ter 85% do seu território preservado e parabenizo todos os proprietários da região, mas isso não ajuda um milímetro à discussão do novo nome por um motivo simples: o outro Pantanal, no norte, está também preservado como esse do Sul? As notícias de desmatamento no Mato Grosso afetam o Pantanal deles enquanto o nosso é preservado? Pecuária aqui e lá; garças aqui e lá; hotéis aqui e lá; turismo mais lá do que aqui, isso é dado do Ministério do Turismo e isso deveria nos incomodar mais. &lt;br /&gt;Ainda penso que a discussão do nome do Estado é uma discussão  importante, pois embora sendo pernambucano de origem e alagoano de nascimento, recebi da Assembléia Legislativa em 2004 o titulo de cidadão sul-mato-grossense e como viajo muito pelo país ainda não encontrei ninguém que se refira a Mato Grosso do Sul quando digo que moro em Campo Grande e sempre tenho que falar dos dois Estados. &lt;br /&gt;Entretanto, quero aqui discutir: depois de 30 anos de existência, o que precisamos fazer para que sejamos reconhecidos como um Estado que tem ligações históricas, geográficas e culturais com o de cima, mas que temos nossas relações paulistas e mineiras que eles não tem? O que devemos fazer para não permitir que pessoas cultas e bem informadas quando chegam ao Estado achem que aqui é Mato Grosso? O que faz um magistrado mandar prender um bandido em Campo Grande e despachar “ em Mato Grosso”?  &lt;br /&gt;Tem coisas que precisam ser mais bem discutidas e esclarecidas, mas creio que essa nova celeuma que o Deputado Arroyo e outros parlamentares levantam, deveria ser tratada como uma questão de desenvolvimento. A melhor idéia é para e discutir. Fazer seminários em todas as cidades, depois um estadual e por fim uma Audiência Pública com Plebiscito ou não, onde cada um dos lados- os prós e os contras defendam suas idéias, antes que uma pesquisa dizendo que mais de dois terços são contrários provoque a falta de discussão. Isso volta a me incomodar, pois não permitiria a discussão de idéias. &lt;br /&gt;Por fim, penso que seria importante a mesma Assembléia Legislativa que levanta a bandeira do assunto, também possa levantar a bandeira do desenvolvimento e do futuro e junto com o Executivo, Judiciário, Universidades, Sindicatos e entidades da sociedade, pactuar a idéia de um Estado sonhado pelos que lutaram pela divisão, mas que até agora não se firmou como tal. Talvez esteja aí a nossa maior bandeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1248282341804908647?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1248282341804908647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1248282341804908647&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1248282341804908647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1248282341804908647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/mudar-ou-nao-o-nome-do-estado-20062009.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5295024404841612021</id><published>2009-06-19T12:27:00.000-04:00</published><updated>2009-06-19T12:28:31.556-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>19/06/2009 12:18 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para André, não cabe à Assembleia mudar nome de MS &lt;br /&gt;  &lt;/strong&gt;Valdelice Bonifácio&lt;br /&gt;(midiamax.com)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O governador André Puccinelli (PMDB) afirma que a Assembleia Legislativa não tem competência para mudar o nome de Mato Grosso do Sul, como supõem deputados estaduais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Legalmente não podem fazer isso. É uma questão congressual, cabe ao Congresso fazê-lo”, opinou ao participar nesta manhã de entrega de casas no Residencial Oiti, próximo ao Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Assembleia, há parlamentares que alegam que bastaria apenas uma emenda à Constituição para mudar o nome de Mato Grosso do Sul. Um deles é o deputado Antônio Carlos Arroyo (PR) que lidera o movimento pela mudança na Casa de Leis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, há um grupo que discorda. O deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB), por exemplo, pensa da mesma forma que André Puccinelli. “A Lei que criou o Estado de Mato Grosso do Sul é federal, portanto cabe ao Congresso fazer a modificação nesta lei”, comentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não reconhecer a competência da Casa de Leis estadual para fazer a alteração, o governador não se opõe a realização do plebiscito para ouvir a população sobre o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, Antônio Carlos Arroyo apresentou projeto de lei regulamentando a realização de plebiscitos, referendos e consultas populares em Mato Grosso do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arroyo que defende o nome de Estado do Pantanal avalia que o plebiscito não seria uma obrigação, mas considera indispensável ouvir a população neste processo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta que é o primeiro passo concreto para realizar a consulta à sociedade vai tramitar pelas comissões da Casa e não tem data para ser votada em plenário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5295024404841612021?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5295024404841612021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5295024404841612021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5295024404841612021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5295024404841612021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/19062009-1218-para-andre-nao-cabe.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5957429842675740569</id><published>2009-06-17T16:17:00.001-04:00</published><updated>2009-06-17T16:18:50.531-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>opinião   &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carta aberta a Arieis Santana &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Correio do Estado, 05-08-2009 - pagina 2) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Leio sua carta de 15 último, endereçada ao prefeito e aos deputados. Cabe a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;eles respondê-la, mas como não é uma correspondência pessoal e trata de &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;assunto de interesse geral permito-me tecer alguns comentários sobre o seu &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;teor. Em primeiro lugar, quero dizer que li todas as obras do saudoso &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;professor Barbosa Rodrigues e delas, ressai sua angústia exteriorizada em &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;seguidos artigos no “Correio do Estado,” onde o emérito acadêmico pressentia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;o caos da semelhança de nomes dos dois Estados ao sugerir o gentílico &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;matogrossulês ou matogrossulense para o Estado nascente. Ele não concordava &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;com o sul-matogrossense, até porque este é o adjetivo pátrio de quem nasce &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;no Sul de Mato Grosso. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto ao respeitável publicitário Ricardo Duailibi, nosso conterrâneo, este &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;esteve em Campo Grande na abertura da Liga do Estado do Pantanal, há pouco &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;mais de nove anos e proferiu conferência no Palácio Popular da Cultura sobre &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;a importância da nova denominação. E o que ele disse na ocasião (e eu tenho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;gravado) foi que, nem uma campanha de cinquenta milhões faria o Mato Grosso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;do Sul pegar e o Estado do Pantanal, por ser conhecido em todo o mundo, não &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;precisaria sequer de campanha publicitária. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os divisionistas Paulo Coelho Machado, Vespasiano Martins e outros citados &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;em sua carta nunca foram ardorosos defensores do Mato Grosso do Sul como &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;denominação para o Estado que pleiteavam. O patriarca da divisão, Vespasiano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Martins, defendeu Estado de Maracaju, exatamente porque tinha o senso da &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;divisão completa e definitiva, onde não houvesse a menor dúvida de nossa &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;separação política total. Me desculpe se isso lhe ofende, mas a sua tese é a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;de quem era contrário à divisão do Estado, fundada no paradigma cívico: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;nasci matogrossense e quero morrer matogrossense. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Concordo com o fato de que é “muito mais distinto; é muito mais charmoso; é &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;muito mais erudito; é muito mais melodioso ser chamado de SUL-MATO-GROSSENSE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;do que pantaneiro ou pantanense. O Mato Grosso do Sul é realmente um nome &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;expressivo, forte e marcante. O problema é que há uma tendência natural à &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;abreviação e simplificação dos nomes. Não há cidade, estado ou pessoa com &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;nome com mais de duas palavras que não passe por este fenômeno lingüístico, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;onde Rio Grande do Sul é Rio Grande, Rio Grande do Norte é Rio Grande, São &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sebastião do Rio de Janeiro ficou apenas Rio, Ribas do Rio Pardo, Ribas e &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul, lugar comum, reduz-se a Mato Grosso. Não se trata de &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;trocar o nome e sim de tratar pelo primeiro nome. Quem nos chama de Mato &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Grosso, aqui ou alhures, o faz não por falta de conhecimentos elementares de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;geografia, mas por comodismo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em sua carta são citados dois exemplos de acidentes geográficos glamurosos &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;que não teriam servido de motivação para mudança de nome de seus Estados: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cataratas de Iguaçu e Baia de Guanabara. Iguaçu foi o nome escolhido pelos &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;separatistas que em 1972 tentaram criar um Estado a Oeste do Paraná e &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Guanabara (não sei se é de seu tempo) foi o nome de um Estado oriundo da &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;transformação da cidade do Rio de Janeiro, em 1960 (o chamado município &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;neutro) em unidade da federação, exatamente como compensação pela mudança da &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;capital federal para Brasília. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por fim, há um Mato Grosso muito mais notável tolhendo nossa identificação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tive muito orgulho de ser matogrossense, tenho orgulho de ser &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;matogrossulense e serei, orgulhosamente, pantaneiro mesmo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sergio Cruz &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jornalista &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;sergiocruz@viamorena.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5957429842675740569?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5957429842675740569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5957429842675740569&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5957429842675740569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5957429842675740569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/opiniao-carta-aberta-arieis-santana.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1276370741121229963</id><published>2009-06-17T14:09:00.002-04:00</published><updated>2009-06-17T14:18:23.588-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Apenas para completar as informações do Wagner Sávio, quanto a estados que mudaram de nome, vou citar alguns casos brasileiros. 1) Amapá, desmembrado da Guiana Francesa em 1900, recebendo a denominação atual em 1943. Roraima, até a Constituição de 1988, chamou-se Rio Branco e Rondônia, que desmembrado de Mato Grosso em 1940, chamou-se até recentemente de Guaporé. O Estado do Pantanal tem precedentes. Amapá homenageia seu principal rio, Roraima seu mais notável acidente geográfico, o monte Roraima e Rondônia, o mais célebre sertanista brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1276370741121229963?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1276370741121229963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1276370741121229963&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1276370741121229963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1276370741121229963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/apenas-para-completar-as-informacoes-do.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7637550851234263894</id><published>2009-06-17T13:53:00.001-04:00</published><updated>2009-06-17T13:55:59.314-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Da Redação&lt;br /&gt;(Jornal de Domingo-online)  &lt;br /&gt;Noticia de: 05 de Junho de 2009 - 20:07 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com Wagner Sávio  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Wagner Sávio Severino dos Santos, Coordenador Geral da liga pró estado do Pantanal-PN concedeu uma entrevista exclusiva para o site do Jornal de Domingo. Wagner falou sobre suas opiniões além de afirmar que “Pantanal-PN! este nome gera riquezas”. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;1. De quem foi à idéia da mudança de nome e por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: – Desde a constituinte estadual, em 1979, o publicitário e sul-mato-grossense Roberto Duailibi, juntamente com outros intelectuais que fizeram parte dos trabalhos na época, já questionavam o nome MATO GROSSO DO SUL, afirmando que ele iria nos causar sérios prejuízos, tais como:  a construção de nossa identidade, pois continuaríamos à sombra do antigo estado; a difícil memorização por falta do contra ponto, ou seja, não temos o MATO GROSSO DO NORTE; um nome extenso; etc.. Portanto, a mudança do nome do nosso estado está sendo pensada e discutida desde sua criação, mas eles deixaram bem claro que não foram os donos da verdade. Mas que queriam sim um debate no campo das idéias, de alto nível, esclarecedor e respeitando os contrários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Em um site havia uma informação que identificava Manoel de Barros e um dos integrantes da família Espíndola como pioneiros na idéia da mudança do nome para Estado do Pantanal, isso é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: - O que posso afirmar é que, desde a criação da Liga Pró Estado do PANTANAL-PN, em 07 de outubro de 1999, da qual faço parte desde o início como conselheiro fiscal e desde 2004 como Coordenador Geral, o artista plástico Humberto Espíndola, desde o início, fez parte como 1º coordenador –adjunto. Quanto ao nosso grande poeta Manoel de Barros, sua adesão aconteceu em janeiro de 2000. Destacou que “o nome PANTANAL é de todas as línguas, uma poesia universal que sintetiza as múltiplas essências humanas ao agregar o infinito espírito da natureza. Expressão que dispensa apresentação no mundo. Reforço que será acrescentado à consciência preservacionista, na medida em que vai incorporar em cada cidadão a responsabilidade de zelar pelo seu maior bem natural”. Um dia histórico para a liga.  Portanto, pioneiro da idéia é o Sr Roberto Duailibi e quem realmente abriu o debate para a sociedade foi o ex- governador Zeca do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Por que a mudança não aconteceu? E o que é necessário que se faça para que ela aconteça? Já que é um fato inédito na história do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Por diversos fatores, mas há dois que realmente impactaram o andamento da proposta na época. Desqualificar e partidarizar o debate. A grande mídia de nosso estado, escrita e televisiva, deixou de lado seus nobres princípios, quais sejam os de INFORMAR e, principalmente, EDUCAR a sociedade, preferiu prestar um grande desserviço à população, desvirtuando ou sonegando informações. Argumentaram que a mudança iria trazer grandes transtornos à população com gastos exorbitantes como: trocar as placas de todos os carros, todos os documentos, escrituras cartorárias, etc., o que não era e não é verdade. Exemplo claro de partidarização foi que o estado do PANTANAL teria como sigla “PT”. Acredito que qualquer órgão de imprensa deste país, sabe que as siglas dos estados brasileiros são formadas, para os nomes simples, a partir da primeira letra do nome com a próxima, desde que não aja alguma existente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: Paraíba = PB (PA= Pará, PR=Paraná, PA=Pará, PI=Piauí e PB=Paraíba).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: PANTANAL = PN (PA=Pará, PN=Pantanal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P B  = PARAÍBA  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P A = PARÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P R = PARANÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P I  = PIAUÍ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P B = PARAÍBA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P N = PANTANAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, aquela história de PANTANAL – “PT”, é impossível de ocorrer. Infelizmente uma mentira pronunciada várias vezes acaba virando verdade para os menos esclarecidos. Há dois caminhos para que ocorra a mudança. Um é propor projeto de lei, através de ação popular (coleta de pelo menos 1% de votantes do MS – de 15 a 20 mil assinaturas) junto a Assembléia Legislativa do Estado. Outra situação, mais dispendiosa e demorada, através de plebiscito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Algum estado, a nível mundial, já teve seu nome mudado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Há diversos exemplos de mudança de nomes de países e cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Abissínia foi o nome da Etiópia até o início do século 20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Paquistão Oriental foi província do Paquistão no período de 1947-1971, depois disto tornou-se Bangladesh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zimbábue era conhecido como Rodésia até 1980.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zaire trocou o seu nome para República Democrática do Congo, em 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Basutoland foi o nome de Lesoto antes de 1966.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mumbai, na Índia, foi chamada de Bombaim até 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das cidades, temos Leningrado, que após o colapso da União Soviética voltou a se chamar São Petersburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são exemplos relevantes divulgados pela grande imprensa. O caso de MS terá também especial relevância, tendo em vista a polêmica envolvida e o próprio bioma pantaneiro, considerado um patrimônio natural da humanidade, do qual seremos os “guardiões”, de fato e de direito, incorporando em nossa identidade e em tudo que produzirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Quais as vantagens e desvantagens para os sul-mato-grossenses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Acredito que estas são as principais vantagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro: Teremos nome próprio. Um nome conhecido mundialmente e escolhido por nossa vontade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo: Resgataremos nossa auto-estima e não mais seremos confundidos, pois seremos um único estado da federação com um nome diferenciado e de forte apelo ambiental. Será bem mais fácil construirmos nossa identidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro: O simples fato do debate sobre a mudança do nome nos dará, gratuitamente, mídia local, nacional e internacional, facilitando nossa identificação e localização geográfica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto: A palavra PANTANAL, de imediato, nos remete ao turismo (segundo segmento que mais emprega e distribui renda no mundo), uma das grandes vocações de nosso estado. A chancela da marca PANTANAL, estará estampada em nossa agricultura, pecuária, indústria e comércio, agregando valores em todos os nossos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinto: Um estado com este nome PANTANAL-PN, patrimônio da humanidade, exigirá de nossa sociedade e nossos governantes uma NOVA POSTURA DE VIDA, buscando o desenvolvimento sustentável, preservando o meio ambiente, buscando uma verdadeira integração harmônica entre HOMEM E NATUREZA e, acima de tudo, sabendo que estaremos deixando para as próximas gerações um ambiente saudável em que possam garantir seu futuro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às desvantagens, não consigo vislumbrá-las. Aceitar argumentos de que teremos imensos transtornos, um custo absurdo com esta mudança, isto não é verdade.  Estes são argumentos que não encontram consistência. Vivemos na era da informática. Uma mudança desta natureza equivale a apertar uma tecla no computador. Hoje as empresas usam formulários contínuos, notas fiscais eletrônicas (em fase de implantação, inclusive com a EFD – Escrituração Fiscal Digital). Todo estoque de material, quer seja das empresas privadas como dos órgãos públicos, poderão ser usados até o final (NF de talonários são válidos por dois anos). As escrituras públicas (cartórios) são documentos AD ETERNUM, não se alteram. A Carteira de Identidade continuará valendo sem a necessidade de retirar uma nova. Afinal, até hoje tem gente com a Carteira de Identidade de Mato Grosso. Para os novos documentos (nascimentos, emplacamentos de veículos, etc.) já sairão com o novo nome. Quanto às placas dos veículos, que hoje são definitivas, só irão trocar a tarjeta, pois a mesma contém a sigla MS que será substituída pela sigla PN, no momento em que for fazer o licenciamento anual de cada veículo. Haverá um período de transição, como houve na criação do MS. Ninguém será obrigado a mudar seus documentos ou impressos de imediato. Portanto, os argumentos de que teríamos que trocar todos os documentos públicos, Carteira de Identidade, escrituras cartorárias, placas dos automóveis, talões de notas fiscais, são inconsistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossos estudos e avaliações, os benefícios serão imensamente superiores, a começar pelo nome, reconhecimento, auto-estima, mídia gratuita e, principalmente, a questão financeira. Enfim, seremos a “novidade”, o estado da ecologia e da preservação, do compromisso com o ambiente inteiro. Este será o estado do PANTANAL-PN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O Senhor considera que se o nome do Estado fosse Estado do Pantanal, nós teríamos ganhado na escolha das sub-sedes? Pois seria muito declarado o estado que representaria o Pantanal e assim a FIFA teria que escolher Cuiabá e Campo Grande para não ficar muito na cara a ação do "tapetão" político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Se tivéssemos o nome PANTANAL-PN, acredito que seria mais difícil a escolha, até porque Mato Grosso é um estado literalmente amazônico (segue a legislação ambiental da amazônia, faz parte da SUDAM e seu território é composto de:  47% de floresta amazônica, 35% de cerrado, 12% de campos e somente 6% de pantanal), porém, abriria uma grande chance de, os dois estados, numa parceria bem forte, promoverem juntos a sub-sede pantaneira da Copa do Mundo. Hoje, depois de tantas acusações e repúdios, tenho minhas dúvidas em futuras  parcerias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fique bem claro: somente nome não ganha nada! Foram diversos fatores, entre eles, competência profissional na articulação e desenvolvimento do projeto, planejamento estratégico e, principalmente, articulação política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é agora, não de revanchismo, mas de afirmação. Ou fazemos algo muito forte ou cairemos no anonimato, pois o maior legado que a mãe natureza nos deu, o PANTANAL, ao que parece já tem dono, isto se não fizermos algo rápido e afirmativo, que possa resgatar nossa verdadeira condição de estado pantaneiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Por que existe pessoas contra a mudança do nome? E quem são elas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: A beleza da vida está no plural, na diversidade. O que seria do azul se todos gostassem do verde? O debate de idéias é o melhor caminho para as decisões seguras e bem pensadas. A resistência à mudança é natural do ser humano. Ele adora zona de conforto. Com todo respeito aos contrários, a mudança só não ocorreu pela falta de conhecimento, informação e esclarecimento à população sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. O Senhor considera Mato Grosso do Sul com mais potencial que Mato Grosso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: De forma alguma. São estados mais complementares que diferentes, com uma origem comum, e grandes potencialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos negar as grandes potencialidades de Mato Grosso com quase três vezes a área territorial que a nossa, fazendo parte da região amazônica e com progresso pujante. Mato Grosso do Sul não fica atrás em nada. É também um estado com vocação para o agronegócio e o turismo, isto sem falar nas suas riquezas minerais. Estamos localizados estrategicamente ao lado de São Paulo, com uma estrutura logística que, muito em breve, será uma das mais importantes do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Qual a sua opinião em relação à escolha da FIFA? Por que MT e não MS, já que o Pantanal é aqui e eles queriam um estado que abrangesse o Pantanal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: É bom que se esclareça. Mato Grosso do Sul possui 2/3 (dois terços) do pantanal e esta região representa 25% do território sul-mato-grossense, ao passo que Mato Grosso possui 1/3 (um terço) do pantanal e representa apenas 6% de seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição da FIFA por Mato Grosso foi em virtude das articulações bem alicerçadas entre o presidente da CBF, Sr. Ricardo Teixeira, governador do MT e o presidente da FIFA. . É bom que se diga que a Copa do Mundo seria realizada em apenas 10 cidades. Para chegar a 12 cidades criaram um pretexto criativo e inteligente, uma Copa Ecológica onde teríamos uma sub-sede na Amazônia e outra no Pantanal. Assim foi feito contemplando Cuiabá e Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Em sua opinião, como será a reação do Brasil se acontecer a mudança do nome? Pois hoje a própria mídia nacional confunde, ao citar o MS, com o MT, o Senhor acha que seria mais fácil para as pessoas de outros estados identificarem o MS como Estado do Pantanal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Acredito que a reação brasileira será altamente positiva, pois o povo brasileiro começa a ter a dimensão do que representa este nome para nós e o mundo. A confusão irá acabar. Seremos um estado único com este nome. Ganharemos mídia local, nacional e internacional, facilitando a memorização e localização geográfica do estado do PANTANAL-PN. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Essa falta de identidade que o MS sofre acarreta algum tipo de prejuízo para o Estado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Claro que sim! Como construir uma identidade, ter credibilidade, reconhecimento sem que tenha um nome? A todo instante somos confundidos ou tratados como se fôssemos o mesmo estado. Não existe um só evento por aqui em que não somos constrangidos ou constringimos alguém. Estamos nos tornando um povo deselegante, mal educado, raivoso e vaiando a todos que por aqui passam ou são convidados para alguma atividade e nos chamam pelo  nome de Mato Grosso. Temos ou não este nome? Somos xarás do vizinho estado, mas com uma pequena diferença: colocaram-nos um “DO SUL” que não existe, já que somos do Centro Oeste; não cola, porque não temos o contra ponto “DO NORTE” e ninguém fala por ser um nome “tri composto” e muito extenso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que desejarem expor suas opiniões podem entrar em contato com Wagner Sávio através dos endereços eletrônicos: wagnersavio@hotmail.com, estadodopantanal.pn@gmail.com e contato@pioneirotour.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7637550851234263894?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7637550851234263894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7637550851234263894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7637550851234263894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7637550851234263894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/da-redacao-jornal-de-domingo-online.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1735514261624341241</id><published>2009-06-17T12:08:00.001-04:00</published><updated>2009-06-17T12:11:56.291-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;JOGO ABERTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Campogrande.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiro pela culatra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favorável à manutenção do nome de MS, Marquinhos Trad tentou, em vão, usar Matogrosso, da dupla Matogrosso e Mathias, em seu programa na TV, para mostrar que nem todos confundem o nome do Estado. Perguntou se o cantor sabia onde estava. “Em Campo Grande, Mato Grosso”, respondeu.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Audiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem assistiu e contou na tribuna foi o deputado estadual Amarildo Cruz (PT). Na hora, Márcio Fernandes (PSDB) acabou revelando que também assiste ao programa, ao contar que também viu a confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defensor da mudança de nome, Antônio Carlos Arroyo (PR) disse, em outras palavras, que o colega Zé Teixeira (DEM) estava “enrolado” se fosse publicitário. Para o republicano, dizer que a troca de nome do Estado não tem relevância é “assassinar” um dos principais conceitos do Marketing: a marca.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A marca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para exemplificar seu pensamento, Arroyo usou como exemplo a Coca-Cola. Questionou Zé Teixeira se o refrigerante seria tão comprado no mundo inteiro se a marca fosse trocada.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Grife de luxo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arroyo defendeu sua idéia com unhas e dentes, afirmando que não trocar o nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal é jogar no lixo a grife de um dos principais biomas do mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1735514261624341241?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1735514261624341241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1735514261624341241&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1735514261624341241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1735514261624341241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/jogo-aberto-campogrande.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5144462586489711828</id><published>2009-06-16T22:22:00.001-04:00</published><updated>2009-06-16T22:24:35.186-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Movimento Empresarial é a favor da mudança de nome do Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento Empresarial pela Mudança do Nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal entregou um manifesto, na manhã desta terça-feira, aos deputados estaduais. O coordenador da Liga Pró Estado do Pantanal, Wagner Sávio, ocupou a tribuna, por proposição do deputado estadual Diogo Tita (PMDB), para falar do movimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de nome é apoiada pelas federações da Indústria (Fiems), do Comércio (Fecomércio), das Câmara dos Dirigentes Lojistas, de Associações Comerciais, do trade turístico, entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sávio destacou que o documento é um "ato de amor ao nosso Estado". "Não temos identidade lá fora", frisou, sobre a constante confusão feita com o vizinho Mato Grosso. "Não temos o contraponto do norte, vamos ser para sempre Mato Grosso", lamentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele destacou que nenhuma via da Capital se chama Mato Grosso do Sul, enquanto uma das principais avenidas da cidade faz homenagem ao Mato Grosso. Sobre a confusão, ele citou o Tocantins, que apesar da recente criação, não é confundido com Goiás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a denominação Pantanal, ele explicou que se trata de um nome mágico e mercadológico. Contou que na Paraíba, sua terra natal, vários estabelecimentos comerciais se chamam Pantanal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wagner Sávio é o coordenador da Liga Pró Estado do Pantanal, criada há 10 anos, e do Movimento Empresarial instituído no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor:  Edivaldo Bitencourt&lt;br /&gt;(www.jusbrasil.com.br/noticias)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5144462586489711828?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5144462586489711828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5144462586489711828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5144462586489711828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5144462586489711828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/movimento-empresarial-e-favor-da.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2597266811862348771</id><published>2009-06-16T22:15:00.000-04:00</published><updated>2009-06-16T22:16:48.494-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Indústria e pecuária querem trocar nome MS por Pantanal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terça-feira, 16 de Junho de 2009 13:05   &lt;br /&gt; Paulo Fernandes&lt;br /&gt;(Campogrande.com)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A presidência da Assembléia Legislativa recebeu, nesta terça-feira, um documento em prol da mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal assinado por presidentes de 24 entidades, incluindo Fiems, Famasul e Fecomércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das federações da Indústria, da Agricultura e Pecuária, e do Comércio; o documento conta com as assinaturas da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso do Sul, Sebrae/MS, Sindicato do Comércio Varejista e CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campo Grande).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros nomes de destaque no documento são dos presidentes do Sindicato do Comércio Varejista, Abrasel/MS (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Acrissul (Associação dos Criadores de MS) e ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entendimento dessas entidades, a mudança será importante para o desenvolvimento econômico do Estado, possui uma justificativa geográfica e acaba com a confusão semântica com o vizinho MT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns deputados estaduais encabeçam um movimento pela mudança do nome de Mato Grosso do Sul, mas a proposta não tem unanimidade na Casa de Leis. Eles estudam a possibilidade de fazer um plebiscito em favor da troca de nome.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2597266811862348771?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2597266811862348771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2597266811862348771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2597266811862348771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2597266811862348771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/industria-e-pecuaria-querem-trocar-nome.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2114875347880412920</id><published>2009-06-16T22:10:00.000-04:00</published><updated>2009-06-16T22:11:01.967-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>16/06/2009 13:24&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plebiscito sobre mudança do nome do Estado já tem apoio manifesto de 13 deputados &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Fernanda Brigatti e Valdelice Bonifácio &lt;br /&gt;(Midiamax.com) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Terminou há pouco a reunião sobre a mudança do nome do Estado para Pantanal, realizada na Presidência da Assembleia Legislativa. O encontro não resultou em qualquer encaminhamento prático sobre o assunto, mas segundo o deputado estadual Antonio Carlos Arroyo (PR), que encabeçou os debates, o principal resultado da reunião foi a manifestação de 13 parlamentares como favoráveis à realização de um plebiscito sobre a mudança. &lt;br /&gt;Arroyo acredita ainda que o número chegue a 18. Além dele, também se apresentaram favoráveis ao referendo Ary Rigo (PDT), Celina Jallad (PMDB), Paulo Correa (PR), Cel Ivan (PDT), os tucanos Marcio Fernandes, Rinaldo Modesto, Dione Hashioka e Reinaldo Azambuja e os petistas Pedro Kemp, Pedro Teruel, Paulo Duarte e Amarildo Cruz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os que defenderam a realização do plebiscito, no entanto, são favoráveis à mudança de Mato Grosso do Sul para Pantanal. Celina Jallad e Dione Hashioka, ambas a favor do referendo, se manifestaram à reportagem do Midiamax contrárias à modificação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além delas, também são contra a mudança do nome os deputados Zé Teixeira (DEM), Marquinhos Trad (PMDB), Antonio Braga (PDT), Onevan de Matos (PDT), o presidente da Assembleia Jerson Domingos (PMDB), Mauricio Picarelli (PMDB), Junior Mochi (PMDB) e Youssif Domigos (PMDB). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, outros 11 se manifestaram a favor da mudança. Dois parlamentares se disseram ainda indecisos: Pedro Teruel e Reinaldo Azambuja; e Londres Machado (PR) não foi consultado, por não ter sido localizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Carlos Arroyo explica que a intenção é realizar o plebiscito junto das eleições de 2010, não representando qualquer custo extra ao sistema eleitoral. Se os deputados chegarem a um consenso sobre o assunto, a Assembleia deve encaminhar ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) um solicitação para haja a convocação do plebiscito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o parlamentar, o entrave pode ser as disposições da Constituição Estadual. No entendimento dele, após consulta à assessoria jurídica da Casa, é que o plebiscito pode ser solicitado após a aprovação de uma alteração na Constituição. Para que uma emenda seja aprovada, seria necessária a maioria simples dos votos, ou seja, 13.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2114875347880412920?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2114875347880412920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2114875347880412920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2114875347880412920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2114875347880412920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/16062009-1324-plebiscito-sobre-mudanca.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5209429685854010768</id><published>2009-06-16T13:08:00.000-04:00</published><updated>2009-06-16T13:09:35.826-04:00</updated><title type='text'>Documento das classes produtoras aos deputados</title><content type='html'>EXCELENTÍSSIMOS SENHORES DEPUTADOS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades representativas das classes empresariais e produtivas do Estado atualmente denominado Mato Grosso do Sul, através de seus representantes legais que assinam em conjunto, no mais completo exercício de cidadania e tendo em vista sua importância para o desenvolvimento econômico do Estado, vem mui respeitosamente solicitar a inclusão nos debates políticos que se iniciam visando a mudança da denominação oficial de nosso Estado, trabalho este iniciado em 2008 pelo movimento empresarial pela mudança do nome e Liga Pró Estado do Pantanal –PN, visando a união dos setores econômicos do estado como turismo, o agronegócio, a indústria e o comércio para “Estado do PANTANAL, com a sigla PN.&lt;br /&gt;É sábio que dois terços deste estão em território sul-mato-grossense. Trata-se de um ecossistema com 250 mil quilômetros quadrados de extensão, situado no Sul de MT e no noroeste de MS, no Brasil, além de englobar pequena parte do norte do Paraguai e leste da Bolívia (lá chamado chaco) e considerado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade e  Reserva da Biosfera. O Pantanal é uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta. Geograficamente localiza-se no centro da América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai. Sua área brasileira é de 138.183 km quadrados, com 65% de seu território no Estado de MS e 35% no MT. Não é um pântano como o nome pode sugerir. É, na verdade, uma planície pluvial irrigada por rios que drenam a bacia do Alto Paraguai, cujo ciclo interminável de cheias e secas é a fonte perene de vida a flora e fauna de rara beleza. Influenciada por quatro grandes biomas de vegetação, amazônica, cerrado, pantanal e mata atlântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando a geografia de lado e passando ao lado prático da polêmica que envolve este que é um dos mais novos Estados da federação e que até hoje busca sua real identidade, tentando se desvencilhar de uma vez por todas do cordão umbilical que o liga ao antigo Mato Grosso. O principal obstáculo neste sentido tem sido o nome do Estado, através do qual se torna quase impossível desvincular um do outro. Fonte de polêmica, o nome Mato Grosso do Sul é constantemente ignorado internacionalmente e no Braisil afora, já que nos principais grandes centros brasileiros, onde estão sediadas as principais redes nacionais de TV, revistas e jornais de circulação nacional, a mídia não consegue dissociar o MS do MT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta Assembléia, honorável Casa de Leis, tem calcado sua função típica que legislar, na tradução de leis que alcancem o sentimento social, o apelo da voz do povo diante de um fato ocorrido em sociedade, que tenha elevado valor e traga uma mudança social que necessita de normatização. Registre-se que o debate acima citado deva ser despartidarizado e se torne realmente um tema democrático, em que todos os segmentos reflitam o opinem para que, enfim, se tome uma decisão de bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestamo-nos unidos neste documento como legítimos geradores e gestores de riquezas econômicas de nosso Estado, formadores de opinião pública e agentes do desenvolvimento. Somos transformadores sociais através da empregabilidade gerada em nossas respectivas atividades e a nossa intenção é de colaborar junto à administração pública e toda a sociedade, dentro de um regime democrático e de direito para o aprimoramento do debate sobre esta importante questão, vital para o futuro de nosso Estado, principalmente no que tange à nossa identidade e questão econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pugna pelo discernimento, pela sabedoria e, sobretudo, pela sensibilidade dos Senhores  Deputados para a condução deste debate exposto como correção de equívocos semânticos, histórico e geográfico ocorrido quando nomeou-se de “Mato Grosso do Sul,” nossa unidade federativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade, as entidades abaixo manifestam os protestos de elevada consideração e distinto apreço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campo Grande, 08 de junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul – FIEMS&lt;br /&gt;Sergio Longen, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul – FAMASUL&lt;br /&gt;Ademar da Silva Júnior, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul – FECOMERCIO&lt;br /&gt;Edson de Araújo, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul – FCDLMS&lt;br /&gt;Álvaro José Fialho, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso do Sul – FAEMS&lt;br /&gt;Leocir Paulo Mnotagna, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação do Conventions Bureaus&lt;br /&gt;Marco Antonio Lemos, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa de MS – SEBRAE-MS&lt;br /&gt;Luis Cláudio Sabedottti Fornari&lt;br /&gt;Presidente do Conselho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sindicato do Comércio Varejista de Mato Grosso do Sul – SINDIVAREJO&lt;br /&gt;Edson de Araújo, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande – CDLCG&lt;br /&gt;Ricardo Massaharu Kuninari, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convention Bureau&lt;br /&gt;Paulo Roberto Hans&lt;br /&gt;Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – ABRASELMS&lt;br /&gt;Paulo Ortiz, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul – ACRISSUL&lt;br /&gt;Francisco Maia, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Comercial e Industrial de Mato Grosso do Sul ACICG&lt;br /&gt;Luiz Fernando Buainain, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis em MS – ABLASMS&lt;br /&gt;Marco Antonio Lemos, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liga Pró-Estado do Pantanal&lt;br /&gt;Wagner Sávio Severino dos Santos&lt;br /&gt;Coordenador Geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Indústrias de Hotéis em MS – ABIHMS&lt;br /&gt;Cristina Busse, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Mato Grosso do Sul – CREA MS&lt;br /&gt;Jary de Castro, Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATRATUR&lt;br /&gt;Elizabeth Coelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SINDIMÓVEIS MS&lt;br /&gt;Renato P. Brum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Rural de Miranda&lt;br /&gt;Gerson Prata Junior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABAV MS&lt;br /&gt;Marta Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORUM PANTANAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTUR BODOQUENA&lt;br /&gt;Acylino M. Resende&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo de Operadores de Turismo de MS – GOPAN MS&lt;br /&gt;Lílian Saad&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação dos Produtores de Arroz de MS e Irrigados&lt;br /&gt;Roberto Coelho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5209429685854010768?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5209429685854010768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5209429685854010768&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5209429685854010768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5209429685854010768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/documento-das-classes-produtoras-aos.html' title='Documento das classes produtoras aos deputados'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-287493513377564896</id><published>2009-06-13T20:17:00.002-04:00</published><updated>2009-06-13T20:22:14.255-04:00</updated><title type='text'>Pantanal, por que você é contra?</title><content type='html'>PANTANAL, POR QUE VOCÊ É CONTRA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal argumento dos adversários do Estado do Pantanal era a sigla PT. O próprio conselho da OAB, alhures, rejeitou seu apoio à mudança com base em parecer onde o relator arguiu o perigo de trocar-mos o Estado do MS pelo Estado do PT. Desfeito o deliberado equívoco, com a classificação de PN como sigla oficial do novo Estado, a oposição repete, entre outras a gasta desculpa de que o Pantanal não é um nome apropriado porque a planície alagada não tem nada a ver com Campo Grande, Paranaíba, Mundo Novo, Iguatemi, Dourados e Nova Andradina. Esquece que o rio Paraná também não banha Curitiba, Ponta Grossa e Londrina, nem por isso o Estado teve que escolher outro nome. Aponta-se ainda como justificação definitiva de impedimento o fato do Pantanal pertencer também a Mato Grosso e à Bolívia e ao Paraguai. Mesmo que o nosso Estado não detivesse cerca de dois terços do Pantanal nada obstaria a sua adoção. Com efeito, poderiamos citar inúmeros exemplos, mas fiquemos ainda com o rio Paraná, que além do Estado que lhe tomou o nome emprestado, banha São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraguai e Argentina. Esta semana, o deputado Marquinhos Trad viajou na verborréia ao lamentar estímulos mercadológicos para alterar a nomenclatura oficial do Estado. Do ponto de vista ético e moral não seria nenhuma ilicitude, fazer uso proveitoso do nome do Estado, principalmente quando se tem um extraordinário grife como o Pantanal. Exemplo a ser seguido é o Brasil, que se chamou Terra de Vera Cruz e Terra de Santa Cruz, antes desta sua denominação definitiva, com motivação nitidamente comercial, já que a caesalpina echinata (planta que lhe deu o nome) foi o seu primeiro produto de exportação. O vereador Lídio de Campo Grande, perdido nas altercações nervosas de um discurso difuso, chegou a apelar para a dispensável agressão verbal, ao qualificar de desocupados aqueles que defendem a mundança do nome. Com a palavra, quem tiver o que falar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-287493513377564896?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/287493513377564896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=287493513377564896&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/287493513377564896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/287493513377564896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/pantanal-por-que-voce-e-contra.html' title='Pantanal, por que você é contra?'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4416952012882855305</id><published>2009-06-13T19:25:00.000-04:00</published><updated>2009-06-13T19:31:35.424-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Outra digressão dos opositores ao Estdo do Pantanal diz respeito à vinculação histórica. Alegam que esta região sempre foi conhecida como Mato Grosso, portanto, nada mais adequado que o Mato Grosso DO SUL.&lt;br /&gt;É exatamente o nó da vinculação histórica que estamos querendo desatar com a mudança. O Paraná, quando desmembrou-se de São Paulo em 1853, não cogitou a idéia de chamar-se São Paulo do Sul e os habitantes do novíssimo Estado de Tocantins não reivindicaram o Goiás do Norte, por conta dos vínculos que unia o povo goiano. Este vínculo histórico preservado na divisão de Mato Grosso é que tem impedido nossa identificação própria. Estamos condenados a ser sempre um apêndice de Mato Grosso (o do Sul) e até admitindo a submissão geográfica, quando temos que utilizar o gentilico &lt;strong&gt;sul-mato-grossense&lt;/strong&gt;, como se fôssemos do Sul de Mato Grosso. &lt;br /&gt;Este Mato Grosso continua entalado na garganta de nossa história. Ou mudamos ou reunificamos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4416952012882855305?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4416952012882855305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4416952012882855305&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4416952012882855305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4416952012882855305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/outra-digressao-dos-opositores-ao-estdo.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2683717795749876523</id><published>2009-06-12T20:38:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T21:16:43.653-04:00</updated><title type='text'>Até as pessoas mudam de nome</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Segundo esse leitor, para tornar uma pessoa conhecida não precisa mudar o nome dessa mesma pessoa, bastaria divulgar seu nome.&lt;/strong&gt;(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tem sido um dos argumentos dos adversários do Estado do Pantanal. No caso de Mato Grosso do Sul não adianta divulgar. A tendência é simplificar, reduzir. Os nomes longos, mesmo quando muito bonitos, tendem a perder um pedaço ou simplesmente serem trocados por apelidos, alguns até de mau gosto, mas de fácil assimilação. Cidades com denominações de mais de duas palavras terminam perdendo uma palavra. Ex: São José do Rio Preto (Rio Preto), Ribas do Rio Pardo (Ribas) São Sebastião do Rio de Janeiro (Rio), Dois Irmãos do Buriti (Dois Irmãos). Com os Estados, no Brasil apenas três são compostos de três palavras: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Destes, apenas Mato Grosso do Sul é prejudicado. O grande prejudicado pelo fato de ter um vizinho homônimo muito mais antigo. Os riograndenses (do Sul e do Norte) estão longe um do outro e não competem ente si, logo, não se melindram quando são chamados apenas de Rio Grande. &lt;br /&gt;Em nosso caso só tem uma saída, mudar o nome, como fazem as pessoas quando lhes convem. O Luiz Inácio da Silva virou Lula, o José Orcírio Miranda mudou pra Zeca do PT, José Ribamar é José Sarney, Loester Nunes de Oliveira é simplesmente o Dr. Loester. Aliás, mudar ou alterar o nome é prática corrente entre políticos, artistas de televisão e intérpretes de músicas, notadamente as duplas sertanejas. Assim sendo, não há nenhuma consistênca a tese em discussão. O nome simples e forte, como Pantanal, dispensa inclusive especial divulgação. Já está suficientemente propagado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2683717795749876523?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2683717795749876523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2683717795749876523&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2683717795749876523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2683717795749876523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/ate-as-pessoas-mudam-de-nome.html' title='Até as pessoas mudam de nome'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5625992617002016393</id><published>2009-06-12T19:37:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T19:39:12.825-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mudança do nome de Mato Grosso do Sul divide população &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;segunda-feira, 8 de junho de 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alcindo Rocha - ass. dep. Marcio Fernandes &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre a mudança do nome de Mato Grosso do Sul não ganhou apenas o Plenário da Assembleia Legislativa. Depois de vir novamente à tona entre os deputados estaduais também a população tem manifestado suas ideias. A assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa tem recebido desde a semana passada diversos e-mails sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado estadual Marcio Fernandes (PSDB), vice-líder do governo na Assembleia, é favorável à realização de plebiscito para saber o que a população pensa sobre a mudança. Caso a maioria dos sul-mato-grossenses queira a mudança, Marcio Fernandes defende a mudança para Estado de Campo Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado exemplificou que Mato Grosso do Sul seria um caso similar ao de São Paulo e Rio de Janeiro em que coincidem os nomes das unidades federativas com o das capitais. Pantanal, outra possibilidade historicamente aventada, não seria o mais indicado, segundo Marcio Fernandes porque embora a maior parte da região pantaneira seja sul-mato-grossense, o Pantanal é compartilhado com Mato Grosso. A proposta de Estado de Campo Grande não geraria mais conflito com os mato-grossenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Estado do Pantanal e Estado de Campo Grande, outras propostas também são aventadas, uma delas é a manutenção de Mato Grosso do Sul, outra seria Estado de Maracaju, também com status de proposta histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A população comenta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maracaju é o nome defendido pelo douradense José Tibiriça Martins Ferreira. Em e-mail, o advogado José Tibiriçá informa que é estudante de idioma guarani ñandeva. O termo Maracaju teria origem guarani, significando papagaio verde da cabeça amarela. Na verdade, o advogado defende a permanência do nome de Mato Grosso do Sul, ou, na hipótese de mudar, Estado de Maracaju, em homenagem à serra mais importante do nosso Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilherme Poli defende Estado do Pantanal. Em artigo publicado na imprensa campo-grandense e encaminhado ao deputado Marcio Fernandes, Guilherme conta sobre um amigo de Florianópolis que lamentou a derrota da Capital catarinense e que o parabenizou porque Mato Grosso foi escolhido. “Esta é uma triste realidade rotineira e cotidiana da ignorância da maior parte da população, que confunde estados tão distintos”, escreve Poli. Ele destaca que a mudança seria importante tanto para a identidade do povo do Estado quanto para a economia, favorecendo o turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O internauta Dioni Loures Coelho também defende a mudança para Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate já chegou inclusive a outros Estados, como atesta o e-mail de um leitor de João Pessoa, na Paraíba, para quem é legítimo o desejo de mudança no nome. Para ele, até a dupla Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul deveriam repensar o nome para garantir identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor Valdecy Assis parabeniza os deputados pelo debate, porém, rejeita a proposta de Pantanal. O argumento é similar ao de Marcio Fernandes, o de que a região não é exclusiva de Mato Grosso do Sul. Outro ponto em comum com a sugestão de Marcio Fernandes é quanto à alternativa, Estado de Campo Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todos os leitores que se manifestaram são favoráveis. Um leitor usa a analogia com o nome de uma pessoa. Segundo esse leitor, para tornar uma pessoa conhecida não precisa mudar o nome dessa mesma pessoa, bastaria divulgar seu nome. Outro argumento contrário à mudança é que não devemos mudar em razão da ignorância alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor Vilton Amaral manifesta contrariedade com a mudança lembrando, entre outros pontos, questionamento quanto ao custo da mudança e os transtornos para a população. Segundo ele, vai ficar parecendo que a mudança seria em decorrência da derrota para Cuiabá como subsede dos jogos da Copa do Mundo de 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores não identificados não assinam os textos dos e-mails.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5625992617002016393?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5625992617002016393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5625992617002016393&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5625992617002016393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5625992617002016393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/mudanca-do-nome-de-mato-grosso-do-sul.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-8022273681962491117</id><published>2009-06-12T19:23:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T19:25:36.459-04:00</updated><title type='text'>Estado do Pantanal</title><content type='html'>Estado do Pantanal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;05/06/2009&lt;br /&gt;(midiamax.com)&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Hoje recebi um recado de um amigo meu de Santa Catarina,  dizendo que estava triste, pois perderam a sub-sede da copa, e ao mesmo tempo falou: -"Mas que bom que vcs ganharam!". Esta e uma triste realidade rotineira e cotidiana da ignorância da maior parte da população, que confunde estados tão distintos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se que estamos sem identidade, haja vista que essa confusão acomete pessoas das mais diferentes classes sociais, com exceção dos nascidos em Mato Grosso do Sul , que lutam contra uma verdadeira maré , por um reconhecimento, aborrecendo-se toda vez que escuta o nome do seu estado natal dito errado, visto que não é difícil escutar em um bate papo uma pessoa falando Campo grande - Mato grosso , e um nativo corrigindo "- DO SUL!! ". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessitamos de mudança !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas felizmente nossos parlamentares estão com a coragem de mudar esta triste realidade. Principalmente para indústria do turismo, mudar o nome, será um salto para&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nossa economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contando que a decisão de uma pessoa viajar a um determinado destino está diretamente ligada ao marketing do lugar, seguido por indicação de amigos. O nosso estado está prestes a tornar-se um fenômeno de marketing , tendo seu nome como ponto de partida para fomentar o turismo e alavancar o estado a nível nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o especialista em Marketing da agencia MCM de São Paulo, senhor Mario Messagi, seria uma tacada de mestre,  pois imagina que em todos os aeroportos, rodoviárias, que saem de São Paulo, Rio de Janeiro, ...etc, vão aparecer Campo Grande-Pantanal, além de contar com a mídia escrita a falada como jornais, revistas, cadastros , impressos, terá sempre a palavra PANTANAL, relacionada a Campo Grande e outros municípios da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o consumidor a leitura da palavra Pantanal  significa "turismo" , então lucramos muito com essa mídia, e que para o exterior é melhor ainda, pois eles conhecem o Brasil através de sua geografia, ou seja, nordeste, Amazônia, Pantanal,  Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, Bahia ...  , hoje perdemos estes turistas estrangeiros para o pantanal de MT, pois criou-se a errônea idéia que o pantanal está inteiramente nesse estado, e como excelentes sulmatogrossenses , sabemos que a maior e melhor parte deste valioso destino , encontra-se em nosso estado, MS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa capital e nossos municípios seriam os únicos do Brasil cujo nome seria um convite para o turismo. Já imaginaram!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-8022273681962491117?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/8022273681962491117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=8022273681962491117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8022273681962491117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8022273681962491117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/estado-do-pantanal.html' title='Estado do Pantanal'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4568845445951543292</id><published>2009-06-12T18:49:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T18:51:10.699-04:00</updated><title type='text'>Copa 2014: algumas razões para pensar</title><content type='html'>Copa 2014: algumas razões para pensar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ângelo Arruda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(midiamax.com)&lt;br /&gt;02/06/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A cidade de Campo Grande amanheceu nessa segunda-feira fria e triste. O esperado anúncio das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 não contemplou a Cidade Morena e com isso, lá se foi pelo ralo, um monte de dinheiro público gasto com todo o material que a FIFA exigia de cada uma das cidades que queriam se habilitar. Recursos públicos foram gastos com viagens de pessoal, contratação de publicidade, com eventos, palanques, anúncios nas revistas nacionais, faixas, banners em quantidade, veículos, enfim, uma ação minuciosa do governo municipal e estadual. Poucos empresários arriscaram colocar seu pescoço na empreitada. O que assisti como cidadão foi preocupante. Vamos ao filme. Quando a temporada foi aberta pela Fifa para que as cidades começassem a se colocar como candidatas, nossa capital não estava ainda ligada na matéria. Talvez com aquele receio de capital de uma cidade do centro-oeste, longe dos centros principais e isso nos afugentava para o escanteio. Eis que um vereador desperta para o tema, assina um requerimento – como inúmeros que a Câmara aprova toda semana- e no meio de pedidos de pavimentação de ruas, colocação de ponto de ônibus, troca de luminárias, aparece um para que o município ficasse na linha de frente da Copa 2014 e acordasse para o tema. Como era um requerimento no meio de tantos, pouco se deu atenção. Aliás, a primeira pergunta que devemos fazer é: uma ação dessa de grande envergadura mundial era para ser tratada por um requerimento de vereador ou era para ser tratada como um tema dos governos, dos empresários e da sociedade? Pensem nisso. Mas vamos lá. Eis que a municipalidade acorda e começa a trabalhar. Nesse momento, nossa vizinha Cuiabá, já estava lá no campo, jogando, se apresentando e inclusive, o governador daquele Estado, já tinha ido à Europa com o Presidente Lula, numa enorme comitiva de outros governantes, tratar do assunto Copa 2014. Faço esse preâmbulo, por conta da necessidade que tenho de compreender como duas cidades iguais- as duas tem Pantanal, população equilibrada, ausência de futebol, estádios e meio de transporte deficientes – estavam numa disputa e uma achava sempre que a outra ia perder a peleja. Estavam empatadas, desde o começo percebi isso. Continuando com a análise podemos admitir que a vizinha Cuiabá é mais alegre, que as pessoas adoram sair de casa e curtir a noite mas isso não tem peso no julgamento de uma Fifa para sediar uma Copa do Mundo, com a visibilidade de bilhões de pessoas. Podemos admitir que a rede hoteleira de Campo Grande é melhor, que temos melhores condições de vida e de segurança urbana mas isso não tem peso na decisão. O que os “fifeiros” estavam atrás? O que decidiu por Cuiabá? Quais as razões que o pessoal da Fifa tiveram para fazer a opção pelo Mato Grosso? Começo a desconfiar que a luta pela mudança do nome para Estado do Pantanal, considerada uma aberrração por uma parte dos políticos e da população, começa a fazer a diferença, pois quem conhece o turismo no Pantanal, sabe que o fluxo para o norte é bem maior que o do sul, apesar de Bonito e de Corumbá. Sendo assim começamos a desempatar e para  perder. Outro ponto que podemos admitir como importante está relacionado com a infra-estrutura urbana. As duas cidades tem os mesmos problemas de transporte, trânsito e mobilidade urbana com um agravante: Campo Grande perdeu com a retirada dos trilhos do centro e ele passando pela UFMS, a oportunidade de um Metrô de Superfície, conforme pensamos e anunciamos para a cidade no ano de 2004. A retirada dos trilhos foi fatal, para o Trem do Pantanal e para a Copa do Mundo. Alguém deve dar a mão a palmatória à nossa entidade FERROVIVA que estudou o tema e fez uma proposta concreta. Po fim, a vontade política e a vontade do povo das duas cidades. Nesse quesito ganhamos mas tivemos problemas pois acusações cidadãs aconteceram e quando isso acontece, cai o pano fino que nos unia e assim o abismo entre os dois estados cresceu ainda mais. Assim caros leitores, penso que não devemos falar que perdemos pois devemos ensinar que devemos lutar sempre, em função de uma causa. Agora não custa planejar melhor a ação que se quer, cuidar de todos os pontos para que tenhamos sucesso na próxima empreitada. Eu se fosse o prefeito e o governador, não ficaria dizendo que o tapetão ganhou. Não ouvi de nenhum governante que teve sua cidade não contemplada – no caso Goiânia, Florianópolis, Belém, Rio Branco dentre outras, falar que perderam no tapetão. Ao Prefeito a ao Governador, mãos à obra. Outras lutas virão. Quem sabe não devemos inscrever nossa cidade para sediar algum evento internacional ligado à cultura latina, ao meio ambiente, enfim, naquilo que temos de bom? Pois no caso do nosso futebol, ele precisa de apoio e incentivo e nesse momento os governos poderiam começar a fazer a sua parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4568845445951543292?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4568845445951543292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4568845445951543292&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4568845445951543292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4568845445951543292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/copa-2014-algumas-razoes-para-pensar.html' title='Copa 2014: algumas razões para pensar'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7596066989139893472</id><published>2009-06-12T11:14:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T11:21:13.779-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Campo Grande não fica no Mato Grosso&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(www.Inconsenso.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansamos desse povo que confunde Mato Grosso do Sul com Mato Grosso. E você que é daqui do estado de Mato Grosso do Sul e que viaja por esse Brasilzão afora já escutou perguntas do tipo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah você é do Mato Grosso do Sul, como está Cuiabá?&lt;br /&gt;- Olha, ela veio de Campo Grande, no Mato Grosso.&lt;br /&gt;- Os artistas então, 99% que vem ao estado cometem a gafe:&lt;br /&gt;- E aí, galera do Mato Grosso! “- Do sul!” - vem o coro da platéia corrigindo-os em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Campo Grande para Cuiabá são 702 Km = 9 horas e 57 minutos, segundo o Google Maps, portanto não é tão perto assim. Dá raiva, não sei se pela ignorância “geográfica” das pessoas, pelo “esquecimento” do nosso estado pelo resto do Brasil ou pelos habitantes daqui que não se sensibilizam com uma possível troca do nome do estado. E também quando o povo vem pra cá, se admira com a beleza e progresso da cidade, pudera, pois a imagem que se tem daqui é de índio, onça e tráfico de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mato Grosso do Sul existe desde que o Governo Federal, em 1977, decretou a divisão do estado, alegando dificuldade em desenvolver a região diante da grande extensão e diversidade. Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto em 11 de outubro de 1977, com a presença de autoridades de Mato Grosso e de numerosa comitiva de Mato Grosso do Sul, o presidente Geisel sancionou a lei complementar que criava um novo Estado. E em 1° de janeiro de 1979, em sessão solene, o presidente Ernesto Geisel e seus ministros instalam oficialmente o governo de Mato Grosso do Sul, com a posse do governador Harim Amorim Costa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o General Ernesto Geisel foi empossado na presidência da república, surpreendeu a maioria da população mato-grossense encaminhando o projeto de lei complementar ao Congresso Nacional, propondo a divisão de Mato Grosso e a criação de um novo estado que se chamaria Campo Grande o qual teria a capital de mesmo nome¹.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso, pleiteando a mudança do nome do estado para Mato Grosso do Sul. Em nossa opinião, deveria ter se considerado a proposta do nome do estado para Campo Grande (mesmo nome de sua capital), ou estado de Maracaju, ou estado do Pantanal, ou qualquer outro, ou ainda que o Mato Grosso assumisse em seu nome “do Norte”, quem sabe teríamos menos confusão com o nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdemos as contas de quantos e-mails já tivemos que mandar para as emissoras de televisão, que toda vez que se referem à cidade turística de Bonito, a localiza em Mato Grosso e não em nosso estado. Nas novelas, já houve referência a Campo Grande no Mato Grosso. Um conceituado jornalista da Rede Globo, numa série Me Leva Brasil no Fantástico, fez uma excelente reportagem sobre Campo Grande, mas no final pecou feio e confundiu tudo e disse: - Campo Grande, Estado de Cuiabá (sic). Mas isso já aconteceu até em previsão do tempo em telejornal! Onde mais falta?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa semana a indignação foi imensa. Houve um Campeonato Nacional de Judô, e a premiação do primeiro lugar do atleta daqui do estado de Mato Grosso do Sul seguiu-se em meio à alegria da vitória com a frustração ao ler na medalha: Campeão de Campo Grande - MT. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografei a medalha e já encaminhei a foto e meu protesto a muitos órgãos formadores de opinião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com grande indignação sugerimos que a CJMS envie à CBJ uma nota exigindo a correção da sigla de nosso estado, Mato Grosso do Sul, onde se localiza nossa cidade, Campo Grande, no MS e não em MT, como grifado na medalha do campeão. O certo seria a Confederação recolher as medalhas ganhas pelo nosso estado e nos enviá-las corrigidas, por tamanho desrespeito. Mas como sabemos que isso não ocorrerá tão cedo, então que pelo menos publiquem uma errata no site oficial da CBJ para tentarem se redimir ao povo sul-mato-grossense. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que em época recente de reforma ortográfica, é bom compararmos que ela não "pegará" tão cedo, pois tivemos a reforma geográfica com a divisão de alguns estados há 32 anos. Mato Grosso foi dividido com o Mato Grosso do Sul e o nome ainda não "pegou" para alguns brasileiros, por mais que já tenha dado tempo de se adaptar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jane Márcia S. Arruda&lt;br /&gt;Administradora de Empresas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kátia V. Kintschner&lt;br /&gt;Economista e mestre em Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¹ Correia Simões – A criação do Estado do Mato Grosso do Sul, p. 69.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7596066989139893472?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7596066989139893472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7596066989139893472&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7596066989139893472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7596066989139893472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/campo-grande-nao-fica-no-mato-grosso.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1070207345554326858</id><published>2009-06-12T10:06:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T10:17:36.881-04:00</updated><title type='text'>SACUDIDA</title><content type='html'>Um dos motivos que mais despertaram a desconfiança prévia das autoridades e do povo de Campo Grande sobre a tendência da decisão sobre a escolha da subsede do Pantanal foi a insistência com que dirigentes enviados pela Fifa e CBF repetiam o nome "Mato Grosso", mesmo quando o assunto exigia o crédito a Mato Grosso do Sul. Serviu pra dar uma sacudida em quem ainda acha que a questão do nome não tem muita importância. Vai ver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIGA DE VOLTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que um dos mais empolgados com a idéia reaquecida de mudança do nome do Estadofoi é o ex-deputado, escritor, jornalista e empresário Sergio Cruz. No finalzinho dos anos 90 ele foi um dos líderes do movimento que desaguou na criação da Liga Pró-Estado do Pantanal e acumulou apoios de celebridades locais, entre as quais o poeta Manoel de Barros,o publicitário Roberto Duailibi, o cartunista Ique e o cineasta e produtor de cinema David Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(O REPÓRTER, 07/06/2009)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1070207345554326858?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1070207345554326858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1070207345554326858&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1070207345554326858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1070207345554326858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/sacudida.html' title='SACUDIDA'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2696868761139658569</id><published>2009-06-12T08:21:00.000-04:00</published><updated>2009-06-12T08:25:13.262-04:00</updated><title type='text'>Eu também amo MS</title><content type='html'>EU TAMBÉM AMO MS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de &lt;strong&gt;Hélio Carlos Nantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Correio do Estado, 10/06/2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que me perdoe o nobre Deputado Estadual MARQUINHOS TRAD, mas não admitir a confusão que é feita com o nome do nosso estado em todos os cantos do Brasil, e mesmo no exterior, é não ver o óbvio. Eu também amo minha terra, mas se for assim eu amo Mato Grosso, porque quando nasci, nasci no estado do Mato Grosso. Agora sou sulmatogrossense, depois serei campograndense, ou pantanense, e com qualquer nome continuarei amando esta terra, não o nome. Já amei Mato Grosso, amo Mato Grosso do Sul e estou aguardando para amar o estado de Campo Grande.&lt;br /&gt;Tudo na vida precisa de identidade própria, precisa ser reconhecido por seu nome. É o nome que remete qualquer pessoa, na imaginação e na identificação, ao objeto, território ou pessoa. Manter dois estados vizinhos, anteriormente uno, com nomes semelhantes, sem caracterizar definitivamente os dois novos estados, é apregoar a confusão e a desinformação. Ou mudamos o nome de Mato Grosso do Sul, ou acrescentamos “do Norte” no Mato Grosso. Os matogrossenses com certeza, e com razão, não aceitarão,  pois estão mais é se divertindo com a nossa insensatez.&lt;br /&gt;Tudo por aqui, em Mato Grosso do Sul, começou errado. Desde o argumento, o nome,  até o primeiro governador.  Lembro-me que no decreto original o nome escolhido era Campo Grande, mas por ciumeira dos políticos das demais regiões, o nome foi alterado para o atual Mato Grosso do Sul. A rivalidade das demais regiões com Campo Grande causou toda essa confusão de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e agora em todos os encontros com pessoas de outros estados temos que ficar atentos quando fazem referência ao estado, e estar sempre alertas e preparados para completar: “do Suuuuuullllll”. Se estiver por perto algum cuiabano, vem o deboche com certeza.&lt;br /&gt;Temos que admitir: Os cuiabanos fazem política com muito mais eficiência do que nós. Nós brigamos para não permitir que seja dado o nome de Campo Grande para o novo estado, e permitimos esse nome que não identifica literalmente nossa terra. Os cuiabanos, ou matogrossenses, se unem para levar a copa para Mato Grosso, e o pantanal acabou sendo deles. No mundo todo o pantanal fica no Mato Grosso, mesmo quando se referem ao Mato Grosso do Sul. Nossos políticos perderam até mesmo o comando inicial do estado, e agora não se entendem novamente para realizar essa reviravolta que será a saída para a identificação definitiva de um estado pujante e promissor como o nosso, mas cujo nome só é reconhecido pela sua própria população.&lt;br /&gt;Deputado Marquinhos, o nosso estado deve estar, sim, em evidência. É preciso vender nosso estado, não só visando o turismo, mas o reconhecimento, a identificação, os valores, as tradições, a cultura, enfim tudo que é nosso, que acaba sendo de Mato Grosso. Nada contra Mato Grosso; eles foram competentes para sustentar o nome do seu estado, e sabem fazer política. Aliás, em matéria de política os cuiabanos sempre deram de goleada nos sulistas, mesmo antes da divisão. Até o argumento para dividir o estadão foi errado, e não tivemos competência para criar um estado nosso, sob nosso comando, com nome que identificasse nossa região, nossa gente. Ficamos presos, arraigados, querendo a divisão, mas sem coragem para se desligar do nome Mato Grosso. Só a perda da copa nos acordou novamente dessa “dormida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helio Carlos Nantes&lt;br /&gt;Empresário&lt;br /&gt;hcn@pmlibano.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2696868761139658569?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2696868761139658569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2696868761139658569&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2696868761139658569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2696868761139658569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/eu-tambem-amo-ms.html' title='Eu também amo MS'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4557446825118185172</id><published>2009-06-09T14:33:00.000-04:00</published><updated>2009-06-09T14:35:15.688-04:00</updated><title type='text'>A Copa e o nome do Estado</title><content type='html'>A COPA E O NOME DO ESTADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;André Luiz Alves&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Correio do Estado, 09 de junho de 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé Lata, querido amigo de infância, nunca gostou da idéia de separação. Quando Mato Grosso foi dividido, nós tínhamos doze anos. Eu comemorei bastante junto como resto da turma. Zé Lata se manteve calado. Não gostou nem um pouco. Dizia  com semblante sério: Pra que dois Matogrossos?  Já não basta um só, não somos todos Mato-grossenses do mesmo jeito? Em vão tentei lhe explicar as vantagens do novo estado, que surgia com a estampa de “O Estado modelo”. Além disso, nossa cidade era agora uma capital, não precisávamos mais do julgo Cuiabano, éramos uma nova unidade da Federação do Brasil. Passaram-se os anos e concluo que tudo não passou de ledo engano,  certo estava o Zé Lata,  posto que tudo continua do mesmo jeito. Mato Grosso do Sul jamais conseguiu identidade própria, sempre foi visto pelo restante do planeta como sendo um apêndice de Mato Grosso. Vale acrescentar que depois do Mato Grosso, Goiás foi dividido, mas ninguém deste novo estado criado teve a tola idéia de nomeá-lo Goiás do Norte. Hoje todos sabemos da existência do Estado de Tocantins e quase ninguém se recorda que um dia foi Goiás. No Mato Grosso, o lado norte do estado planeja nova divisão, inclusive já tem nome: Araguaia.  Mato Grosso do Sul ao menos fez este favor ao restante do país: É preciso ter identidade própria, se dividir, cortar de vez o cordão umbilical. Os recursos que perdemos com turismo, entre outros, é enorme, de nada adianta tentar se fazer vivo, presente, nenhuma campanha publicitária é capaz de nos dar uma definição própria, uma identidade. Recordo que o nome preferido para o Estado que surgia era Campo Grande, segunda opção Maracajú, não sei qual os motivos que levaram as autoridades de então optar por apenas acrescentar o Sul ao nome existente e nos tornamos verdadeiro Zé Ninguém, com direito a erros em cadeia nacional feita por Ministros, artistas e pelo povo em geral. Quem nunca ouviu falarem que Bonito ou Corumbá ficam em Mato Grosso? E o assunto da necessária mudança do nome do estado volta após mais uma derrota doída, difícil de engolilr. Perdemos a Copa para Cuiabá, mandaram nosso Governador “tchupar” manga, entre outras gracinhas que feriram nosso orgulho. Um amigo cuiabano, depois de vários e-mails de puro deboche, me informa que um grupo de empresário de lá pretendem colocar aqui em Campo Grande anúncios em out-doors com os dizeres: “Vai uma manga ai?” &lt;br /&gt;Nem adianta tentar retrucar. Seria choro de perdedor. Ricardo Teixeira, o bonachão, perpétuo dirigente do futebol nacional nos passou uma rasteira, não tenho dúvidas disso.&lt;br /&gt;Não consigo me convencer que perdemos a indicação apenas por conta do projeto apresentado por Cuiabá ter sido mais perfeito. De fato, temos que concordar que, enquanto nós, os Tchupa-mangas, gastávamos tempo e dinheiro público contratando a Luiza Brunet, Carlos Alberto Torres e o marketeiro Chico Santa Rita, os da outra cidade buscaram apoio em empresa internacional especializada em eventos. Sim, isto pesou. Assim como ninguém me tira da cabeça  que outros “pesos” foram levados em conta,  a dita influencia política  do Governador de MT, o “machadinho de ouro”, rei do desmatamento, tem a ver com poder econômico, nos passando a impressão que levou quem o Faraó apontou. Ou, quem pagou mais. Nada, absolutamente nada, a ver com critérios técnicos, nesses, até o mais incauto Cuiabano sabia que Campo Grande levava vantagens. E o que dizer da Federação de Futebol de MS? Dirigida há anos pela mesma pessoa, outro caso de perpetuação inexplicável no poder, vê, impávida, nossos grandes times de futebol – Operário e Comercial, irem ao fundo do poço. E quando tem jogos pela Copa do Brasil com os grandes do país, os problemas com o borderô são notícias a nível nacional. Como podem pretender organizar os jogos de uma copa do mundo?&lt;br /&gt;Apesar desses erros, duvido que nos tirariam a copa se o estado se chamasse Pantanal. Como é Mato Grosso apenas do Sul, ficamos com Mato Grosso que afinal tudo é a mesma coisa e ninguém vai notar – deve ter pensado o bonachão Ricardo Teixeira.&lt;br /&gt;O jornalista Juca Kfoury, em sua participação no programa de debates da rede de tv ESPN, disse com todas as letras que as cidades estavam escolhidas desde janeiro. Então, podemos concluir que o que fizeram com as 200 mil pessoas que recepcionou  a corja dos dirigentes em nossa cidade foi algo extremamente abominável sob todos os aspectos. Fizeram-nos de bobos. Buzinei feito um idiota para a corja, gritei feito um imbecil à toa e não consigo esquecer o papel tolo que todos nós Campo-grandenses fizemos.&lt;br /&gt;Eis que surge agora uma nova batalha: A indústria que a Petrobrás pretende instalar em um dos dois estados. Se nossa classe política perder mais essa, se ficar na janela vendo a banda passar e chupando manga, será como assinar um memorando de incompetência jamais vista na brava história de nosso estado, manchando o passado de grandes líderes, eles que lutaram pela divisão sem imaginar que a opção tola do nome desta porção de terra brasilis jamais o tornariam autêntico, com a devida identidade.&lt;br /&gt;A luta para a mudança do nome de nosso estado necessita novamente acender. A criação do estado de Campo Grande, Pantanal, ou Pantanal Sul como desejo de  alguns, se faz totalmente necessária, destarte  por tantos outros motivos, mas ainda pelo essencial desejo de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Luiz Alvez&lt;br /&gt;Cidadão Matogrossulês – Por enquanto...&lt;br /&gt;Acido13@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4557446825118185172?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4557446825118185172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4557446825118185172&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4557446825118185172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4557446825118185172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/copa-e-o-nome-do-estado.html' title='A Copa e o nome do Estado'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-3667402922087108816</id><published>2009-06-09T10:11:00.000-04:00</published><updated>2009-06-09T10:14:13.313-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>09/06/2009 09:00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;População já debate a mudança do nome do Estado &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ítalo Milhomem &lt;br /&gt;(midiamax.com) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade da mudança do nome do Estado, de Mato Grosso do Sul para Pantanal, começa a ganhar as ruas de Campo Grande. A discussão voltou à tona depois que a cidade perdeu a disputa com Cuiabá para ser subsede da Copa de 2014. Desta vez o debate renasceu na Assembleia Legislativa; os deputados têm até dia 16 para fechar posição a respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é levar a decisão para um plebiscito em que população se manifeste sobre o assunto. A reportagem do Midiamax foi às ruas sondar como o assunto está repercutindo. Ao que parece o tema ainda não chegou com força e quem defende um amplo debate para esclarecer as vantagens da medida por estar com a razão. Das sete opiniões divulgadas, apenas duas apresentaram argumentos consolidados para trocar o nome do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aposentado Aldo Viegas Santos, de 68 anos, acha que seria excelente a troca do nome do Estado para Pantanal. “Eu acho que o nome de Pantanal deveria ter nascido já na divisão do Mato Grosso para não confundir os estados. Pantanal é um nome de expressividade tanto nacionalmente como internacionalmente. Eu estaria disposto a encampar essa proposta”, afirma Santos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra pessoa que compartilha da posição do aposentado é o profissional liberal Marcelo Loureiro de Freitas de 42 anos. Segundo ele, as iniciativas que forem benéficas para o Estado à população não poderia ser contrária. “Sou favorável, embora eu continue sendo matogrossense, porque eu nasci antes da divisão. Nós temos que ser favoráveis a tudo que for bom para o Estado, sem atitudes bairristas”, completa Freitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indiferente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comerciante Magno Costa da Silva de 35 anos não vê ligação entre o nome atual e a derrota para Cuiabá na disputa pela subsede do Pantanal. “As pessoas comentam que poderia ter ajudado na campanha de Campo Grande para ser sede de 2014, mas não mudaria nada, foi falta de mobilização da classe política do Estado”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A analista de sistemas Ida Cunha, 40, que mora a dois anos em Campo Grande, acredita que pode aumentar a confusão se houver a troca. “Eu acho que já se criou uma identidade com este nome”, diz ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a mesma opinião do comerciante,Jair Ferreira Martins, 70. “Já foram 30 anos e ainda não temos um identidade cultural, se mudar o nome, serão mais 30 anos para a gente tentar ter um identidade. Se trocar o nome, o governo terá que fazer uma campanha para divulgar o novo nome. É melhor pegar esse recurso e investir no nome que já existe”, opina comerciante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sem empolgação campograndenses ainda divergem sobre mudança do nome do Estado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o comerciante Paulo Marques, 39, não deve haver reflexo imediato no aumento de turistas com a troca de nome. “Eu acredito que nada vai mudar porque todo mundo sabe que o Pantanal é aqui. Não vai fazer diferença, na minha opinião, não deve mudar.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estudante de Ciências Contábeis, Samira Mamed de Oliveira, 31, concorda com Marques. “Sempre foi assim, mesmo com a confusão dos nomes entre os dois Estados, a mudança seria indiferente”, argumenta a estudante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-3667402922087108816?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/3667402922087108816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=3667402922087108816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3667402922087108816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/3667402922087108816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/09062009-0900-populacao-ja-debate.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-8568629514471388289</id><published>2009-06-08T12:54:00.000-04:00</published><updated>2009-06-08T13:17:38.343-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mudar o nome por uma questão de marketing?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá-se ou muda-se o nome de uma cidade ou de um Estado por conveniência histórica, cultural, geográfica ou econômica. No caso de Mato Grosso do Sul somam-se todos os fatores. Falaremos de todos oportunamente, mas neste instante abordaremos o item relacionado à economia, ou seja, o questionado marketing. Nosso Estado tem muito a ganhar com um nome que agregue valores econômicos que representem mais vagas no mercado de trabalho, com o incremento ao turismo rural, contemplativo e de pesca esportiva. Não existe nada que proíba do ponto de vista ético e moral que o nome do Estado embale também um produto consumível, em nosso caso, o Pantanal. Caso contrário teriamos que abominar o atual nome de nosso país que deixou de ser Terra de Santa Cruz e virou BRASIL por causa do comércio internacional da &lt;em&gt;caesalpinia echinata&lt;/em&gt;, madeira produzida em abundância na mata Atlântica, utilizada para extração de tinta vermelha, muito apreciada na Europa.&lt;br /&gt;Na época a mudança sofreu forte oposição da igreja católica que não admitia que a denominação excluisse o maior símbolo do cristianismo fosse trocado por um pedaço de madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Cruz, fundador da Liga Pró-Estado do Pantanal (1999)&lt;br /&gt;autor do livro "Pantanal, Estado das Águas" (1999) em defesa do Estado do Pantanal&lt;br /&gt;sergiocruz@viamorena.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-8568629514471388289?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/8568629514471388289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=8568629514471388289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8568629514471388289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8568629514471388289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/mudar-o-nome-por-uma-questao-de.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5552400587921379355</id><published>2009-06-08T10:10:00.000-04:00</published><updated>2009-06-08T10:11:57.296-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>08/06/2009 09:55 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Famasul faz consulta sobre mudança do nome do Estado; presidente adianta voto a favor &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jacqueline Lopes&lt;br /&gt;(midiamax.com)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Famasul (Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul) anuncia 'plebiscito' sobre mudança de nome do Estado. O presidente da entidade, Ademar Silva Júnior diz que mudar de Mato Grosso do Sul para Pantanal será passo importante para o desenvolvimento. A marca Pantanal vai impulsionar agronegócio e turismo, frisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discutir o nome Mato Grosso do Sul para Pantanal impõe tocar no gargalo do desenvolvimento sustentável. Como crescer, produzir, sem prejudicar o meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Qual a posição da Famasul sobre a discussão iniciada em 2003/2004 retomada agora, após a perda de sediar a Copa 2014, sobre a mudança do nome do Estado Mato Grosso do Sul para Pantanal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – Nesse primeiro momento, tenho uma visão muito particular sobre o assunto. O Estado deve ter uma identidade própria. Se mudarmos o nome, o marketing sobre o Estado ecológico iria nos ajudar a ter uma marca forte. Não conseguimos criar nossa identidade desde a divisão (1977). Dentro e fora do Brasil o Mato Grosso é uno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Como a entidade deverá participar da discussão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – O momento é oportuno. A Famasul vai fazer reuniões com as 68 entidades, debater o assunto. Vamos fazer um plebiscito para saber se há interesse ou rejeição e vamos encaminhar nossa proposta com nosso parecer para a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Falar na mudança do nome do Estado, de questão ambiental na hora em que o ministro Minc * [Carlos Minc, do Meio Ambiente] faz ataques aos ruralistas que até ingressaram com ações contra ele. Como o senhor vê todo esse cenário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – Acredito que a gente consegue fazer uma discussão mais decente. A sociedade não conhece a realidade do campo. Vemos discussão sem caráter cientifico, de forma despreparada, como o ministro que está no cargo. Há muita desinformação e essas discussões vão nos ajudar a fazer essa ruptura. Com o Estado do Pantanal vamos ter a possibilidade de mostrar nossa vocação, se é o agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Aproveitando o assunto mudança do nome do Estado, o senhor acredita então que temos a chance de crescer economicamente e preservar o meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – Sustentabilidade tem que colocar em toda discussão. Precisamos é ter política específica, recursos direcionados. Sobre o Código Florestal, nós, a CNA (Confederação Nacional da Agricultura) defendemos o desmatamento zero porque entendemos que não precisamos mais desmatar. Se a população nacional, mundial necessitar de mais alimentos, teremos que discutir. Qual o modelo de desenvolvimento vamos adotar? Não podemos eliminar o ser humano das discussões como fazem alguns ambientalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Vimos em Corumbá recentemente a queimada nas propriedades rurais dentro do Pantanal. O Ibama [Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis] diz que foi incêndio criminoso e partiu dos donos das áreas. Como o senhor viu esse episódio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – Primeiro é preciso identificar antes de sair com acusações. Se for criminoso, deve ser punido. Nosso setor anda na legalidade. Inclusive somos os únicos que temos CNPJ, podendo ser punidos com rigor. O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra] não tem corpo jurídico, por exemplo. No caso do incêndio, se há crime, precisa ser punido. Mas, é preciso lembrar que estamos no período de seca. Fogo é algo que acontece nessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax – Se o Estado mudar o nome para Pantanal, de que forma uma campanha seria eficaz para vender a carne, o carro-chefe da economia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alessandra Carvalho &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ademar apóia mudança do nome MS para Pantanal &lt;br /&gt;Ademar Silva Júnior – Com a globalização, os países ricos e desenvolvidos querem produto mais natural, mais orgânico. Pantanal é um mote forte. Se souber linkar a vocação do Estado com a venda do produto agrícola para o mundo, com certeza o ganho é forte. Sem falar que o turismo também é uma atividade forte a ser desenvolvida em nosso Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5552400587921379355?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5552400587921379355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5552400587921379355&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5552400587921379355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5552400587921379355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/08062009-0955-famasul-faz-consulta.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1608647660400477603</id><published>2009-06-07T17:22:00.000-04:00</published><updated>2009-06-07T17:23:27.221-04:00</updated><title type='text'>Estado do Pantanal, juridicamente correto</title><content type='html'>A VALIDADE JURÍDICA DA ALTERAÇÃO DO NOME DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL POR INTERMÉDIO DE PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO ESTADUAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André L. Borges Netto&lt;br /&gt;Advogado Constitucionalista. Conselheiro Suplente da OAB/MS. Presidente da Comissão de Exame de Ordem da OAB/MS, Professor Universitário. Mestre e Doutorando em Direito Constitucional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSULTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Procurador-Geral do Estado, Dr. Wilson Vieira Loubet, em correspondência datada de 11.02.2000 (OF/PGE/GAB/Nº 058/2000), solicita nossa opinião sobre a possibilidade de mudança do nome do Estado, algo que envolve o tema jurídico da competência legislativa estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebemos cópia do Parecer PGE/GAB nº 005/2000, em que se conclui ser "juridicamente possível a modificação da denominação do Estado para ‘Estado do Pantanal’, devendo tal modificação ser realizada mediante emenda à Constituição Estadual, que poderá ter seu processo iniciado por remessa de projeto pelo Governador do Estado à Assembléia Legislativa ou por qualquer um dos parlamentares, dispensando-se a convocação de plebiscito ou referendo, já que a consulta popular, neste caso, é questão meramente política" (f. 19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou esclarecido que se tem a maior urgência em posicionar-se perante essa questão, em face do curto prazo de que dispõe para enviar resposta ao Exmo. Sr. Governador do Estado, o que nos leva a enfrentar o tema de modo abreviado, não sem antes dizer que no futuro, sendo isto necessário, o estudo poderá ser complementado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARECER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se pretende é obter resposta quanto à competência legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul para alterar, por ato próprio, via Emenda à Constituição local, sua denominação, passando a se chamar "ESTADO DO PANTANAL" .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em obra que publicamos ("Competências Legislativas dos Estados-membros", Ed. RT, 1999), o tema foi escandido de forma ampla e detalhada, sendo estudadas todas as faixas de competências legislativas que podem ser desenvolvidas por ato do Parlamento estadual, todas extraídas da Constituição Federal, a saber: competência constituinte (art. 25 da parte permanente e art. 11 do ADCT), competência residual (§ 1º do art. 25), competência concorrente (art. 24), competência delegada (parágrafo único do art. 22), competências privativas e competências implícitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta buscada demanda a análise apenas das competências CONSTITUINTE e RESIDUAL, além de outras questões de natureza constitucional, tal como segue. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de sabença comum que o legislador constituinte originário de 1988 trabalhou, desde as primeiras discussões quanto à elaboração da nova Constituição Federal, com a idéia –- que era firme e que estava presente em todas as grandes discussões sobre o rumo que deveria tomar a Nação –- de que o federalismo deveria ser reformulado, principalmente quanto ao aspecto da distribuição de competências legislativas, para que se fortalecessem os Estados-membros e os Municípios, descentralizando-se o exercício do poder político, que estava em maior número nas mãos da União. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este compromisso foi assumido publicamente pelos políticos integrantes do movimento da Aliança Democrática, divulgado em 7 de agosto de 1984, sendo que, dentre as inúmeras manifestações dos ideais políticos do momento, encontrava-se a idéia do "fortalecimento da Federação e efetiva autonomia política e financeira dos Estados e Municípios" (PAULO BONAVIDES e PAES DE ANDRADE, "História Constitucional do Brasil", Ed. Paz e Terra, 3ª ed., p. 802). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos a ressaltar este aspecto histórico em razão da necessidade de ser dado um tratamento amplo ao PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA AUTONOMIA DOS ESTADOS-MEMBROS (art. 18 da CF/88), dado que não se pode falar em entidade que compõe a federação brasileira sem recordar que a autonomia é a sua principal característica, a ponto de os publicistas definirem os Estados-membros como "corporações territoriais dotadas de autonomia constitucional dentro dos limites assegurados pela Constituição Federal, ao qual se assegura o direito à integridade territorial, o poder de participar da formação do governo nacional e o exercício dos poderes residuais ou remanescentes" (PINTO FERREIRA, "Comentários à Constituição Brasileira", Ed. Saraiva, v. 2, p. 122).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise correta do tema proposto implica em que se retenha na memória esta idéia central da discussão do federalismo pela Assembléia Nacional Constituinte, no sentido de que se pretendeu, efetivamente, dotar os Estados-membros de um somatório maior de competências legislativas, permitindo-se que, por ato próprio, os assuntos regionais ou de interesse marcadamente estaduais viessem a ser tratados diretamente pela Assembléia Legislativa Estadual, sem interferência da ordem jurídica central. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que se extrai desta autonomia constitucional o poder político pertencente ao Estado-membro para deliberar sobre as questões puramente locais, tendo e exercendo o Poder Legislativo, Executivo e Judiciário, sem outras limitações, além das que forem postas na Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém ressaltar que o tema das competências legislativas é de grande importância para a própria existência do federalismo enquanto forma de Estado, porquanto não se concebe a idéia de um Estado Federal onde as entidades federadas não possuam a faculdade de criar atos normativos para incidir sobre a conduta daqueles que se encontrem sob o seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o cerne, o núcleo, a própria razão de ser do Estado Federal reside na repartição constitucional de competências legislativas, onde diferentes níveis de governo ou de centros decisórios são dotados do poder jurídico, delegado pela Constituição, de emitir, criar ou editar as normas jurídicas necessárias para controlar a conduta humana em determinado espaço territorial, no nosso caso nos territórios dos Estados-membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A circunstância de os Estados-membros serem dotados da capacidade de inovar o ordenamento jurídico, mediante a emissão de atos normativos, é demonstração cabal da autonomia constitucional de que são detentores, na medida em que passam a regular seus assuntos internos ou de seu peculiar interesse independentemente da vontade das outras entidades federadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como temos por certo que a autonomia (poder de dar a si mesmo a lei reguladora da própria conduta ou poder de autodeterminação exercitável de modo independente dentro de limites traçados pela lei estatal superior) é o elemento que melhor caracteriza a existência dos Estados-membros perante nosso regime jurídico, não poderia mesmo o constituinte nacional ter deixado de elencar expressamente as competências que possuem os Estados-membros de editarem suas Constituições locais, pois é por intermédio delas que se estruturam os órgãos e repartições públicas locais, além de inúmeras questões do interesse peculiar dessas comunidades regionais, sempre observando os princípios estabelecidos na Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra retórica, elemento caracterizador do Estado-membro de um Estado Federal é a sua autonomia, sendo indisputável, conforme se vê da formosa lição de ANNA CÂNDIDA DA CUNHA FERRAZ ("Poder Constituinte do Estado-Membro", Ed. RT, p. 54), que "o primeiro conteúdo dessa autonomia, é, assim, a auto-organização, ou seja, a capacidade de que é dotada a unidade federada de dar-se uma organização que descanse sobre suas próprias leis, isto é, sobre leis que não extraiam seu valor jurídico de nenhuma outra autoridade. Vale dizer, o primeiro elemento da autonomia estadual é a capacidade atribuída à unidade federada para dar-se uma Constituição particular".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, parece fora de qualquer dúvida que auto-organizar o Estado-membro via Constituição Estadual significa, acima de tudo, FIXAR O NOME OU A DENOMINAÇÃO DESTA UNIDADE FEDERADA, DADO QUE DIFICILMENTE SE ENCONTRARÁ TEMA MAIS INTIMAMENTE LIGADO À AUTONOMIA LOCAL DO QUE ESTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pertence ao Estado-membro a competência para deliberar legislativamente sobre o tema de sua denominação, somente a ele cabendo o poder-dever de tratar normativamente sobre este assunto. Análise em contrário não estaria levando em conta a efetiva reformulação do federalismo pátrio (com a distribuição de um maior número de competências legislativas aos Estados-membros e Municípios), desviando-se, ainda, do conceito a ser dado à competência constituinte estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria mesmo muito estranho verificar o Congresso Nacional tratando de assunto tão ligado ao interesse da comunidade local, sem nenhum relevo para a comunidade dos demais Estados-membros e sem nenhuma vinculação lógica com o interesse nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorreu com a Lei Complementar nº 31/77, que criou o nosso Estado, foi apenas um ato formal de desmembramento territorial, tendo sido adotada a denominação que prevaleceu naquele período, sem que isto implique na necessidade de outra Lei Complementar Nacional deliberar sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto a este aspecto, entendemos que o tema foi suficientemente enfrentado pelo Dr. Wilson Vieira Loubet, que destacou uma verdade que até hoje ninguém teve a ousadia de refutar, qual seja: não existe hierarquia jurídica entre a legislação nacional e a legislação estadual, não se devendo levar em conta a questão da hierarquia para solucionar eventual e aparente conflito de normas federais e estaduais, devendo-se, em boa verdade, apenas extrair do Texto Constitucional a regra de competência legislativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deixe de reconhecer, também, que a Lei Complementar nº 31/77, na parte em que tratou da denominação do novo Estado-membro desmembrado do Mato Grosso, está com sua eficácia SUSPENSA, dado que posteriormente surgiu a Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul (05.10.89) que passou a tratar deste assunto (denominação do Estado) e de outros assuntos de natureza tipicamente constitucional, verificando-se aqui o mesmo fenômeno jurídico que sempre ocorre quando, no âmbito da legislação concorrente (art. 24 da CF/88), os Estados-membros editam leis veiculadoras de normas gerais e de normas específicas ou particularizantes, sendo certo que aquelas (as normas gerais) ficam com sua eficácia suspensa com o advento da lei federal sobre o mesmo assunto (§§ 3º e 4º do art. 24 da CF/88). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser muito claro que por intermédio da competência constituinte o Estado-membro pode legislar ampla e ilimitadamente sobre a alteração de sua denominação (porque este é assunto que deve mesmo ser objeto da competência constituinte estadual), outra competência extraída diretamente da Constituição Federal vem reforçar este entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da competência residual ou remanescente. É que, por força da tradição do regime federativo, adotou-se entre nós, como regra geral, a técnica de distribuição das competências legislativas em que as competências da União são expressas ou enumeradas (como forma de limitar a atuação da entidade que, tecnicamente, surge da associação das demais entidades) e as dos Estados-membros são residuais ou remanescentes, isto é, todas as matérias não previstas no elenco de competências legislativas explícitas e implícitas das demais entidades federadas pertencerão aos Estados-membros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, adotando regra clássica do federalismo, a Constituição Federal de 1988 reservou aos Estados-membros todas as competências legislativas que não foram outorgadas, explícita ou implicitamente, às outras entidades federadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, preceitua o § 1º do art. 25 da Carta Magna que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 25. ...............................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º São reservadas aos Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta Constituição".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos diante da competência legislativa residual ou remanescente dos Estados-membros, o que equivale a reconhecer que, com fundamento de validade no dispositivo constitucional retrocitado, essas ordens jurídicas periféricas poderão inovar a ordem jurídica, mediante a expedição de atos normativos infraconstitucionais, desde que a matéria a ser objeto de legislação não esteja no rol das competências reservadas à União e aos Municípios, tanto explícita quanto implicitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base na competência residual, as Casas Legislativas Estaduais passam a estar dotadas da capacidade para criar todas as normas jurídicas relativas a temas que não estejam previstos na faixa de competências legislativas da União e dos Municípios. Isto é assim porque residual é adjetivo referente a resíduo, palavra derivada do latim "residuus", que significa o que sobra, o que resta ou subsiste de algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segue-se do considerado que à "União cabem apenas os poderes que, explícita ou implicitamente, a Constituição lhe reservou; aos Estados, tudo o mais. Diga-se melhor. Aos Estados cabem todos os demais poderes, exceto aqueles que a Constituição Federal confere, explícita ou implicitamente, à União e aos Municípios. Desse modo, a verdadeira significação do preceito em exame está em afirmar que tudo o que remanesce, extraída a competência da União e a dos Municípios, é da competência dos Estados. União e Municípios, portanto, não têm mais do que os poderes que lhes são, explícita ou implicitamente, atribuídos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do que já sustentamos, podemos agora inferir, sem sinal de dúvida, que a faixa de competências legislativas dos Estados-membros acaba sendo demarcada por exclusão, mediante verdadeiro critério negativo de estabelecimento de competências, porquanto, COMO REGRA GERAL, poderão tais entidades legislar apenas sobre as matérias que não tiverem sido distribuídas, explícita ou implicitamente, pelo legislador constituinte, para União e Municípios, além de terem que ser respeitadas as vedações constitucionais limitadoras da atuação das pessoas políticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aí, portanto, mais um forte motivo para referendar juridicamente a apresentação de Projeto de Emenda à Constituição Estadual para alterar o nome do Estado de Mato Grosso do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não havendo na Constituição Federal, como de fato não há, absolutamente nenhuma referência à competência para alteração de nome das unidades federadas, fica claro que este tema pertence a cada uma das entidades citadas no seu art. 18 (União, Estados, Municípios e Distrito Federal). INEXISTINDO PREVISÃO SOBRE A COMPETÊNCIA LEGISLATIVA QUANTO A ESTE ASSUNTO, CLARO DEVE RESTAR QUE SOMENTE O ESTADO-MEMBRO, VIA COMPETÊNCIA RESIDUAL, É QUE PODERÁ DELIBERAR SOBRE ESTE TEMA TÃO CLARAMENTE LIGADO AO INTERESSE DA COMUNIDADE ESTADUAL OU REGIONAL, SEM NENHUMA VINCULAÇÃO COM O INTERESSE DE UMA SÓ COMUNIDADE MUNICIPAL OU NACIONAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competência dessa natureza nem poderia ser objeto de delegação. Quanto a isto prevalece a característica da INDELEGABILIDADE das competências legislativas, que redunda na conclusão de que o titular da competência legislativa não pode transferi-la, no todo ou em parte, a outrem. A impossibilidade da transferência da função legislativa é noção que se extrai de regras e princípios jurídicos previstos constitucionalmente, tais como o da separação de poderes, o da representação política, o da supremacia da Constituição e o do devido processo legal. A despeito disso, porém, e como única exceção, a Constituição Federal de 1988 traz regra explícita em que se permite a delegação da função legislativa da União para os Estados-membros, quando admite, no parágrafo único do art. 22, que lei complementar poderá autorizar os Estados-membros a legislar sobre matérias de competência privativa da União. O contrário jamais poderia ocorrer (por ausência da necessária previsão explícita), ou seja, o Estado-membro não poderia transferir competência legislativa que lhe pertence à União Federal, algo inviável juridicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretação como a exposta é mais consentânea com o regime federativo. Os Estados-membros não podem ser diminuídos ou ter um tratamento inferior ao que é dispensado às competências das demais entidades federadas. Federação, como sabemos, é união de coletividades autônomas. Para conferir autonomia aos Estados-membros, necessário será que se concedam às autoridades estaduais todas as competências necessárias para a autogestão de seus negócios e questões internas, sendo certo que uma das questões mais peculiares e inerentes a esta autonomia diz respeito exatamente à sua denominação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como restou exposto, entendemos ser viável juridicamente a apresentação de Projeto de Emenda à Constituição Estadual visando alterar o nome do Estado de Mato Grosso do Sul. Quanto à necessidade ou não de plebiscito, em termos jurídicos o que se tem é que o mesmo não é obrigatório, dado que isto não é exigido pelas Constituições Federal e Estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Submetido este estudo à análise do estudioso Leonardo Avelino Duarte (mestrando em Direito Constitucional na PUC/SP), este, além de concordar com o seu inteiro teor, lembrou-me da seguinte lição doutrinária: "A técnica constitucional brasileira não considera matéria da Constituição Federal a designação nominal de cada Estado integrante da República Federativa do Brasil, que passa a constituir objeto dos poderes reservados, para ser exercido na elaboração das Constituições dos Estados" (RAUL MACHADO HORTA, "Direito Constitucional", Ed. Del Rey, 2ª ed., 1999, p. 335), o que só vem a demonstrar o acerto da posição sustentada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não olvidaremos, na elaboração deste parecer, do magistério dos doutos, que afirmam, em uníssona voz, que "a idéia de efetividade, conquanto de desenvolvimento relativamente recente, traduz a mais notável preocupação do constitucionalismo nos últimos tempos. Ligada ao fenômeno da juridicização da Constituição, e ao reconhecimento e incremento de sua força normativa, a efetividade merece capítulo obrigatório na interpretação constitucional. OS GRANDES AUTORES DA ATUALIDADE REFEREM-SE À NECESSIDADE DE DAR PREFERÊNCIA, NOS PROBLEMAS CONSTITUCIONAIS, AOS PONTOS DE VISTA QUE LEVEM AS NORMAS A OBTER A MÁXIMA EFICÁCIA ANTE AS CIRCUNSTÂNCIAS DE CADA CASO" (LUÍS ROBERTO BARROSO, "Interpretação e Aplicação da Constituição", Saraiva, 1996, p. 218, sem destaque no original).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o conceito de autonomia dado por Constantino Mortati, citado por Manoel Gonçalves Ferreira Filho (in "Comentários à Constituição Brasileira de 1988", Ed. Saraiva, p. 199). Pinto Ferreira (in "Comentários à Constituição Brasileira", Ed. Saraiva, p. 125), citando Mouskheli, averba que autonomia constitucional é ‘o direito que tem uma comunidade jurídica de se dar livremente uma Constituição e o direito de modificá-la’. Os Estados-membros têm assim não só o poder de elaborar as suas próprias Constituições, como ainda o poder de modificá-las ou revisá-las. Têm um poder constituinte originário de criação de suas Constituições e um poder constituinte derivado de mudança dos seus textos constitucionais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizamos os termos residuais ou remanescentes como sinônimos, por traduzirem o mesmo conteúdo. Referida questão terminológica foi analisada pela Professora Fernanda Dias Menezes de Almeida (Competências na Constituição de 1988, Ed. Aidê, p. 88), quando críticas foram endereçadas à doutrina do Professor José Afonso da Silva, que pretendeu diferenciar as competências remanescentes das residuais. Parece-nos correto o entendimento da professora paulista, de vez que as expressões remanescentes e residuais têm o mesmo sentido, que é o de representar aquilo que sobra em termos de competências, após ter sido partilhada a competência dos demais entes federativos (União e Municípios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, Ed. Nova Fronteira, p. 1.493.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manoel Gonçalves Ferreira Filho, Comentários à Constituição Brasileira de 1988, Ed. Saraiva, p. 204, v. 1 (sem destaque no original).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Roberto Barroso, O Direito Constitucional e a Efetividade de suas Normas, Ed. Aidê, p. 385. Sobre o princípio da indelegabilidade e seus fundamentos teóricos devem ser lidas as bem fundamentadas obras de Carlos Roberto de Siqueira Castro (O Congresso e as Delegações Legislativas, Ed. Forense, 1986) e de Anna Cândida da Cunha Ferraz (Conflito entre Poderes - O Poder Congressual de Sustar Atos Normativos do Poder Executivo, Ed. RT, 1994). Celso Antonio Bandeira de Mello, que também é citado por Roque Antonio Carrazza (Curso de Direito Constitucional Tributário, Ed. Malheiros, p. 316), fornece-nos esta preciosa lição: "É princípio comezinho do direito constitucional o de que nesta seara, e maiormente no âmbito do direito constitucional, a autonomia da vontade – peculiar ao interesse privado – cede passo inteiramente à noção de dever. As competências públicas outorgadas pela Constituição não são bens disponíveis, não podem ser transacionadas, gratuita ou onerosamente, pelas pessoas jurídicas públicas nelas investidas. É sabido e ressabido que sua disposição escapa ao alvedrio de quem as possui. Por isso não há como intercambiá-las. São comandos impositivos para as entidades que as receberam. Em nada se assemelham a bens jurídicos intransmissíveis" ("Abastecimento de água - Serviço público - Regime jurídico - Tarifas", in RDP 55-56/100). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para destacar como a questão do NOME está vinculada ao interesse local, estadual ou regional, vinculando-o à pessoa no sentido de individualizá-la, vale citar lição do mestre Washington de Barros Monteiro, "in verbis": "Um dos mais importantes atributos da pessoa natural, ao lado da capacidade civil e do estado, é o nome. O homem recebe-o ao nascer e conserva-o até a morte. Um e outro se encontram eterna e indissoluvelmente ligados. Em todos os acontecimentos da vida individual, familiar e social, em todos os atos jurídicos, em todos os momentos, o homem tem de apresentar-se com o nome que lhe foi atribuído e com que foi registrado. (...) No sugestivo dizer de Josserand, o nome é como uma etiqueta colocada sobre cada um de nós, ele dá a chave da pessoa toda inteira. Pode ser definido como o sinal exterior pelo qual se designa, se identifica e se reconhece a pessoa no seio da família e da comunidade. É a expressão mais característica da personalidade, o elemento inalienável e imprescritível da individualidade da pessoa. Não se concebe na vida social, ser humano que não traga um nome" ("Curso de Direito Civil, Ed. Saraiva, v. 1, p. 88). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale recordar que o plebiscito, quando é obrigatório, vem destacado na Constituição Federal (vide art. 18, §§ 3º e 4º).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1608647660400477603?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1608647660400477603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1608647660400477603&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1608647660400477603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1608647660400477603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/estado-do-pantanal-juridicamente.html' title='Estado do Pantanal, juridicamente correto'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7885925203407487927</id><published>2009-06-07T13:59:00.000-04:00</published><updated>2009-06-07T14:02:02.504-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>4 de Junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTADO DO PANTANAL-PN &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho constatado que as razões para não mudar o nome do nosso estado, são infinitamente menores do que aquelas em que se baseia o movimento pró Estado do Pantanal-PN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas devo registrar que os dois maiores motivos contrários, segundo minhas observações, tratam de questões inevitáveis, os obstáculos a serem vencidos, quais sejam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O aproveitamento político do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O custo da implantação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, não há conquista sem sacrifício, não sairemos da estaca “zero” em direção à miríade de ganhos e vantagens, se continuarmos colocando à frente se nossos atos, aquilo que poderia nos custar ou o que poderia beneficiar outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mudar o nome do estado, seria como aceitar um incêndio para não gastar água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, aparentemente nada mudaria para uma significativa parcela da população e empresas, mas é um erro imaginar que um nome tão difundido e admirado em todo o mundo, não proporcionará ganhos diretos e indiretos para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato concreto é que não haverá prejuízo a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pá de cal nesta discussão foi o conteúdo da carta enviada pela CBF ao Prefeito Nelson Trad Filho, assinada pelo Sr. Ricardo Teixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um texto cuidadosamente estudado em todos os aspectos, mormente pelo clima que se instalou diante da definição das subsedes da Copa de 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dita missiva, o Presidente da CBF se mostrou solidário, parceiro e disposto a ajudar os MATO-GROSSENSES-DO-SUL. Podemos conviver com isto ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que o “erro” foi proposital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer adotar um espírito conspiracionista, coloco o fato como estratégia para mudar o foco de nossas lutas para este assunto, pois que é relativamente diverso da indignação generalizada pela atuação da CBF nos últimos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, deve ficar muito claro para os pessimistas que o atual movimento a favor da mudança não se iniciou pelas mãos de qualquer personalidade política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele teve evidencia no clamor popular, nos comentários, desabafos e pareceres da população durante a campanha para a copa de 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é certo de que existem pessoas lutando solitariamente pela questão desde que o projeto do então Governador José Orcirio, sucumbiu diante dos seus interesses exclusivamente políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia citar nomes, mas é prudente que nesta fase não alimentemos egos. É uma questão da coletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, o nome de Mato Grosso do Sul, a cada dia que passa remete à vestimenta de palhaço, com direito a sapatos enormes e nariz de bola vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a mídia de Mato Grosso está novamente dando muito espaço à pretendida alteração do nome do estado, tal como o fizeram no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se tem noticias de que lá pelo vasto “Estado do Pantaraguamazonas”, já permeiam nas conversas de bastidores ( predileção dos “mato-grossenses-do-norte” ), alguma articulação impeditiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, esta é uma questão que nos diz respeito, exclusivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um assunto “caseiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse um projeto ruim, porque será que “eles” têm tanto medo de que o executemos ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembro aqui, meu artigo datado de 20/03/2009 sob o título&lt;br /&gt;PANTANAL X PANTARAGUAMAZONAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ficarmos apenas filosofando, corremos o risco de que alguém se aproprie da idéia e nos roube mais esta prerrogativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, disponibilizamos o e-mail cgmsblog@gmail.com para receber argumentos relacionados à questão, onde o campo ASSUNTO deverá definir a posição dos participantes, descrevendo CONTRA ou A FAVOR, conforme o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, solicitamos a participação daqueles que têm real interesse pelo projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas poderão ser formuladas sob a sigla PERGUNTO, pois serão debatidas e ou encaminhadas publicamente a quem tenha condições de oferecer repostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: dedoemriste.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7885925203407487927?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7885925203407487927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7885925203407487927&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7885925203407487927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7885925203407487927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/4-de-junho-de-2009-estado-do-pantanal.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5736697203608168262</id><published>2009-06-07T13:49:00.000-04:00</published><updated>2009-06-07T13:50:04.839-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Opiniões  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mato Grosso do Sul – A falta de identidade &lt;/strong&gt;=&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Sexta-feira, 22 de maio de 2009 - 06h05m &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Dr. Jajáh* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo, volto a tratar de um assunto que está adormecido, mas não está morto. Qual a sensação que você tem quando alguém lhe chama por outro nome, mesmo que seja de seu melhor amigo, ou do seu mais querido irmão?&lt;br /&gt;Eu acho ruim. Bastante ruim. Reajo.&lt;br /&gt;Tenho a mesma sensação de quando alguém diz que moro em Mato Grosso. Fico chateado igual a quando estou assistindo a um noticiário na televisão e o locutor, ao se referir à Campo Grande, diz ser a capital de Mato Grosso. Ou quando um professor vindo de São Paulo ou Rio, ministrando uma aula ou conferência em nossa cidade, refere-se como se estivesse em Mato Grosso.&lt;br /&gt;Muitos pais, querendo homenagear alguém, um tio, um avô, ou a si próprio, colocam em seus filhos o apêndice "sobrinho", "neto", "júnior" etc.&lt;br /&gt;Para mim, o "do Sul" de meu Estado, é um apêndice e, como todos os apêndices, não só não contribui, como prejudica. Ele tira a identidade do meu Estado. &lt;br /&gt;Ninguém quer ser confundido com outro... mesmo que esse outro seja o querido avô, ou o ilustrado tio ou, ainda, o próprio e amado pai. Todos precisamos de uma identidade ( conjunto de características ou circunstâncias que distinguem uma pessoa ou uma coisa e graças às quais é possível individualizá-la) para não sermos confundidos com outro. Para sermos nós mesmos. Cada pessoa se orgulha, ou deveria se orgulhar, de si. De ser o que é e não ser a outra pessoa. De ser reconhecida como ela é e não ser confundida com outra pessoa. E uma das características, a primeira e mais importante, que identifica uma pessoa é o nome. Ter um nome que me identifica, que me diferencia dos outros me faz um bem danado e me traz contentamento. Quando sou chamado por outro nome, mesmo que seja o nome do meu melhor amigo, ou do meu mais querido irmão, fico triste e reprovo com veemência.&lt;br /&gt;Gosto muito do estado de Mato Grosso, gosto muito dos matogrossenses, eu mesmo sou matogrossense, nasci à margem esquerda do Rio Araguaia e me orgulho disso. Porém eu quero morar em um estado que tenha nome próprio e que não seja confundido com outro, mesmo que esse outro seja o valioso Estado de Mato Grosso.&lt;br /&gt;Sinto que todos que usufruem da graça divina de morar aqui gostariam de ver um nome novo e próprio para o nosso estado. O que sinto é uma ligeira discordância quanto ao novo nome. Eu me encontro entre aqueles que defendem o nome de Estado do Pantanal (até já coloco, há muito tempo, em meu endereço: Mato Grosso do Sul – o Estado do Pantanal). Alguns alegam que esse nome é impróprio porque o Pantanal não se situa, inteiramente, em nossa região. Este argumento é extremamente frágil e indevido. Vejam o Estado do Amazonas que convive muito bem com o nome embora o grande rio não seja uma exclusividade daquele estado. O caudaloso Rio Tocantins não pertence apenas ao estado ao qual emprestou o nome. E assim poderíamos nos servir de muitos outros exemplos.&lt;br /&gt;Qual o nome pátrio de quem nasce neste estado? Matogrossenses do Sul ou Sul-matogrossenses são aqueles que nascem na região sul do estado de Mato Grosso.&lt;br /&gt;Quero fazer parte de um movimento para mudança do nome do meu estado que, necessariamente, passará em algum momento por uma pesquisa popular. Quero ser co-autor desse feito, já que me omiti quando cometeram o equívoco inicial. Alguns erram, outros consertam. Vamos consertar.&lt;br /&gt;Eu não quero morar em Mato Grosso do Sul. Eu quero morar no Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O autor é médico em Dourados – Mato Grosso do Sul – o Estado do Pantanal - PN. www.jajah.med.br / jajah@jajah.med.br &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Fonte: Douradosagora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5736697203608168262?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5736697203608168262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5736697203608168262&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5736697203608168262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5736697203608168262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/opinioes-mato-grosso-do-sul-falta-de.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-579850030827099597</id><published>2009-06-07T12:57:00.000-04:00</published><updated>2009-06-07T12:58:37.450-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Estado do Pantanal: Miranda lança movimento &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante reunião realizada no plenário da Câmara Municipal de Miranda, foram lançadas as bases de uma campanha para conscientizar a população sobre os benefícios com a mudança do nome do estado de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado do Pantanal (PN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os presentes na reunião se lembraram do primeiro movimento pela mudança de nome onde ocorreram alguns erros que terminaram por queimar a oportunidade. Primeiramente por que foi uma tentativa de imposição do Governo para a sociedade, quando o assunto deve ser discutido pela sociedade, que é soberana para a decisão do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto negativo foi a colocação errônea de que a sigla do estado seria PT. A regra de escolha da nomenclatura dos estados não permite que seja assim. As siglas seguem a lógica de primeira letra somada à segunda, desde que não seja conflitante com siglas já existentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: AMazonas, PArá, CEará, etc. Em alguns casos isso não ocorre em função de já existirem siglas idênticas, como é o caso de Paraná, que ficou PR porque PA já existe. No caso específico do Mato Grosso do Sul, que receberia o nome de Estado do Pantanal, a sigla seria PN. Não poderiam ser as duas primeiras, PA - já existe, pegando-se então a segunda letra possível PN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade foi escolhida uma comissão provisória, que dará inicio aos primeiros trabalhos, como a conscientização dos formadores de opinião, empresários e comerciantes de Miranda, agregar nomes de peso ao movimento, em nível estadual, trabalhar com a mídia e propor as ações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros, fazem parte da comissão provisória: Regina Pedrossian, Cristina Moreira Bastos, Hellington, Carmen Omizolo, Bethe Coelho e o vereador Francisco Cebalho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve será constituída uma comissão definitiva, com o ingresso de representantes da classe produtora, empresários e segmentos sociais organizados. Com informações do Fórum de Turismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-579850030827099597?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/579850030827099597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=579850030827099597&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/579850030827099597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/579850030827099597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/estado-do-pantanal-miranda-lanca.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-8199876756822491574</id><published>2009-06-06T22:24:00.000-04:00</published><updated>2009-06-06T22:25:16.078-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>06/06/2009 21:17&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enquete diz que na Capital 52% querem mudar nome de MS  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Valdelice Bonifácio, com assessoria do Fórum MS&lt;br /&gt;(midiamax.com)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A coordenação do Fórum MS em Debate realizou hoje, dia 6, o primeiro evento de discussão política em Campo Grande. Os participantes foram às ruas ouvir a população sobre a mudança de nome do Estado. O assunto voltou à tona após a derrota para Cuiabá na disputa para ser subsede da Copa do Mundo de 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum fez a seguinte enquete: Você é favorável a mudança do nome do Estado? Sim ou Não. Caso a resposta seja – sim, qual dos nomes abaixo você escolheria: Estado do Pantanal – Estado de Campo Grande – Estado de Maracajú, ou qual sua sugestão? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante duas horas, foram consultadas 350 (trezentos e cinqüenta) pessoas que responderam a enquete acima mencionada. Desse total 52% (por cento) responderam sim concordo com a mudança do nome do Estado, e 48% (por cento) responderam não para mudança do nome do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que a enquete é apenas uma consulta informal. Portanto, não tem valor científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 52% (por cento) que participaram da enquete respondendo sim, 85% (por cento) indicaram o novo nome do Estado como Estado do Pantanal, 10% (por cento) optaram pelo Estado de Campo Grande, 2% (por cento) votaram pelo Estado de Maracajú, e 3% (por cento) dos entrevistados indicaram os seguintes nome: Estado Campo de Vacaria, Estado de Bonito, Estado Central). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os entrevistados que votaram pela opção não, ou seja, não trocar o nome de Mato Grosso do Sul indicaram vários os motivos para justificar o voto. No entanto, alegam que trocar o nome apenas por trocar não justifica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros alegaram que na possibilidade de trocar o nome do Estado teria um gasto de dinheiro fora do comum, dinheiro esse que poderia ser aplicado em obras necessárias tais como: (hospitais, qualificação de profissionais entre outros). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa no Interior &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades que participam do Fórum MS em Debate estarão durante essa semana desenvolvendo a mesma pesquisa em suas regiões. Os organizadores esperam ouvir cerca de 5.000 (cinco mil) pessoas em todo o estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados coletados serão tabulados e vão para o arquivo do Fórum como primeiro trabalho realizado. Assim que forem debatidos todos os assuntos de interesse da população tais como geração de emprego, cobrança de impostos, agroindústria e outros o Fórum pretende fazer uma publicação com os dados coletados e apontando possíveis soluções e expectativas da população do estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é possível participar da enquete na internet, acessando a pagina do Fórum: msemdebate.blogspot.com e ou enviando um e-mail: msemdebate@hotmail.com .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-8199876756822491574?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/8199876756822491574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=8199876756822491574&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8199876756822491574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/8199876756822491574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/06062009-2117-enquete-diz-que-na.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-6049534743003161277</id><published>2009-06-04T19:20:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T19:23:59.783-04:00</updated><title type='text'>Antes de perder a Copa...</title><content type='html'>Notícias do trade turístico&lt;br /&gt;(www.atrativosbonito.com.br) &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lançado em Miranda movimento para mudar no nome do estado para Pantanal  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Na semana que passou aconteceu reunião no plenário da Câmara Municipal de Miranda, quando foram lançadas as bases de uma campanha apara conscientizar a população sobre os benefícios advindos da mudança do nome do estado, contando com a participação de representantes do setor de turismo, comércio e serviços, da administração pública e do legislativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade foi preferida palestra pelo senhor Wagner Sávio, administrador de empresas, pós-graduado em gestão empresarial pela FGV e gestão em liderança pela Fundação Dom Cabral/FDC/BH e professor de Cidadania, que derrubou diversos mitos que são levantados por aqueles que são contra a mudança do nome. Para alguns, seria a quebra de uma cultura, enquanto para os defensores da idéia o estado carece de uma cultura própria, exatamente por estar sempre atrelado à marca Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em nome do prefeito Neder Vedovado, que se encontrava em Campo Grande, a professora Maria Célia, secretaria de Administração e Finanças, afirmou que o prefeito é favorável à idéia, e dará todo apoio necessário e cabível, não apenas como prefeito, mas também como cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado do Pantanal (PN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os presentes, quando do primeiro movimento pela mudança de nome ocorreram alguns erros que terminaram por queimar a oportunidade. Primeiro que foi uma tentativa de imposição, partindo do Governo para a sociedade, quando o assunto deve primeiro ser discutido pela sociedade, que é soberana para decidir sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto negativo foi a colocação errônea de que a sigla do estado seria PT. A regra de escolha da momenclatura dos estados não permite que seja assim. As siglas seguem a lógica de primeira letra somada à segunda, desde que não seja conflitante com siglas já existentes. Exemplo disse: AMazonas, PArá, CEará, etc. Em alguns casos isso não ocorre em função de já existirem siglas idênticas, como é o caso de Paraná, que ficou PR porque PA já existe. No caso específico do nosso estado, que receberia o nome de Estado do Pantanal, a sigla seria PN. Não poderiam ser as duas primeiras, PA - já existe, pegando-se então a segunda letra possível PN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom lembrar também que não se trata de ressuscitar uma luta anterior, por dois motivos. O primeiro é que o movimento nascido em Miranda é apolítico. Todos serão convidados a participar, independente de credo, cor ou partido político. Trata-se de um movimento0 de cidadania. O segundo ingrediente é que a idéia de Estado do pantanal não é um político do estado como quiseram fazer crer. Quem primeiro levantou a idéia foi o publicitário Roberto Duailib, dono da EDPZ, que é daqui do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como bom publicitário, Duailib acha que a marca Pantanal é tão forte como marcas tipo Coca-Cola, por exemplo. Para ele, a marca Pantanal tende a ser o carro chefe para atrair turistas e investimentos, num crescente processo de preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha pelo nome se prende a fatores como: não é de nenhuma cidade do estado e portanto não gera ciúmes, é do acidente geográfico mais conhecido atualmente, 2/3 do Pantanal está em nosso estado, e é uma marca muito forte para mostrar no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes de diversos setores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das pessoas já citadas, estiveram presentes à reunião: Alex Furtado, Presidente do Fórum Estadual de Mato Grosso do Sul, Presidente do Comtur de Miranda e diretor geral da Agencia Ar; Acylino e Regina Maura Pedrossian, ele Presidente do Contur de Bodoquena e ambos proprietários do Hotel Fazenda Betione de Bodoquena; Zenilda, representando o senhor Tinho Proença, Presidente do Sindicato Rural de Aquidauana; Sr Gerson Prata, do Sindicato Rural de Miranda e proprietário da Fazenda Santa Inês; Carmem Omizolo, Hotel Pantanal de Miranda; senhor Índio e Mirjan, Explore Pantanal, Operadora de Miranda; Fátima Cordella representando a ABAV-MS e a Operadora e Pousada Aguas do Pantanal; Beth Coelho, Fazenda San Francisco, de Miranda; senhor Elder, da Fazenda Caiman; Duty Paiva, Secretário de Turismo de Miranda; senhor Adonai Arruda, proprietário da Serra Verde Express, operadora do Trem do Pantanal; Irineu Ferrari, do Jornal Guaicuru; Cristina Moreira, Presidente do Gopan-MS, Operadora Pioneiro Turismo e Complexo Turístico Pioneiro; Rosaura Dittmar, Fazenda Cacimba de Pedra; Cecília e Hellington, Coca-cola de Miranda; senhor Flávio, Universidade de Miranda; e os vereadores: Celso Moraes, presidente da Câmara Municipal, Kátia Roas, Francisco Cebalho, Valter Ferreira, José Mirancar e Adilson Saraiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade foi escolhida uma comissão provisória, que dará inicio aos primeiros trabalhos, como a conscientização dos formadores de opinião, empresários e comerciantes de Miranda, agregar nomes de peso ao movimento, em nível estadual, trabalhar com a mídia e propor as ações futuras. Entre outros, fazem parte da comissão provisória: Regina Pedrossian, Cristina Moreira Bastos, Hellington, Carmen Omizolo, Bethe Coelho, vereador Francisco Cebalho e o jornalista Sidney Borges. Em breve será constituída uma comissão definitiva, com o ingresso de representantes da classe produtora, empresários e segmentos sociais organizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se do embrião de uma idéia que tende a dar ao estado sua verdadeira dimensão, sua identidade e contribuir para a formação de uma cultura própria. Assim, deixaremos de gritar DO SUUUULLL, quando participamos de eventos com pessoas de outros estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Fórum de Turismo de MS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-6049534743003161277?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/6049534743003161277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=6049534743003161277&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6049534743003161277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6049534743003161277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/antes-de-perder-copa_9070.html' title='Antes de perder a Copa...'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7850875054471108005</id><published>2009-06-04T19:09:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T19:10:33.640-04:00</updated><title type='text'>Antes de perder a Copa...</title><content type='html'>Domingo, 22 de Julho de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Estado do Pantanal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, irei falar sobre a minha opinião sobre a mudança do nome de Mato Grosso do "Sul", para o nome de Pantanal. Desde já, informo que eu sou favorável, logo, vocês não verão um relato imparcial, e sim um relato tipo da REVISTA VEJA, completamente imparcial.&lt;br /&gt;Bem sou sul mato grossense e conheço mais que todo mundo que quando viajamos por este Brasil a dentro, todos perguntam de onde venho e claro orgulhoso, do meu Estado falo que sou de "MATO GROSSO DO SUL", a pessoa diz a sim lá de "MATO GROSSO (como se fosse a mesma coisa)" e digo não de "MATO GROSSO DO SUL", por que eles não confudem Rio grande do Norte com Rio Grande do Sul, ora bolas.&lt;br /&gt;Com a mudança do nome do estado, para estado do "PANTANAL", primeiramente o nosso estado MS, ficaria conhecido não só no Brasil, mas no mundo inteiro, pois o mundo conhece o Pantanal, maior biodiversidade do planeta terra, onde em um único lugar, acha-se, fauna e flora da Mata Atlântica, Cerrado, Pampas. Amazónia, Caatinga e Andes. Pois o Pantanal e o Centro dessas Biodiversidades.&lt;br /&gt;Acabaria a confusão com os Estados de Mato Grosso e Mato grosso do SUL, que são estados completamente diferentes, tanto economicamente, pois MS faz parte da Região Macro-Economica do Centro Sul, em quanto o Mato Grosso faz parte da Região Macro economica Norte.&lt;br /&gt;E o Estado ganharia muito em receita devido o turismo, que cresceria em proporções de P.G. (progressões geometrica), sendo que hoje cresce em P.A. (progressões aritimetica), salientando que 75% do Pantanal fica no Estado de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editado pelo Dr. Kleber R. F. Coelho às 14:30:00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7850875054471108005?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7850875054471108005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7850875054471108005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7850875054471108005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7850875054471108005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/antes-de-perder-copa_04.html' title='Antes de perder a Copa...'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1825231113110790588</id><published>2009-06-04T18:16:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T18:50:42.473-04:00</updated><title type='text'>Antes de perder a Copa...</title><content type='html'>7 dejaneiro 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De novo, o Estado do Pantanal&lt;/strong&gt;Valfrido Silva (valfridosilva.blog.terra.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na expectativa para conhecer os novos candidatos a astros da TV que entram no programa Big Brother, que estréia no próximo dia 13, vi num site qualquer aí do eixo Rio-São Paulo que entre os novos integrantes da casa mais vigiada do Brasil havia gente do Mato Grosso. Logo veio a curiosidade: alguém que conheci em minhas andanças por lá? Algum companheiro de noitada de Cuiabá? Melhor ainda: algum conhecido ou quem sabe um companheiro de campanha política de Água Boa, minha mais recente investida mato-grossense? Agora cedo, quando sai a relação dos novos BBBs, para minha surpresa, dois campo-grandenses, entre os selecionados, e nenhum mato-grossense! Como diz sempre meu sogro, Mané Torquato, aí que surge o problema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer besteira, mas enche o saco a gente ver toda hora a mídia nacional misturando alhos com bugalhos, confundindo o nome dos dois Estados. É um tal de “informar” Campo Grande ou Dourados, como cidades do Mato Grosso ou Cuiabá, como capital de Mato Grosso do Sul, enfim, uma lambança geográfica e histórica total, depois de 30 anos de divisão dos dois Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos mal que as chances de Zeca do PT voltar ao governo do Estado já não são tão remotas como se imaginava quando o italiano “bom de gatilho” e de gogó André Puccinelli ascendeu ao poder dois anos atrás. Quem sabe voltando titio Zeca ao governo, como apontam as primeiras pesquisas, renasçam as esperanças do Estado do Pantanal entrar definitivamente nos mapas do Brasil e do mundo, acabando-se de vez com essa zorra total. Enquanto isso não acontece, vamos torcer pelos dois campo-grandenses no BBB.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1825231113110790588?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1825231113110790588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1825231113110790588&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1825231113110790588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1825231113110790588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/antes-de-perder-copa.html' title='Antes de perder a Copa...'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2441325121863606916</id><published>2009-06-04T17:59:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T18:03:47.424-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>03/06/2009 » 16:03 (Portal do Jornal do Povo de Três Lagoas  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO: O Pantanal é nosso e é hora de a sociedade assumir sua posse  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Por Marco Eusébio, jornalista e assessor de imprensa da Seccional da OAB-MS) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recente escolha de Cuiabá (MT) pela Fifa (ou pela CBF) como sede de jogos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil na região “pantaneira” reascende o debate sobre a mudança do nome do estado de Mato Grosso do Sul para Pantanal já que dois terços deste estão em território sul-mato-grossense. Trata-se de um ecossistema com 250 mil km² de extensão situado no sul de MT e no noroeste de MS, no Brasil, além de englobar pequena parte do norte do Paraguai e leste da Bolívia (lá chamado chaco) e considerado pela Unesco como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. O Pantanal é uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta. Geograficamente localiza-se no centro da América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai. Sua área brasileira é de 138.183 km², com 65% de seu território no estado de MS e 35% no MT. Não é um pântano como o nome pode sugerir. É, na verdade, uma planície pluvial irrigada por rios que drenam a bacia do Alto Paraguai, cujo ciclo interminável de cheias e secas é a fonte perene de vida a fauna e flora de rara beleza, influenciada por quatro grandes biomas de vegetação - amazônica, cerrado, chaco e mata atlântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixemos a geografia de lado e passemos ao lado prático da polêmica que envolve este que é um dos mais novos estados da Federação e que até hoje busca sua real identidade tentando se desvencilhar de uma vez por todas do cordão umbilical que o liga ao antigo Mato Grosso. O principal obstáculo neste sentido tem sido o nome do estado, através do qual se torna quase impossível desvincular um do outro. Fonte de polêmica, o nome Mato Grosso do Sul é constantemente ignorado Brasil afora já que nos principais grandes centros brasileiros, onde estão sediados as principais redes nacionais de TV, revistas e jornais de circulação nacional, a mídia não consegue dissociar o MS de MT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa eterna troca de nomes pelos “estrangeiros” é explicável (embora, no caso de profissionais de imprensa, que têm mapas e até a internet como ferramenta prática de consulta à disposição, seja intolerável). Para o cidadão comum, numa conversa informal, entretanto, fica difícil, estando em São Paulo, ou, pior, no Paraná, chamar de sul um estado que, principalmente no caso dos paranaenses, está localizado ao seu norte. Talvez este seja o principal motivo de o único outro estado brasileiro a ter sul como sobrenome seja aquele dos pampas gaúchos localizado exatamente no extremo-sul do país. Afinal, abaixo, ou ao sul dele, não há mais Brasil. E note-se que, mesmo assim, os gaúchos não fazem questão, ou melhor, raramente chamam seu estado de Rio Grande do Sul, principalmente quando estão em sua própria terra. Tradicionalmente tratam seu próprio estado como Rio Grande, inclusive em suas músicas e em outras manifestações culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se o nome Mato Grosso do Sul não é o mais adequado, porque foi esta região assim batizada? A resposta é pelo mesmo motivo em que até hoje se discute sem chegar a um consenso uma possível mudança deste mesmo nome: a disputa política. Acontece que durante o processo que culminou na divisão do MT uno e gerou o novo estado, durante o regime militar, três senadores biônicos (como eram chamados por não serem eleitos, mas escolhidos pelo presidente general de plantão) disputavam o direito de governar o estado que nascia em 1977. Eram eles Pedro Pedrossian, Antônio Mendes Canale e Rachid Saldanha Derzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora todos integrassem o mesmo grupo político, a Arena, havia uma divisão entre eles, como essas disputas internas que ocorrem hoje em todos os partidos. Em outubro daquele ano foi sancionada a lei que dividia o estado do Mato Grosso, surgindo, a partir de janeiro de 1979, o estado do Mato Grosso do Sul, com Campo Grande como capital e um governador nomeado. Pois bem, se apenas dois desses três senadores chegassem a um acordo, um deles apoiasse outro, este seria o primeiro governador do novo estado. Pedrossian, que já tinha a experiência de ter governado o MT uno, chegou a ser indicado. Mas Mendes Canale, que também cobiçava o trono, participou do movimento que vetou esta indicação. Acabou que o governo militar, que não poderia esperar pelo tal consenso dos grupos arenistas locais. E resolveu nomear o então presidente do extinto DNOS (Departamento Nacional de Obras de Saneamento), o gaúcho Harry Amorim Costa, o que não agradou a nenhum dos grupos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu que Pedrossian aliou-se a Saldanha Derzi para denunciar Harry Amorim Costa ao general presidente João Figueiredo, acusando o gaúcho de distribuir benesses em cargos públicos para minar as lideranças tradicionais do estado. Defenderam a saída do governador nomeado indicando para seu lugar o então prefeito de Campo Grande, Marcelo Miranda Soares. É necessário lembrar que toda essa disputa política havia começado antes mesmo da divisão, o que, obviamente, acabou impedindo um consenso sobre a escolha de um nome ideal para o estado, o que ficou, à época, em segundo plano. Isso significa aquilo mesmo que você está pensando: que o nome de Mato Grosso do Sul acabou escolhido de afogadilho diante da briga interna que não permitia um batizado de bom senso para o estado embrião que estava por vir à luz da emancipação político-administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi, de novo, a disputa política e interesses pessoais que, duas décadas depois, se tornou o principal motivo de a primeira proposta oficial de mudança do nome do novo estado para Pantanal ter sido rejeitada. Acontece que a idéia foi sugerida pelo então governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. E isso desagradou, obviamente, seus principais adversários. Na época, um dos maiores líderes que se opôs à proposta foi o hoje saudoso senador Ramez Tebet (PMDB). Com sua inconteste influência, fez campanha contrária e convenceu lideranças e, principalmente, a opinião pública de sua cidade, Três Lagoas, e dos demais municípios da chamada região do Bolsão, de que estes não nasceram na região do Pantanal e, portanto, não poderiam admitir ser chamados pelo gentílico de “pantaneiros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem inteligente, o qual tive o prazer de entrevistar e conversar algumas vezes, Tebet sabia que juntamente com o Rio de Janeiro e Amazônia, o nome Pantanal é uma das três marcas brasileiras mais conhecidas quando se fala de Brasil no setor turístico internacional. Eu que sou natural de Santo André – o A da região do grande ABC da megalópole paulistana – uma espécie de paulistano agregado, e com muita honra e prazer radicado em Campo Grande, confesso que teria orgulho de me ser um genuíno pantaneiro, ou, mesmo ser, como sou, um “pantaneiro adotivo” por opção. Sei que São Paulo, embora sendo uma das principais metrópoles do planeta, não se compara em termos de grife turística ao nome Pantanal. Hoje não é preciso ser culto e inteligente como Ramez Tebet para chegar a essa conclusão. Qualquer criança pode acessar os sites internacionais de turismo das principais cidades européias ou norte-americanas e procurar informações sobre o Brasil para ver o destaque que se dá à grife Pantanal e perceber o fascínio que este nome exerce sobre os gringos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois foi justamente a importância intercontinental que tem a grife Pantanal o critério que a Fifa adotou para ter uma sede de jogos da Copa de 2014 nesta região. Entretanto, embora o Mato Grosso concentre apenas 35% da planície alagada, a capital do estado vizinho acabou escolhida como sede. E qual foi o critério? O critério político. Ou seja, Mato Grosso do Sul perdeu um jogo que estava ganho. Além de ser, de fato e de direito, o estado que representa o Pantanal, é aquele que preserva a conservação ecológica da região. E é fato registrado diariamente no noticiário de que o vizinho MT é conhecido mundialmente pela destruição de seus recursos naturais. E tem mais. Curiosamente, o principal responsável pela vitória política junto à CBF e à Fifa foi justamente o governador Blairo Maggi, conhecido mundialmente como o rei da soja, e, portanto, como já disse o Juca Kfouri nesta semana, o “rei da motosserra”, aquele que está na contramão da história de um planeta que clama e urge por providências contra a destruição de seus recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, como bons e inteligentes perdedores, é melhor assumirmos que perdemos a Copa. E deixarmos a derrota de lado. E olhar para a frente, entendendo que este tema que volta à tona, de mudança do nome do estado, deva ser levado mais a sério, observando-se e aprendendo com os erros passados. Nesta semana, mais exatamente ontem, dia 2 de junho de 2009, na primeira sessão ordinária depois da derrota para Cuiabá, o debate voltou à cena no plenário da Assembléia Legislativa de MS, através do deputado Amarildo Cruz, presidente estadual do PT. Aí é que está o novo velho “X” da questão. Em ano pré-eleitoral está mais do que na hora de acabar com as eternas disputas políticas que atendem apenas a interesses de grupos de plantão no poder ou daqueles que querem tomar este mesmo poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a sociedade civil sul-mato-grossense já começa a dar provas de estar amadurecida e organizada. Por isso, esta é quem deve tomar a frente deste debate para que ele seja despartidarizado e se torne realmente um tema democrático, em que todos os segmentos reflitam e opinem, para que, enfim, se tome uma decisão de bom senso. Se Mato Grosso do Sul deve continuar se chamando assim ou deve ser chamado de Pantanal ou de outro nome, que seja a sua própria população que decida, e não este ou aquele “pai” da idéia. E isso só será possível através de debates sérios e consistentes que pode ser encampados por instituições de credibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o tema envolve interesses econômicos, seria de muito bom senso que uma dessas entidades venha a ser a Federação das Indústrias (Fiems) e as associações comerciais e industriais da Capital e dos demais municípios. Como o aspecto legal e jurídico de uma eventual mudança de nome deva ser amplamente debatido, se torna imprescindível a participação efetiva da Seccional estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) e por suas subseções no interior. Como se trata de discutir algo que faz parte da história passada, atual e futura, é vital a participação dos corpos docentes e discentes das universidades públicas e privadas, que estão formando as lideranças das gerações futuras deste mesmo estado. E, obviamente, é necessária a participação de trabalhadores e profissionais liberais de todos os segmentos, através de seus sindicatos, conselhos e demais entidades. Grupos e partidos políticos, podem, sim, e devem participar deste debate. Mas não deve partir deles a decisão, já que a história provou, sucessivamente, que disputas particulares não produzem os melhores resultados para a sociedade, já que essas nunca têm este interesse, o coletivo, como objetivo (ou, pelo menos, nunca têm este como principal ou primeiro objetivo embora tentem sempre agradar a platéia eleitoral dizendo o contrário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta deve partir da sociedade civil como um todo para, depois, aí sim, chegar às instituições públicas e políticas, a quem cabe, conforme prevê a Constituição Federal, dar os procedimentos legais para uma eventual troca de nome ou não. Mas, enfim, é preciso, antes de tudo, deixar de pensar apenas no próprio umbigo, se libertar do provincianismo bairrista de se preocupar se é bonito ou não (eu acho lindo) ser chamado pelo gentílico “pantaneiro” ou qualquer outro que seja. É preciso pensar grande, pensar no estado que seus filhos, seus netos, bisnetos e os descendentes destes irão habitar. Para que esse estado seja melhor e nunca pior do que o atual é preciso, agora, um outro estado de espírito coletivo, que seja maduro, sem ranços. Para pensar e propor a mudança de nome do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, que não costumo ficar em cima do muro, declaro e assino embaixo que sou, particularmente, favorável ao nome Pantanal. Mas considero fundamental ouvir, respeitar e debater opinições contrárias. Opositores à idéia costumam, dentre outros argumentos, dizer que se gastaria uma fortuna em papel para mudar registros, escrituras etc. Na minha modesta opinião, acredito que esse mesmo dinheiro é gasto quando se trocam governadores, com a mudança de nomes, de slogans, de carimbos, etc. E que essa tal fortuna seria apenas trocado diante dos lucros que a Copa começará a trazer, desde já, para o vizinho Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em Copa, já passou da hora também de continuar essa briga inútil (que só favorece candidatos de plantão) sobre de quem é a culpa por Mato Grosso do Sul ter perdido o direito de sediar os jogos do mundial de seleções de futebol. A culpa foi da política, da disputa interna que sempre culmina na falta de disputa externa. É necessário, crescer. E desde já não apenas ficar na conversa mas assumir, na prática, que, mesmo sem ser sede de Copa, o Pantanal é realmente aqui. E que é e continuará por muito tempo, caso seja preservado, sendo uma das três principais grifes turísticas do Brasil. Isso significa que turistas de todo o planeta que vierem a Cuiabá, a São Paulo, ao Rio de Janeiro ou a qualquer outra sede de jogos brasileira para ver a Copa do Mundo não se importarão em viajar uma ou duas horas a mais de avião para conhecer a belezas naturais que as regiões turísticas, pantaneiras ou não, que Mato Grosso do Sul oferece como Bonito e outras cidades que não estão no Pantanal. E não só os torcedores não. Investidores e técnicos estrangeiros que virão ajudar a preparar estas mesmas sedes estarão ávidos por conhecer este estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é hora de parar com o choro infantil ou ficar como adolescente culpando o irmão por isto ou por aquilo. É hora de a sociedade civil assumir, enfim, a maturidade plena de um estado que já passou dos 30 e que, embora tenha se emancipado de direito, ainda não assumiu a emancipação prática de assumir a vida real e sair de vez da dependência paternal do território vizinho que o gerou e de quem herdou o nome. É hora de crescer. Cá entre nós, já passou faz tempo da hora. Mas como o tempo não nos pertence e como os grandes sempre surgem nas crises e nas derrotas, talvez seja esta a hora mais propícia designada pela arquitetura do universo da qual somos uma pequena partícula mas que devemos ter o orgulho de ser nem menor nem maiores que as demais partículas. Vamos nessa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2441325121863606916?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2441325121863606916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2441325121863606916&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2441325121863606916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2441325121863606916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/03062009-1603-portal-do-jornal-do-povo.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7274845224060976951</id><published>2009-06-04T17:46:00.001-04:00</published><updated>2009-06-04T17:49:31.268-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Troca de nome de MS é indiferente, diz secretário de MT &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 04 de Junho de 2009 16:41&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Jefferson da Luz&lt;br /&gt;(campogrande.com)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O secretário de Mato Grosso, Yuri Bastos Jorge (Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo), disse não acreditar que haverá alguma movimentação, por parte da classe política de seu Estado para impedir a mudança do nome de Mato Grosso do Sul. “A população aqui nem está sabendo disso”, reforça sobre a movimentação que voltou à tona depois da vitória de Cuiabá na disputa pela Copa de 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista ao Campo Grande News, o secretário Yuri Bastos Jorge menosprezou a relevância, dizendo não perceber qualquer impacto negativo que a alteração para Estado do Pantanal pode significar para Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se acredita que o fluxo de turistas possa aumentar com a mudança do nome de Mato Grosso do Sul o secretário resumiu: “turismo não depende só de nome. Depende do produto que você está vendo. Não basta mudar o nome”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o secretário, outros fatores são mais importantes na cadeia turística, e destacou a infra-estrutura, acesso aos pontos turísticos, receptivos, vôos, informação e divulgação, o que Mato Grosso já teria provado que tem, levando em conta a preferência da Fifa que resultou na escolha de Cuiabá para subsede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Assembléia - Ontem, 11 deputados estaduais se reuniram para dar encaminhamento prático à discussão sobre a mudança do nome de Mato Grosso do Sul. Os parlamentares defenderam a realização de um plebiscito para alterar o nome do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a possibilidade de se alterar o nome do Estado por meio de um projeto de iniciativa popular, que precisaria da assinatura de 1% dos eleitores sul-mato-grossenses. Esta alternativa, no entanto, não deverá ser adotada por enfrentar fortes resistências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto voltará a ser discutido pelos parlamentares na próxima terça-feira (09), às 11h30, na presidência da Assembléia Legislativa. Na oportunidade, os deputados estaduais irão apresentar pareceres jurídicos sobre o tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia tomou força pela primeira vez durante o governo de Zeca do PT.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7274845224060976951?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7274845224060976951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7274845224060976951&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7274845224060976951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7274845224060976951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/troca-de-nome-de-ms-e-indiferente-diz_04.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-9008108112043338287</id><published>2009-06-04T17:46:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T17:47:54.657-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Troca de nome de MS é indiferente, diz secretário de MT &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 04 de Junho de 2009 16:41  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jefferson da Luz&lt;br /&gt;(campogrande.com)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O secretário de Mato Grosso, Yuri Bastos Jorge (Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo), disse não acreditar que haverá alguma movimentação, por parte da classe política de seu Estado para impedir a mudança do nome de Mato Grosso do Sul. “A população aqui nem está sabendo disso”, reforça sobre a movimentação que voltou à tona depois da vitória de Cuiabá na disputa pela Copa de 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista ao Campo Grande News, o secretário Yuri Bastos Jorge menosprezou a relevância, dizendo não perceber qualquer impacto negativo que a alteração para Estado do Pantanal pode significar para Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se acredita que o fluxo de turistas possa aumentar com a mudança do nome de Mato Grosso do Sul o secretário resumiu: “turismo não depende só de nome. Depende do produto que você está vendo. Não basta mudar o nome”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o secretário, outros fatores são mais importantes na cadeia turística, e destacou a infra-estrutura, acesso aos pontos turísticos, receptivos, vôos, informação e divulgação, o que Mato Grosso já teria provado que tem, levando em conta a preferência da Fifa que resultou na escolha de Cuiabá para subsede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Assembléia - Ontem, 11 deputados estaduais se reuniram para dar encaminhamento prático à discussão sobre a mudança do nome de Mato Grosso do Sul. Os parlamentares defenderam a realização de um plebiscito para alterar o nome do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a possibilidade de se alterar o nome do Estado por meio de um projeto de iniciativa popular, que precisaria da assinatura de 1% dos eleitores sul-mato-grossenses. Esta alternativa, no entanto, não deverá ser adotada por enfrentar fortes resistências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto voltará a ser discutido pelos parlamentares na próxima terça-feira (09), às 11h30, na presidência da Assembléia Legislativa. Na oportunidade, os deputados estaduais irão apresentar pareceres jurídicos sobre o tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia tomou força pela primeira vez durante o governo de Zeca do PT.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-9008108112043338287?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/9008108112043338287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=9008108112043338287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/9008108112043338287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/9008108112043338287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/troca-de-nome-de-ms-e-indiferente-diz.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7771161170785997908</id><published>2009-06-04T13:25:00.000-04:00</published><updated>2009-06-04T13:27:08.763-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>04/06/2009 13:13 (midiamax.com)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Folha de S.Paulo destaca debate sobre nome do Estado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Folha Online  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A decepção provocada pela derrota de Campo Grande na disputa pela "sede pantaneira" da Copa do Mundo de 2014 --que ficou com Cuiabá (MT)-- fez ressuscitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul um antigo movimento que defende um novo nome para o Estado: Pantanal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia foi apresentada ontem em plenário a partir de um requerimento do deputado Antônio Carlos Arroyo (PR), que conseguiu recolher assinaturas de 15 congressistas em apoio "ao aprofundamento do debate". "O nome atual nos causa muitos transtornos e não ajuda a divulgar nossas belezas naturais", diz Arroyo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definido em 1977 --com a divisão de Mato Grosso e a criação do novo Estado--, o nome atual teria sido escolhido "nos gabinetes de Brasília", diz o deputado. "É comum sermos chamados de Mato Grosso por visitantes, veículos de imprensa e até ministros", reclama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois terços do Pantanal ficam em Mato Grosso do Sul. Para o deputado Amarildo Cruz (PT), a mudança tem de ocorrer "antes de 2014". "Do contrário, Cuiabá passará a ser conhecida como a capital do Pantanal, em um Estado que tem a menor parte dele", diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais recente tentativa de mudar o nome do Estado para Pantanal ocorreu por iniciativa do então governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT (1999-2006). À ocasião, segundo Cruz, a discussão foi "desqualificada" pela oposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Diziam que o governador estava interessado é na nova sigla: PT. E o fato é que, se tivesse havido a mudança, certamente Campo Grande teria tido melhor sorte na disputa. A Fifa não teria como explicar ao mundo que a sede pantaneira ficaria fora do Estado do Pantanal", afirma Cruz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados voltarão a tratar do tema na próxima terça-feira. A maioria defende a realização de um plebiscito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7771161170785997908?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7771161170785997908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7771161170785997908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7771161170785997908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7771161170785997908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/04062009-1313-midiamax.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-6617548971018314005</id><published>2009-06-03T16:04:00.000-04:00</published><updated>2009-06-03T18:00:14.618-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Pantanal não é apenas de Mato Grosso do Sul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos argumentos mais comuns para opor-se ao Estado do Pantanal é o fato do Pantanal, apesar de ter cerca de 70% de seu território em nosso Estado, localizar-se também em Mato Grosso, Bolívia e Paraguai. Isto seria um impedimento à medida que os outros donatários do Pantanal poderiam se aborrecer e até dificultar o processo de mudança. &lt;br /&gt;Em primeiro lugar, não existe isso do acidente geográfico circuncrever-se ao território a denominar. Exemplo: o rio Paraná, que deu nome ao Estado vizinho, banha São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraguai e Argentina, além do Paraná. Nem porisso foi impedido de dar nome ao Paraná. Não há notícia de que esses Estados tenham sido consultados pelo Paraná que foi criado mais recentemente. &lt;br /&gt;Se você tem alguma dúvida ou argumento que queira expor, use o comentário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-6617548971018314005?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/6617548971018314005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=6617548971018314005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6617548971018314005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/6617548971018314005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/o-pantanal-nao-e-apenas-de-mato-grosso.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4999381481216439396</id><published>2009-06-03T13:55:00.000-04:00</published><updated>2009-06-03T13:56:19.201-04:00</updated><title type='text'>Estado do Pantanal, uma proposta</title><content type='html'>ESTADO DO PANTANAL, UMA PROPOSTA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Neste espaço vamos discutir o ESTADO DO PANTANAL. A primeira fase do movimento durou dois anos, de 1999 a 2001. Esta segunda etapa está surgindo sob a égide da proposta da Copa no Pantanal. A argumentação dos defensores da idéia da mudança está focada na necessidade de uma identificação própria e apropriada ao no Estado, que empresta a denominação do Mato Grosso remanescente. Por que Estado do Pantanal?&lt;br /&gt;Das referências geográficas a de maior relevância é o Pantanal. Ocupando um terço de seu território a Oeste, no sentido Norte-Sul e dispondo de cerca de 60% de sua área está mais que habilitado a pleitear a denominação, que vai nos abrir as portas do mundo. O Pantanal é uma marca, um grife de extraordinária aceitação em todo o Planeta.&lt;br /&gt;Participe do movimento. Faça o seu comentário, discuta com seus amigos e mostre a importância de um nome que não confunda com outro, de fácil assimilação e de grande importância histórica e econômica. É sobre isso que vamos tratar daqui pra frente. Venha com a gente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4999381481216439396?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4999381481216439396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4999381481216439396&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4999381481216439396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4999381481216439396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/estado-do-pantanal-uma-proposta.html' title='Estado do Pantanal, uma proposta'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-7043456608916661314</id><published>2009-06-03T13:51:00.000-04:00</published><updated>2009-06-03T13:53:18.587-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Deputados planejam plebiscito para mudar nome de MS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 03 de Junho de 2009 13:06&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Paulo Fernandes&lt;br /&gt;(campogrande.com)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Deputados estaduais poderão tentar mudar nome do Estado através de plebiscito ou de projeto de iniciativa popular  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dos 24 deputados estaduais, 11 se reuniram, nesta quarta-feira, na presidência da Assembléia Legislativa, para dar encaminhamento prático à discussão sobre a mudança do nome de Mato Grosso do Sul. Os parlamentares desta reunião defenderam a realização de um plebiscito para alterar o nome do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso, sem dúvida nenhuma, vai passar por um plebiscito”, arriscou o deputado Antonio Carlos Arroyo (PR). Existe também a possibilidade de se alterar o nome do Estado por meio de um projeto de iniciativa popular, que precisaria da assinatura de 1% dos eleitores sul-mato-grossenses. Esta alternativa, no entanto, não deverá ser adotada por enfrentar fortes resistências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado estadual Pedro Kemp (PT) revelou que possui um estudo jurídico informando que a Assembléia Legislativa tem competência para mudar o nome. “A população tem que decidir de uma vez por todas. Temos que ter esse debate. Hoje tem um movimento forte dos empresários, principalmente do turismo, de mudar o nome do Estado”, afirmou o deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kemp, a mudança não provocará aumento de despesas com alterações de documentos, basta constar na lei que o nome atual continuará valendo para o que foi produzido antes da alteração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lei estadual de 2002 já autoriza o uso do nome fantasia Estado do Pantanal. “Mas ninguém usa”, lembrou o deputado Paulo Corrêa (PR). “Tem regiões totalmente contra e outras totalmente a favor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a mudança não é unanimidade nem dentro e nem fora da Casa de Leis. O deputado estadual Marcos Trad (PMDB), por exemplo, é contra. “Isso é ignorância. Um erro não pode justificar outro”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão ressurgiu durante os lamentos de deputados estaduais à escolha de Cuiabá (MT) como a subsede pantaneira da Copa do Mundo de 2014. Para alguns parlamentares, se Mato Grosso do Sul tivesse o nome de Estado do Pantanal, Campo Grande ganharia pontos e Fifa e CBF teriam dificuldade de explicar ao mundo porque a capital sul-mato-grossense não foi escolhida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até entre os deputados favoráveis à mudança existe discussão, mas sobre qual nome deveria ser adotado. Enquanto alguns querem Estado do Pantanal, outros defendem Estado de Campo Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto voltará a ser discutido pelos parlamentares na próxima terça-feira (16), às 11h30, na presidência da Assembléia Legislativa. Na oportunidade, os deputados estaduais irão apresentar pareceres jurídicos sobre o tema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-7043456608916661314?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/7043456608916661314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=7043456608916661314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7043456608916661314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/7043456608916661314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/deputados-planejam-plebiscito-para.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5512107530212785108</id><published>2009-06-03T13:47:00.000-04:00</published><updated>2009-06-03T13:49:14.976-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>03/06/2009 13:19 &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deputados têm até dia 16 para tomar posição sobre proposta de mudar o nome do Estado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Valdelice Bonifácio&lt;br /&gt;(midiamax.com) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os deputados estaduais deram hoje na Assembleia Legislativa, o ponta-pé inicial para a discussão em torno da mudança de nome de Mato Grosso do Sul. Em reunião, nesta manhã na sala da Presidência da Casa de Leis, os parlamentares decidiram que na próxima terça-feira, dia 16, às 11h30, haverá um novo encontro para discutir o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é esgotar a discussão na Casa de Leis e em seguida propor uma consulta popular através de um plebiscito. Se a população concordar com a mudança, o próximo passo é a elaboração de um projeto de lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto voltou à tona ontem em plenário quando se discutia os motivos pelos quais Campo Grande perdeu para Cuiabá, Capital do Mato Grosso, o direito de ser subsede da Copa de 2014. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns deputados, se MS se chamasse Estado do Pantanal como propunha o ex-governador Zeca do PT, a Fifa (Federação Internacional de Futebol), não teria justificativa para preterir Campo Grande, pois o que se desejava era fazer a Copa no Pantanal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a reunião, o deputado Pedro Kemp (PT) disse ter um amplo estudo jurídico apontando que caberia à Assembleia Legislativa mudar o nome do Estado, sem a necessidade de passar pelo Congresso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A lei do Congresso apenas criou o Estado, mas agora não se trata de criação, mas sim da mudança de nome de uma unidade que já existe”, justificou Kemp que promete detalhar o parecer na próxima reunião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 16, todos os deputados deverão dar a sua opinião a respeito da mudança de nome fundamentada em estudos e pareceres jurídicos. “Após a reunião definiremos o próximo passo que pode ser a criação de uma frente parlamentar ou de uma comissão temporária para tratar do assunto”, mencionou o deputado Antônio Carlos Arroyo (PR) autor do requerimento para o início do debate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação dos deputados, ouvir a população é indispensável no processo. “Já percorri o Estado discutindo este assunto, tem regiões que são totalmente contra, outras que são a favor. Temos que ouvir a sociedade. É fardo demais para gente carrega sozinho”, relatou o deputado estadual Paulo Corrêa (PR). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corrêa, aliás, é autor do projeto de decreto que garante ao Estado o direito de usar o nome Mato Grosso do Sul apenas como fantasia. O decreto aprovado em 2002 na Assembleia nunca foi posto em prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kemp mencionou ter feito estudos sobre a escolha do nome do Estado e atesta que a decisão de se registrar Mato Grosso do Sul foi definida nos gabinetes da ditadura, sem qualquer critério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E ainda cometeram um erro, pois se há um Mato Grosso do Sul deveria haver o Mato Grosso do Norte”, defende. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Assembléia, deputado Jerson Domingos (PMDB) que é contrário à mudança demonstrou preocupação com o momento que a proposta voltou à tona. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Justamente, após perdermos a Copa do Mundo de 2014 para Cuiabá, estamos falando em mudar de nome? A gente vai alimentar ironias no Mato Grosso. Vão dizer que além de nos tirar a Copa fizeram até a gente trocar de nome”, observou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favorável a mudança, Arroyo discordou de Jerson e disse que a mudança de nome não teria relação direta com a derrota para Cuiabá, porque a hipótese já é discutida há anos no Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Jerson, a outra voz contrária à mudança é a do deputado Zé Teixeira (DEM) para quem a mudança traria transtornos no que diz respeito a documentações e registros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, como os demais deputados os dois também querem ouvir a população através de um plebiscito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também participaram da reunião os deputados Amarildo Cruz (PT), Coronel Ivan (PDT), Márcio Fernandes (PSDB), Diogo Tita (PMDB), Rinaldo Modesto (PSDB) e Paulo Duarte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5512107530212785108?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5512107530212785108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5512107530212785108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5512107530212785108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5512107530212785108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/03062009-1319-deputados-tem-ate-dia-16.html' title=''/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-2953854205650436828</id><published>2009-06-02T13:22:00.000-04:00</published><updated>2009-06-02T13:24:29.562-04:00</updated><title type='text'>Deu na Imprensa:</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Derrota para Cuiabá “ressuscita” mudança do nome de MS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terça-feira, 02 de Junho de 2009 11:41   &lt;br /&gt;Paulo Fernandes&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Deputado Amarildo Cruz diz que mudança do nome de MS para Estado do Pantanal poderia ter ajudado Campo Grande a conquistar vaga de subsede na Copa  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A derrota de Campo Grande para Cuiabá (MT) na disputa por uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014, fez com que os deputados estaduais passassem a maior parte da sessão desta terça-feira da Assembléia Legislativa discutindo a possibilidade de mudar o nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão teve início com o deputado Amarildo Cruz (PT), para quem a mudança do nome poderia ter ajudado Campo Grande a conquistar a vaga pantaneira na Copa, já que a maior parte das pessoas associa o Pantanal ao estado vizinho. O parlamentar lembrou que é comum nos noticiários nacionais que Mato Grosso do Sul seja chamado de Mato Grosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Rinaldo Modesto (PSDB) lembrou que até o ministro do Turismo, Luiz Barretto, “que tem parentes aqui” chamou Mato Grosso do Sul de Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre a troca do nome do Estado ganhou força no governo Zeca do PT que, no entanto, não conseguiu convencer a população da necessidade e dos benefícios dessa mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-2953854205650436828?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/2953854205650436828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=2953854205650436828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2953854205650436828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/2953854205650436828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/deu-na-imprensa_02.html' title='Deu na Imprensa:'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-4323221271498201662</id><published>2009-06-02T13:12:00.000-04:00</published><updated>2009-06-02T13:14:53.270-04:00</updated><title type='text'>Deu na Imprensa:</title><content type='html'>Após derrota para Cuiabá, mudança de nome de MS para Estado do Pantanal volta à tona&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Valdelice Bonifácio &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após perder para Cuiabá, capital do vizinho Mato Grosso, o direito de ser subsede da Copa do Mundo, Mato Grosso do Sul vê renascer na Assembleia Legislativa o debate em torno da mudança de nome do Estado. Bandeira do ex-governador Zeca do PT que sugeria mudar para Estado do Pantanal, a ideia encontra simpatizantes até na base aliada do governador André Puccinelli (PMDB). &lt;br /&gt;Na avaliação de parlamentares do PT, se Mato Grosso do Sul tivesse o nome sugerido por Zeca do PT, não teria como a Fifa (Federação Internacional de Futebol) escolher Cuiabá, pois a intenção da federação era promover o evento esportivo no Pantanal. &lt;br /&gt;Hoje, o deputado estadual Diogo Tita (PMDB) defendeu uma consulta popular como forma de conhecer a vontade do sul-mato-grossense. Tita que durante longos anos foi contrário à mudança por uma questão de tradicionalismo, hoje avalia que ela pode ser favorável ao Estado. &lt;br /&gt;“Acho que já passou da hora de Mato Grosso do Sul deixar de ser visto como um apêndice do Mato Grosso. As autoridades confundem quando vem ao Estado, a mídia nacional também confunde. Poderíamos dar um basta a esta confusão”, opina. &lt;br /&gt;O parlamentar estuda a possibilidade de apresentar um requerimento propondo uma audiência pública sobre o assunto. Porém, ele acha que outras alternativas de nome devem ser discutidas. “Porque não Estado de Campo Grande?”, sugere. &lt;br /&gt;O deputado Amarildo Cruz (PT) avalia que o momento é oportuno para discutir o assunto. “Acho que seria a hora de mostrar para o mundo que o Pantanal é aqui. Nós é que temos 70% do Pantanal”, cita. &lt;br /&gt;Para Amarildo, a mudança de nome seria ainda uma forma de levantar a auto-estima do sul-mato-grossense, abalada com o resultado anunciado pela Fifa. “É o momento de dar a volta por cima”, sugere. &lt;br /&gt;O deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) também é favorável. “Acho que mudar o nome do Estado é um forma de pôr fim ao constrangimento que passamos quando autoridades erram o nome do nosso Estado”, defende. &lt;br /&gt;Mas, ao contrário de Amarildo, Rinaldo diz que Estado do Pantanal não seria a melhor alternativa. “Pantanal, o Mato Grosso também tem. Então não seria coerente da nossa parte querer este nome para nós”, afirma. &lt;br /&gt;Na avaliação do tucano, não foi o fato do Estado não se chamar Pantanal que tirou a Copa de MS. “Acho que existe muita politicagem na Fifa e na CBF [Confederação Brasileira de Futebol]”, mencionou. &lt;br /&gt;Temendo prejuízos financeiros, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) prefere que tudo continue como está. “Seria um transtorno. Você teria que mudar os registros das pessoas e toda a papelada nos cartórios. Quem iria pagar esta conta?”, questiona. &lt;br /&gt;Em 2004, chegou a ser constituída uma comissão composta por nomes da sociedade organizada para mudar o nome do Estado. A Liga pró-Estado do Pantanal chegou a se articular politicamente para garantir a realização de um plebiscito para ouvir a população. &lt;br /&gt;Na época, os petistas sustentavam que cabia a Assembleia Legislativa proceder a mudança de nome. Pois, segundo eles, a Constituição Federal não tratava do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Midiamax - 12:40 - 02/06/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-4323221271498201662?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/4323221271498201662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=4323221271498201662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4323221271498201662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/4323221271498201662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/deu-na-imprensa.html' title='Deu na Imprensa:'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-1316587610414761752</id><published>2009-06-01T14:42:00.000-04:00</published><updated>2009-06-01T14:56:54.988-04:00</updated><title type='text'>Por que perdemos a Copa?</title><content type='html'>Não vou entrar no mérito da derrota, até porque já era esperada. Entramos neste jogo tarde demais. As cidades nas mesmas condições de Campo Grande (Natal, Cuiabá e Manaus) começaram a se preparar bem antes da decisão sobre a copa no Brasil. Elas acreditaram. O critério levou em conta exigências técnicas, mas sobrelevou outras condições, como o estágio do desporto regional (nós aqui estamos na série D do Brasileirão), aspectos políticos e o fator psicológico. Do ponto de vista geográfico, sou de opinião que se a gente já houvesse adotado o Estado do Pantanal como denominação, não teria sido fundamental, mas, com certeza, teria ajudado muito num possível desempate entre Campo Grande e Cuiabá. Se a Amazonia ficou para Manaus de Amazonas, Pantanal poderia ter ficado para o Campo Grande do Estado do Pantanal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-1316587610414761752?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/1316587610414761752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=1316587610414761752&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1316587610414761752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/1316587610414761752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/06/por-que-perdemos-copa.html' title='Por que perdemos a Copa?'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1840966741510230528.post-5281752727476967653</id><published>2009-02-05T17:07:00.001-03:00</published><updated>2009-02-05T17:07:44.223-03:00</updated><title type='text'>ESTADO DO PANTANAL, UMA PROPOSTA</title><content type='html'>Neste espaço vamos discutir o ESTADO DO PANTANAL. A primeira fase do movimento durou dois anos, de 1999 a 2001. Esta segunda etapa está surgindo sob a égide da proposta da Copa no Pantanal. A argumentação dos defensores da idéia da mudança está focada na necessidade de uma identificação própria e apropriada ao no Estado, que empresta a denominação do Mato Grosso remanescente. Por que Estado do Pantanal?&lt;br /&gt;Das referências geográficas a de maior relevância é o Pantanal. Ocupando um terço de seu território a Oeste, no sentido Norte-Sul e dispondo de cerca de 60% de sua área está mais que habilitado a pleitear a denominação, que vai nos abrir as portas do mundo. O Pantanal é uma marca, um grife de extraordinária aceitação em todo o Planeta.&lt;br /&gt;Participe do movimento. Faça o seu comentário, comente com seus amigos e mostre a importância de um nome que não confunda com outro, de fácil assimilação e de grande importância histórica e econômica. É sobre isso que vamos tratar daqui pra frente. Venha com a gente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1840966741510230528-5281752727476967653?l=estadodopantanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/feeds/5281752727476967653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1840966741510230528&amp;postID=5281752727476967653&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5281752727476967653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1840966741510230528/posts/default/5281752727476967653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estadodopantanal.blogspot.com/2009/02/estado-do-pantanal-uma-proposta.html' title='ESTADO DO PANTANAL, UMA PROPOSTA'/><author><name>estadodopantanal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
